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Notas do tema

Maria Valtorta e a sua obra

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EMF 196.3 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Um dia, Ela me contou o que aconteceu, quando Ela era uma menininha. Ainda não tinha três anos, porque ainda não estava no Templo, e seu coração se partia de amor, produzindo, como a flor ou a azeitona esmagadas na prensa, todos os seus óleos ou os seus perfumes. E, em seu delírio de amor, dizia à sua mãe que queria ser virgem para agradar mais ao Salvador, mas que teria gostado de ser pecadora, para poder ser salva e ficava quase chorando, porque a mãe não a compreendia e não sabia dizer-lhe como é que se pode ser “pura” e “pecadora”, ao mesmo tempo. Quem a tranquilizou foi seu pai, que lhe mostrou um pequeno passarinho, que ele tinha conseguido salvar quando estava em perigo, à beira de uma fonte. O pai, então, com o passarinho, criou uma parábola[2], dizendo-lhe que Deus a tinha salvado de um modo antecipado e que, por isso, Ela lhe devia dar graças duas vezes. E a pequena Virgem de Deus, a grandíssima Virgem Maria, exerceu pela primeira vez sua maternidade espiritual sobre aquele pequeno ser caído do ninho, que Ela pôde lançar ao vôo, quando ficou forte, mas que nunca mais abandonou o jardim de Nazaré e lá ficou ainda, consolando com seus vôos e seus pios, a triste casa e os tristes corações de Ana e de Joaquim, quando Maria esteve no Templo. O passarinho morreu pouco antes da morte de Ana… Ele tinha cumprido sua tarefa…

Detalhe

Jesus conta um episódio da infância da Virgem Maria.

Anotação

Ele contou-lhe a parábola do passarinho: Ver o paradoxo do "pecador por amor" expresso pelo Sem Pecado e a parábola do passarinho: ver EMV 7.5.

EMF 196.7-8 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

– Mas não seria mais bonito continuar a lição do Mestre, em vez de ficarmos parecendo uns cabritos irritados? –pergunta o pacífico Tomé.

– É verdade, Mestre. Continua a falar-nos de tua mãe. É tão cheia de luz a sua infância. Ela nos torna a alma virgem por reflexo e eu, um pobre pecador, tenho tanta necessidade disso! –exclama Mateus.

– Que é que Eu vos devo dizer? Há tantos episódios, um mais doce do que o outro…

– Ela os contou?

– Alguns. Mas muitos mais José: foi a mais bela narração feita a Mim quando criança, e também Alfeu de Sara, que era pouco mais velho que minha mãe e foi amigo dela nos breves anos em que ela esteve em Nazaré.

– Oh! Então, conta… –suplica-lhe João.

Todos se põem ao redor dele, sentados à sombra das oliveiras, com Jabé no centro, olhando fixamente para Jesus, como se estivesse ouvindo uma paradisíaca lenda.

– Eu vos falarei da lição de castidade que deu minha mãe, poucos dias antes de ir para o Templo, ao seu pequeno amigo e a muitos outros.

Havia-se casado naquele dia uma moça de Nazaré, parente de Sara, e Joaquim e Ana também tinham sido convidados para a festa das núpcias.Com eles foi a pequena Maria que, junto com outras crianças, tinha o encargo de jogar pétalas desfolhadas sobre caminho da esposa. Dizem que era belíssima de pequena, e todos a disputavam, depois da festiva entrada da noiva. Era muito difícil ver Maria, porque ela vivia sempre em casa, pois gostava muito de uma pequena gruta que dizia ser a “dos seus esponsais”, mais do que qualquer outro lugar. Por isso, quando era vista — loura, rosada e graciosa —, era cumulada de carícias. Chamavam-na de “A Flor de Nazaré”, ou então “A Pérola da Galileia”, ou ainda “A Paz de Deus”, lembrando o enorme arco-íris, que se tinha formado, de repente, ao primeiro vagido dela. E ela era, de fato, tudo o que diziam e mais ainda. É a Flor do Céu e da Criação, é a Pérola do Paraíso, e a Paz de Deus… Sim, a Paz. Eu sou o Pacífico, porque sou Filho do Pai e filho de Maria: A Paz Infinita e a Paz Suave.

Naquele dia todos a queriam beijar e tomar no colo. E ela, esquivando-se aos beijos e aos contatos, disse com uma delicada gravidade: “Eu vos peço: Não me amarroteis.” Eles pensaram que Ela estava falando de sua veste de linho, cingida à cintura com uma faixa azul, e também nos pequenos pulsos, no pescoço, ou então da pequena grinalda com florzinhas azuis com que Ana a tinha coroado, para conservar em seu lugar os cachinhos do cabelo.

E, assim pensando, eles lhe garantiram que não amarrotariam nem a veste nem a grinalda.

Mas ela, segura, como uma pequena mulher de três anos, de pé, no meio de um círculo de adultos, disse-lhes séria: “Não estou pensando no que se repara. Estou falando da minha alma. Ela é de Deus. E não quer ser tocada, a não ser por Deus.” Então lhe disseram: “Nós beijamos a ti, não a tua alma.” E Ela: “O meu corpo é templo da alma, e o sacerdote nele é o espírito. O povo não é admitido no recinto sacerdotal. Eu vo-lo peço. Não entreis no recinto de Deus.”

Alfeu, que já tinha então mais de oito anos, e que a amava muito, encontrando-a perto da pequena gruta, ocupada em apanhar flores, lhe perguntou: “Maria, quando fores mulher, não me quererias como esposo?” Nele ainda estava viva a lembrança da festa de núpcias à qual estivera presente. E ela: “Eu te amo muito. Mas, não olho para ti como para um homem. Vou dizer-te um segredo. Eu só vejo a alma dos vivos. Aquela eu amo de todo o coração. Mas, nada mais eu vejo senão Deus, como ‘Verdadeiro Vivente’ ao qual poderei entregar-me a mim mesma.”

Aí está um episódio.

– “Verdadeiro Vivente!” Sabes que esta é uma palavra profunda!

–exclama Bartolomeu.

E Jesus, com humildade e com um sorriso:

– Ela era a mãe da Sabedoria.

– Era?… Mas não estava só com três anos?

– Era. Desde a sua concepção, eu já vivia nela, sendo eu Deus[4] , em sua Unidade e Trindade perfeitíssima.

196.8

– Mas, desculpa-me se eu, um culpado, ouso falar: então Joaquim e Ana sabiam que Ela era a virgem escolhida? –pergunta Judas Iscariotes.

– Eles não sabiam.

– E então, como é que Joaquim pôde dizer que Deus a tinha salvado com antecipação? Isto não se refere ao privilegio dela quanto à culpa?

– Refere-se. Mas Joaquim falava pela boca de Deus, como todos os profetas. Ele também não compreendeu a sublime verdade sobrenatural, que o espírito punha em seus lábios. Porque Joaquim era um justo. A ponto de merecer aquela paternidade. E era um homem humilde. Pois não há justiça onde existe soberba. Ele era justo e humilde. Consolou a filha por seu amor de pai. Instruiu-a pela sabedoria de sacerdote, pois ele o era, na qualidade de tutor da Arca de Deus. Ele a consagrou como Pontífice, com o mais honroso dos títulos: “A sem Mancha.” Dia virá em que um outro já encanecido sacerdote dirá ao mundo: “Ela é a concebida sem pecado”, e entregará ao mundo dos crentes esta verdade, como um artigo de fé incontestável, para que no mundo que virá, um mundo que se irá afundando sempre mais numa situação cinzenta e nebulosa, de heresias e de vícios, possa brilhar, plenamente conhecida, a Toda Bela de Deus, coroada de estrelas, vestida com a luz da Lua, que é menos pura que a Dela, apoiada sobre os astros, Rainha de todo Criado e do Incriado. Porque Deus-Rei tem Maria por Rainha, no seu Reino.

– Então, Joaquim era um profeta?

– Era um justo. Sua alma disse como um eco, aquilo que Deus dizia à sua alma amada por Deus.

Detalhe

Mateus pede a Jesus que fale da sua Mãe.

Anotação

Vou falar-vos da lição de castidade que a minha Mãe deu, alguns dias antes de entrar no Templo, ao seu namorado e a muitos outros. Provavelmente Alphée de Sara.

Eu era Deus nela, desde o momento da sua conceção, na sua Unidade e na sua Trindade perfeitíssima. Deus nela: Maria Valtorta anota numa cópia dactilografada: Maria, santuário perpétuo e puríssimo no qual o Deus uno e trino fez a sua perpétua morada, nunca foi separada da Sabedoria: o Verbo de Deus estava sempre nela, verdadeira Arca que transporta o Verbo eterno, e nenhuma criatura conhecia tão bem como ela este Verbo que é a Sabedoria divina, que devia encarnar nela, e que devia ainda e sempre permanecer nela.

O dogma da Imaculada Conceição foi proclamado por Pio IX a 8 de dezembro de 1854 na bula Ineffabilis Deus. Este dogma foi objeto de controvérsia durante séculos e foi uma das razões da oposição feroz da teologia estabelecida a Maria de Ágreda, que exprimiu esta revelação nas suas visões.

(...) A Toda Bela de Deus, coroada de estrelas, vestida com os raios da lua menos pura que ela, e sustentada pelas estrelas, a Rainha do criado e do incriado; porque no seu Reino, Deus Rei tem Maria como sua Rainha. Cf. Apocalipse 12, 1-2.

Livro do Apocalipse 12, 1-2

Ap 12, 1-2: "Apareceu um grande sinal no céu: uma mulher vestida de sol, com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça. Ela estava grávida e gritava com dores de parto e dores de parto".

EMF 197

O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo : No Templo com José de Arimateia. A hora do incenso.

Data da visão: Sexta-feira 22 de junho de 1945

Calendário: Sábado 25 de março de 28

(12 Nissan 3788)

Localização (mapa) : Templo de Jerusalém

Ciclo: A segunda viagem pascal

Resumo: O grupo apostólico vai ao Templo com Yabeç e João de Endor. Pedro é o tutor da criança e esta confessa francamente que não se lembra da última vez que foi ao Templo, pois era um bebé. Jesus preocupa-se com João de Endor, que se sente intimidado com a perspetiva de regressar à casa do Pai. Cristo tranquiliza-o e absolve-o de tudo, o que comove o novo convertido.

Dirigem-se ao tesouro para fazer a sua oferta, quando encontram José de Arimateia. Este fica surpreendido por ver um rapazinho com eles e Pedro explica-lhe que o rapaz está prestes a fazer o exame de maioridade. O irmão de André pede ao fariseu que se aproxime dele, para que os doutores da Lei não causem problemas. José cumprimentou então o Mestre e este ofereceu-se para ir a Betânia ter com ele. O homem aceitou de bom grado e foi-se embora.

Jesus explica então a Yabeç o que é a hora do incenso e porque é que ele deve rezar; explica-lhe também a grandeza do ministério do sacerdote. Por fim, vão adorar o Senhor.

Conteúdo do capítulo: 197.1: Pedro segura Yabeç pela mão. 197.2: Jesus conforta João de En-Dor. 197.3: Pedro explica a Yabeç as coisas do Templo. 197.4: Jesus convida José de Arimatéia para ir a Betânia. 197.5: A oração da noite.

Edição anterior: Tomo 3, capítulo 58

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O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo: Jesus encontra a sua mãe em Betânia. Yabeç (Jabé) muda o seu nome para Marziam.

Data da visão: Sábado, 23 de junho de 1945.

Calendário: Sábado 25 de março de 28 (12 Nissan 3788)

Local (mapa) : Betânia

Ciclo: A segunda viagem pascal

Resumo: Por vir

Conteúdo do capítulo: 198.1: Muitos vêm de Betânia para encontrar Jesus que vai ao encontro de sua Mãe. 198.2: Maria enxuga as lágrimas de Yabeç. 198.3: E deseja paz a João de En-Dor. 198.4: Em casa de Simão, o Zelota. As mulheres estão ocupadas a receber toda a gente. 198.5: Porque é que Yabeç, um órfão, foi acolhido. 198.6: Pedro não quer que Yabeç, que Lázaro propõe adotar, lhe seja tirado. 198.7: Ele será capaz de prover todas as suas necessidades materiais. 198.8: Maria muda o nome de Yabeç para Marziam (Margziam). 198.9: Notícia em particular da prisão do Batista. 198.10: Yabeç aparece com uma roupa nova que lhe foi dada por Marta. 198.11: Jesus e Maria conversam sobre a visita de Aglaia.

Edição antiga: Volume 3, capítulo 59.

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O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo: Entre os leprosos de Siloé e Ben Hinom. Pedro obtém Marziam através de Maria.

Data da visão: Domingo, 24 de junho de 1945 (festa de São João Batista).

Calendário: Domingo 26 de março 28 (13 Nissan 3788)

Localização (mapa) : Betânia, depois Jerusalém

Ciclo: A segunda viagem pascal

Resumo: Em Betânia, um servo de Lázaro cuida de Marziam: cortam-lhe o cabelo e vestem-na convenientemente. Tomé cruza-se com ele e leva-o às mulheres, que querem dar-lhe de comer. Com a autorização de Maria, decidem chamar-lhe Marziam em vez de Margziam. Todos se juntam à volta de Jesus e decidem o que vão fazer. Judas foi ter com amigos, Bartolomeu e Filipe foram ter com um certo Samuel, Tomé foi para casa de um parente, onde poderia ver o pai. Os outros, incluindo João de Endor e Lázaro, acompanharam o Mestre.

Foram aos túmulos de Siloé, onde havia leprosos. Simão, o Zelota, tinha-os precedido e guiava-os. Jesus cura os doentes que acreditam nele e, quando Cristo decide ir para Ben Hinom, Lázaro retira-se porque a viagem é demasiado longa para ele. Um dos leprosos fala em nome de todos e João apresenta os doentes que o esperavam. Entre eles estava uma criança. Jesus cura-os e depois vai a Anália buscar a sua Mãe. De lá, a Virgem foi com Pedro e Marziam comprar-lhe o que precisava para a sua festa. O Mestre viu aí uma imagem da Igreja nascente, que explicou a Simão, o Zelota, e depois foram ter com Joana de Kouza.

A visão prolonga-se pela noite dentro. Jesus e Maria conversam: falam do noivo de Annalia, que parece ser bom; depois falam de Judas, que não muda apesar do contacto de Jesus. A Virgem confessa que tem por ele a mesma repulsa que Marziam e Benjamim de Magdala, e Jesus pede-lhe que ame o Iscariotes. Finalmente, abordam o delicado assunto de Simão Pedro, que revelou a Maria o seu desejo de adotar o jovem Yabeç. A Mãe intercede pelo apóstolo, explicando-lhe que isso lhe permitiria tornar-se gentil. Finalmente, ela ganha a causa e Jesus chama o irmão de André, dizendo-lhe que ele terá a criança, mas que isso não deve tornar-se um obstáculo à sua missão...

Conteúdo do capítulo: 199.1: Num ambiente de alegria, Marziam é preparada. 199.2: A criança é objeto de comentários sobre a sua roupa e o seu nome, que será pronunciado Marziam e não Margziam. 199.3: Jesus vai ver os leprosos e todos são livres de ir para onde quiserem. 199.4: Cura de cinco leprosos em Siloé. 199.5: Cura de sete leprosos em Ben Hinnom, incluindo o sacerdote João. 199.6: Paragem em casa de Anália. Marziam entre Maria e Pedro, um símbolo. 199.7: Diálogo entre Jesus e Maria: Anália, a pérola, e Judas, a escória. 199.8: Maria pede a Pedro a Jesus, que lhe diz que lhe confia Marziam.

Edição anterior: Tomo 3, capítulo 60

Palavras-chave

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O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo : Aglaé e o perfume da sua alegria de ser salva.

Data da visão: Segunda-feira 25 de junho de 1945.

Calendário: Segunda-feira 27 de março 28 (14 Nisan 3788)

Local (mapa) : Betânia

Ciclo: A segunda viagem pascal

Resumo: Jesus regressa sozinho a casa de Simão, o Zelota, e está preocupado. É evidente que está à espera de alguém e Maria, sua Mãe, acaba por lhe trazer Aglaia. Ele pede à Virgem que não os incomode, e Cristo fala finalmente com a antiga pecadora. Ela ajoelha-se em adoração e chora. Revela que não ousava esperar obter o amor do Senhor depois de ter pecado tanto. O Mestre consola-a e explica-lhe que este desejo de amar vem do próprio Deus. Quando o convertido se espanta com o facto de o Altíssimo amar uma pessoa como Aglaia, Jesus responde de novo que Deus é um abismo de misericórdia incompreensível para a mente humana e confirma que ela foi perdoada.

Surge então uma pergunta legítima: o que é que ela deve fazer? Cristo diz-lhe para ir para um lugar deserto e informa-a de que nunca mais se verão na terra e que ele morrerá para obter a sua redenção. Ela, por seu lado, dedicar-se-á à penitência e virá outro apóstolo para lhe dizer tudo o que precisa de saber: não será, no entanto, André, que a levou até Jesus.

A antiga pecadora dá-lhe então as suas jóias e esvazia uma ânfora de perfume. Por fim, ela vai-se embora e Jesus abençoa-a de onde está, enquanto ela se afasta. Depois, pede à sua Mãe que lhe traga André e diz-lhe que ela está salva. O irmão de Pedro, no entanto, não deve dizer nada, e logo chegam os outros apóstolos. Perguntam quem é que respondeu ao perfume e Judas queixa-se, o que irrita Lázaro e os outros companheiros. Jesus leva então o Iscariotes embora e a visão cessa entretanto.

Conteúdo do capítulo: 200.1: Jesus parece preocupado. 200.2: Maria anuncia a chegada de Aglaia e leva-a até ele. 200.3: Jesus confirma o perdão de Deus a Aglaia. 200.4: Envia-a para o deserto, onde um dos seus apóstolos a vai visitar. 200.5: Ela esvazia uma ânfora de perfume aos seus pés. 200.6: Jesus agradece a André pelo seu trabalho apostólico com Aglaia. 200.7: Discussão sobre o perfume derramado.

Edição anterior: Volume 3, capítulo 61

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O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo : O exame da maioridade de Marziam.

Data da visão: Terça-feira 26 de junho de 1945.

Calendário: Quarta-feira 29 de março de 28 (16 Nissan 3788)

Local (mapa) : Templo de Jerusalém

Ciclo: A segunda viagem pascal

Resumo: O grupo apostólico está com as mulheres e José de Arimatéia. Perto do Templo, estão à espera de Judas, Tomé e Bartolomeu, mas só os dois últimos aparecem. Iscariotes não está presente. Foram esperar por ele noutro local, mas o apóstolo não apareceu. José de Arimateia impacienta-se e dirigem-se finalmente para o lugar santo, onde Marziam vai fazer o seu exame. Jesus não pode ir com ela porque isso seria um desserviço para ele. Pedro fica triste, mas compreende. Em vez disso, José acompanha Simão e o seu filho adotivo. São recebidos por Azrael e Jacob, dois rabinos ou chefes de sinagoga que mostram desprezo por Pedro e passam ao lado do exame. Mas Marziam é aceite e a criança regressa com o pai, muito feliz. Jesus também está feliz, mas está triste, como os outros, com a deserção de Judas, e Pedro só tardiamente se apercebe disso. No entanto, o Mestre tranquiliza-o e vão ter com José de Arimateia. É então que a visão termina.

Conteúdo do capítulo: 201.1: Entram no Templo, no meio de insultos entre os soldados e a multidão. 201.2: Reúnem-se com os apóstolos, mas Judas está ausente. 201.3: Procuram-no em vão e Pedro entra com Marziam, sem Jesus. 201.4: José de Arimateia faz uso do seu prestígio. Primeiras perguntas. 201.5: Marziam passa no exame e Pedro faz seu pequeno discurso. 201.6: José de Arimatéia convida para um banquete. Pedro vai sacrificar um cordeiro. 201.7: Judas tem sido um desordeiro.

Edição anterior: Volume 3, capítulo 62

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O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo: A reprovação a Judas e a chegada dos camponeses de Yokhanan (Giocana).

Data da visão: Quarta-feira, 27 de junho de 1945.

Calendário: Quinta-feira, 30 de março de 28 (17 Nissan 3788)

Local (mapa): Templo de Jerusalém

Ciclo: A segunda viagem pascal

Resumo: O grupo apostólico está no Templo, sem as mulheres. Estão à espera de Pedro, que foi sacrificar um cordeiro. Entretanto, vêem Judas e Tomé vai ouvir o que ele diz, sem esperar pelo acordo de Jesus. O apóstolo dá logo a conhecer a sua presença aos Iscariotes e Judas decide ir com ele ver o resto do grupo. Mas Tomé não é parvo e avisa-o para ter cuidado com o seu comportamento.

Perante o Mestre e os outros, Judas saúda Jesus, mas Jesus fala a sério e diz-lhe que Judas está a fugir dele. Cristo recorda também que ele ignorou Pedro e o grupo no dia do exame de Marziam. Enquanto Judas tenta justificar-se, a criança escapa-se alegremente para ver os camponeses de Doras, e Jesus pede a João de Endor que os retenha um pouco. Segue-se uma repreensão a Judas, que o informa de que não poderá estar presente no dia seguinte para ver os amigos do seu pai. O homem vai-se embora e Jesus pede aos seus amigos que esqueçam o incidente e que não contem nada a Simão Pedro, a João de Endor, a Marziam e à sua mãe.

Por fim, os camponeses de Doras cumprimentam o Mestre e ficam extasiados com a boa saúde de Yabeç, que não esconde a sua afeição pelo seu Jesus. É assim que termina a visão.

Conteúdo do capítulo: 202.1: No pátio do Templo, Judas pavoneia-se entre os escribas. 202.2: Tomé vai ao seu encontro e repreende-o. 202.3: Jesus repreende severamente Judas pela sua ausência e rudeza. 202.4: E pede aos outros que se mantenham em silêncio sobre o incidente. 202.5: Os camponeses notam a felicidade de Marziam.

Edição anterior: Volume 3, capítulo 63

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O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo : Oração do Senhor

Data da visão: Quinta-feira 28 de junho de 1945

Calendário: Quinta-feira 30 de março de 28 (17 Nissan 3788)

Locais (mapa) : Jerusalém e depois Getsémani

Ciclo: A segunda viagem pascal

Resumo: Jesus deixa a casa onde está hospedado com os apóstolos, exceto Judas, que não está presente. Pede a João de Endor que cuide das mulheres discípulas na sua ausência e vai para o Monte das Oliveiras com os discípulos. No caminho, diz-lhes que quer dar-lhes um grande presente e agradece-lhes o amor que têm por ele.

Enquanto caminham, o Mestre diz-lhes que os apóstolos tiveram de suportar desilusões e provações contínuas, mas que deviam confiar sempre em Deus. Entretanto, diz-lhes que vão para o Monte das Oliveiras, para o Getsémani.

Conteúdo do capítulo: 203.1: Jesus quer estar a sós com os seus apóstolos. 203.2: Vou ensinar-vos a rezar. 203.3: Simão de Jonas transforma-se no Pedro de Jesus. 203.4: Judas, ausente, tornou-se menos bom. Tem ciúmes de Jesus. 203.5: A oração perfeita: quando rezardes, dizei assim. 203.6: Pai nosso: senti que sois filhos. 203.7: Santificado seja o santo e doce Nome. 203.8: Que o reino de Deus venha à terra. 203.9: A obediência perfeita na terra como no céu. 203.10 : O pão quotidiano pedido ao Pai que é bom. 203.11 : A necessidade do perdão. 203.12 : As tentações. A humildade de se conhecer a si mesmo. 203.13: O dom da segunda Páscoa. Regresso ao Getsémani.

Edição anterior: Volume 3, capítulo 64

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O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo : A fé e a alma explicadas aos pagãos pela parábola dos templos.

Data da visão: Sexta-feira 29 de junho de 1945

Calendário: Sábado 1 de abril 28 (19 Nissan 3788)

Local (mapa) : Betânia

Ciclo :

Sumário: x

Conteúdo do capítulo: x

Edição anterior : Tomo 3, capítulo 65