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Notas da palavra-chave

José de Jacob (São José)

Tema: Família e parentesco de Jesus Cristo · Página 6 de 13

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EMF 30.6-7

O Evangelho como me foi revelado

Citação

O pastor abre a boca, e se limita a dar um gemido.

30.7 José se vira, e vai à porta.

– Quem sois vós?

– Somos pastores. Viemos trazer-vos alimento e lã. Viemos adorar o Salvador.

– Entrai.

Eles entram, e a estrebaria se torna mais clara por causa da luz das tochas. Os velhos empurram os novos à sua frente.

Maria se vira e sorri.

– Vinde –ela diz–. Vinde!

E os convida com um gesto e um sorriso, segurando aquele que viu o anjo e puxando-o para perto de si, junto à manjedoura. O menino olha, feliz.

Os outros, convidados também por José, vão à frente com os seus presentes, e os colocam todos, com breves e comovidas palavras, aos pés de Maria. Depois se detêm em olhar o Menino Jesus, que está chorando baixinho, e sorriem, emocionados e felizes.

Detalhe

Os pastores regressam ao berço. Levi quer que Elias diga alguma coisa, porque já conheceu José e Maria.

EMF 31

O Evangelho como me foi revelado

Detalhe

Título do capítulo : A visita de Zacarias. A santidade de José e a obediência aos sacerdotes.

Data da visão e do ditado: Quinta-feira 8 de junho de 1944 (Corpus Christi)

Calendário: Segunda-feira 30 de dezembro de 5 d.C.

Local (mapa) : Belém

Ciclo: Nascimento e infância de Jesus

Resumo: Zacarias chega a Belém. José vem recebê-lo, porque Maria está a dar leite a Jesus. O carpinteiro pede notícias de João, que está a crescer muito bem, mas tem problemas de dentição: por isso não o levou consigo. Isabel também não veio, não só para cuidar do filho, mas também porque está muito frio. José compreendeu e descreveu ao sacerdote as condições difíceis que tinham vivido após o nascimento de Jesus. Como disse o marido de Maria, em Nazaré estava tudo pronto, mas aqui não tinham nada.

A Virgem chega entretanto e apresenta o Menino, depois de cumprimentar o sacerdote. Zacarias adora Jesus com o maior respeito. O velho dá então presentes seus e de Isabel. A Imaculada Conceição lamenta não ter podido vir com João, e Zacarias assegura-lhe que os verá em breve. De facto, o velho achava que deviam viver em Belém, para que, quando chegasse a altura, ele fosse melhor aceite pelo Sinédrio e para que Zacarias pudesse ser o seu mestre.

José e Maria olham um para o outro e não concordam particularmente com a visão de Zacarias. Um pensa no seu trabalho, o outro na sua casa e em tudo o que deixaram para trás. É o que diz Maria, tanto mais que é difícil ir buscar as suas coisas, pois não têm casa para guardar tudo em Belém. Acima de tudo, Maria pensava em José e José pensava em Maria. No entanto, o seu casto marido estava disposto a trabalhar o dobro se fosse por Jesus.

Maria tenta finalmente objetar uma última vez, lembrando que o Messias se chamaria Nazareno, mas Zacarias não dá ouvidos à razão e os santos pais acatam os seus desejos...

Maria dá, então, um ditado sobre a santidade de José, que não se importava de trabalhar mais, de renunciar a tudo, se fosse pelos seus dois tesouros: Maria e José. Depois, fala de Zacarias, que é sacerdote, mas cujo coração está menos virado para o Céu do que o de José. Zacarias pensa humanamente e julga saber mais do que Maria, ao ponto de poder servir de mestre do Mestre. É claro que Maria se opõe ao que ele diz e poderia ter triunfado na conversa, mas retira-se por causa da dignidade do sacerdote.

Depois de ter salientado que um padre é geralmente iluminado por Deus, Maria sublinha finalmente que obedecer salva sempre, mesmo que o conselho que se recebe não seja absolutamente perfeito. Ficar em Belém e na Judeia foi bom quando se deu a fuga para o Egito: de Nazaré, teria sido muito mais difícil.

Para concluir, Maria ensina-nos que o respeito pelo sacerdote é sempre um sinal de boa formação cristã. Mesmo que percam a chama apostólica, são eles que fazem descer o Pão do Céu, e este contacto torna-os "santos como um cálice sagrado". Devemos, portanto, considerá-los como tal e rezar por eles se as suas almas estiverem paralisadas e doentes. Devemos rezar a Cristo pela sua santificação, porque salvar uma alma sacerdotal "é salvar muitas almas".

Conteúdo do capítulo: 31.1: Chegada de Zacarias sozinho, a quem José conta os acontecimentos da Natividade. 31.2: "A hóstia" nos braços de Zacarias. 31.3: Presentes de Isabel para a criança. 31.4: O Messias deve crescer em Belém. 31.5: Zacarias convence o casal a estabelecer-se em Belém. 31.6: A santidade de José. 31.7: Zacarias contra José. 31.8: Os verdadeiros sacerdotes e os outros. 31.9: A obediência salva sempre. 31.10: O respeito pelo sacerdote é sempre um sinal de integridade cristã.

EMF 31.1

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Vejo o longo salão onde vi o encontro dos Magos com Jesus e a adoração deles ao Menino. Compreendo que estou na casa hospitaleira em que foi acolhida a sagrada Família. E é aí que assisto à chegada de Zacarias. Isabel não veio com ele.

A dona da casa vai lá fora correndo, até a varanda, ao encontro do hóspede que está chegando, e o conduz junto a uma porta, onde bate. Depois, discretamente, se retira.

José abre a porta, e solta uma exclamação de júbilo, ao ver Zacarias. Ele o faz entrar em um quarto pequeno como um corredor.

– Maria está dando de mamar ao Menino. Espera um pouco. Assenta-te, que deves estar cansado.

José arranja lugar para o hóspede sobre sua pobre cama, assentando-se também ao seu lado.

Ouço que José lhe pergunta sobre o pequeno João. Zacarias, lhe responde:

– Está crescendo, viçoso como um potrinho. Mas agora sofre um pouco por causa dos dentes. Por isso não quisemos trazê-lo. Está fazendo muito frio. Isabel também não veio por este motivo. Ela não podia deixar o menino sem leite. Ficou muito triste. Mas está tão forte a estação!

– Muito forte, de fato –responde José.

– O homem, que me mandastes disse-me que estáveis sem casa, quando o Menino nasceu. Sabe-se lá quanto tereis sofrido.

– Sim, é bem verdade. Mas o nosso medo era maior do que o incômodo. Tínhamos medo que prejudicasse o Menino. Nos primeiros dias tivemos que ficar sem casa. Mas não faltou nada para nós, porque os pastores levaram a boa nova aos habitantes de Belém. E foram muitos os seus presentes. Mas faltava uma casa, faltava um aposento mais resguardado, uma cama. Jesus chorava tanto, especialmente à noite, por causa do vento que entrava por toda a parte. Eu fazia um pouco de fogo. Pouco, porque a fumaça fazia o Menino tossir… e o frio continuava. Dois animais esquentam pouco, especialmente lá onde o ar frio entra por todos os buracos! Faltava água quente para lavar o Menino, faltava roupa seca para trocá-lo. Oh! Ele sofreu muito! E Maria sofria ao vê-lo sofrer. Se eu sofria… podes imaginar Sua mãe. Ela lhe dava leite e lágrimas, leite e amor. Agora, aqui estamos melhor. Eu tinha preparado um berço muito cômodo, e Maria o tinha completado com um colchãozinho bem macio. Mas ficou em Nazaré! Ah! Se Ele tivesse nascido lá, teria sido diferente!

– Mas o Cristo devia nascer em Belém. Foi profetizado.

EMF 31.3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

31.3 Todos se assentam, e Zacarias repete a Maria o motivo pelo qual Isabel não veio, e a pena que ela sentiu por isso.

– Ela tinha preparado nestes meses alguns tecidos para o teu bendito Filho. Eu os trouxe para ti. Estão no carro, lá embaixo.

Ele se levanta e vai lá fora, voltando com um pacote grande e outro menor. Tanto do pacote grande, que José apanhou de suas mãos, como do outro, ele vai tirando logo os seus presentes: uma macia colcha de lã, tecida a mão, alguns linhos e vestidinhos. Do outro pacote, vai tirando mel, uma farinha muito branca, manteiga e maçãs para Maria, pães, amassados e cozidos por Isabel, e muitas outras pequenas coisas, que falam do afeto materno da prima para com a jovem mãe.

– Dirás a Isabel que lhe sou grata, e a ti também agradeço. Eu teria muita alegria em vê-la, mas compreendo suas razões. Também gostaria de rever o pequeno João…

– Mas o vereis na primavera.

– Nazaré é muito longe –diz José.

EMF 31.4-5

O Evangelho como me foi revelado

Citação

31.4 – Nazaré? Mas vós deveis permanecer aqui. O Messias deve crescer em Belém. É a cidade de Davi. O Altíssimo o conduziu, por meio da vontade de César, para vir nascer na terra de Davi, a terra santa da Judéia. Por que, então, levá-lo para Nazaré? Vós sabeis, como os nazarenos são mal vistos pelos judeus. Amanhã este Menino deverá ser o Salvador do seu povo. E não fica bem que a cidade capital despreze o seu Rei, só porque Ele vem de uma terra que ela despreza. Vós sabeis, tanto quanto eu, como é caviloso o Sinédrio, e como são orgulhosas as três castas principais… Além disso, aqui, perto de mim, poderei ajudar-vos um pouco, e pôr tudo o que possuo, não só de coisas materiais, mas de dons morais, a serviço deste Recém-Nascido. E, quando Ele estiver na idade de compreender, serei feliz de ser-lhe o mestre, como farei ao meu menino, a fim de obter que ele, depois de grande, me abençoe. Devemos pensar que Ele está destinado a um futuro brilhante e que por isso, deve poder apresentar-se ao mundo com todas as cartas, para vencer facilmente a sua partida. Ele certamente possuirá a Sabedoria. Mas só o fato de que tenha tido por mestre um sacerdote, o tornará mais aceito aos difíceis fariseus e aos escribas e tornará mais fácil a sua missão.

31.5 Maria olha para José e José olha para Maria. Sobre a cabeça inocente do Menino, que está dormindo, todo rosado e despreocupado, cruza-se uma troca muda de perguntas. E são perguntas veladas de tristeza. Maria está pensando em sua casinha. José pensa no seu trabalho. Aqui tudo está por refazer, num lugar onde, até poucos dias atrás, eles eram desconhecidos. Aqui não há nada daquelas coisas queridas, que foram deixadas lá, e preparadas com tanto amor para o Menino.

E Maria diz:

– Que vamos fazer? Lá deixamos tudo. José havia trabalhado tanto pelo meu Jesus, sem poupar fadiga ou dinheiro. Havia trabalhado até de noite, porque de dia trabalhava para os outros ganhando o necessário para comprar as madeiras mais belas, a lã mais macia, o linho mais alvo, para Jesus. Ele tinha construído colméias e trabalhado de pedreiro, para dar à casa uma disposição melhor, a fim de que o berço pudesse ficar no meu quarto, e aí permanecesse até que Jesus estivesse mais crescido e o berço daria lugar à sua cama, pois Jesus ficará comigo até a adolescência.

– José pode ir lá buscar o que deixastes.

– E onde colocá-lo? Tu sabes, Zacarias, que nós somos pobres. Não temos mais que nosso trabalho e a casa, isto é o que nos dá sustento, sem passarmos fome. Mas aqui… trabalho poderemos achar, talvez. Mas teremos sempre que pensar em uma casa. Esta boa mulher não pode nos hospedar sempre. Eu não posso sacrificar José, mais do que ele já se sacrificou por mim!

– Oh! Eu! Para mim não é nada! Eu penso na dor de Maria. A dor de não estar em sua casa.

Maria solta duas grandes lágrimas.

– Eu penso que aquela casa lhe deve ser querida como o Paraíso, pelo prodígio que nela se realizou. Eu falo pouco, mas entendo muito. Se não fosse por isso, não me afligiria. Trabalharei dobrado, eis tudo. Sou forte e jovem para trabalhar o dobro do que costumava, para prover a tudo. Se Maria não sofrer muito, e se tu me dizes que é bom fazer assim… aqui estou. Farei aquilo que vos parecer mais justo. Basta que a Jesus seja útil.

– Será útil, com certeza. Pensai nisso e vereis as razões.

– Também se diz que o Messias será chamado Nazareno –objeta Maria.

– É verdade. Mas, pelo menos enquanto não estiver adulto, fazei que Ele cresça na Judéia. Diz o Profeta: “E tu, Belém Efrata, serás a maior porque de ti sairá o Salvador.” Não fala de Nazaré. Pode ser que aquela denominação lhe será dada por algum motivo a nós desconhecido. Mas a sua terra é esta.

– Tu o dizes, sacerdote, e nós… com dor, te estamos escutando… e te atendemos. Mas, que dor!… Quando verei aquela casa, onde me tornei mãe?

Maria chora baixinho. E eu compreendo este seu pranto. Oh! se compreendo!

A visão me cessa com este pranto de Maria.

Detalhe

Depois da Natividade, Zacarias foi visitar José e Maria. Opõe-se ao regresso da Sagrada Família a Nazaré.

EMF 31.6

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Por ora, eu te alivio o espírito, mostrando-te a santidade de José, que era homem, ou seja, que não tinha outra ajuda para o seu espírito, senão a sua santidade. Eu tinha todos os dons de Deus, na minha condição de imaculada. Embora não o soubesse, na minha alma esses dons eram ativos e me davam forças espirituais. Mas ele não era imaculado. A natureza humana estava nele com todo o seu peso grave, e ele devia erguer-se para a perfeição com todo aquele peso, à custa de contínua fadiga de todas as suas faculdades, para poder alcançar a perfeição e ser agradável a Deus.

Oh! Meu santo esposo! Santo em todas as coisas, até nas mais humildes coisas da vida. Santo, pela sua castidade de anjo. Santo pela sua honestidade de homem. Santo pela sua paciência, pela sua operosidade, pela sua serenidade sempre igual, pela sua modéstia, por tudo.

Sua santidade brilha também neste acontecimento. Um sacerdote lhe diz: “É bom que tu te estabeleças aqui”, e ele, mesmo sabendo quão maior será a fadiga que irá encontrar, diz: “Para mim não é nada. Penso na dor de Maria. Se não fosse por isso, por mim eu não me afligiria. Basta que isso seja útil a Jesus.” Jesus e Maria são os seus angélicos amores. Não amou nada mais sobre a terra, este meu santo esposo. E desse amor, ele mesmo se fez servo.

Já o fizeram protetor das famílias cristãs e dos trabalhadores, e de muitas outras categorias. Mas, não somente dos agonizantes, dos esposos, dos operários; deveria-se fazê-lo protetor, também dos consagrados. Qual entre os consagrados da terra, a serviço de Deus, seja ele qual for, se terá consagrado assim a serviço do seu Deus, aceitando tudo, renunciando a tudo, suportando tudo, cumprindo tudo prontamente, com espírito alegre, com um humor constante, como ele fez? Não, não há.

EMF 31.7

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Zacarias é um sacerdote. José não é. Mas observa bem como aquele que não é sacerdote tem o espírito no Céu, mais que o próprio sacerdote. Zacarias pensa humanamente, interpretando assim as Escrituras, porque não é a primeira vez que faz isso, e se faz guiar pelo bom senso humano. Por isso ele foi castigado. Aqui ele está tendo uma recaída, ainda que menos grave. Ele havia dito sobre o nascimento de João: “Como vai poder acontecer isso, se eu já estou velho, e minha mulher é estéril?”. Agora ele está dizendo: “Para tornar mais fácil a sua missão, o Cristo deve crescer aqui” e, com aquela pequena raiz de orgulho, que persiste até nos melhores, pensa em poder ser ele útil a Jesus. Não útil como quer ser José, servindo-o, mas útil, fazendo-se mestre dele… Deus o perdoou pela boa intenção. Mas tinha, por acaso, o “Mestre” necessidade de ter mestres?

Eu procurei fazê-lo ver a luz nas profecias, mas ele se julgava mais douto do que eu, e usava esse seu julgamento a seu modo. Eu teria podido insistir e vencer. Mas — e aqui está a segunda observação que desejo que faças — eu respeitei o sacerdote pela sua dignidade, e não pelo seu saber.

Detalhe

Maria refere-se à visão dada em EMV 31.1-5.

EMF 32

O Evangelho como me foi revelado

Detalhe

Título do capítulo : Apresentação de Jesus no Templo. A virtude de Simeão e a profecia de Ana.

Data da visão e do ditado: Terça-feira, 1 de fevereiro de 1944

Calendário: Segunda-feira, 20 de janeiro de 4 d.C.

Local (mapa) : Jerusalém

Ciclo: Nascimento e infância de Jesus

Resumo: Maria e José deixam Belém para ir a Jerusalém. Vão apresentar Jesus no Templo. A cerimónia decorre sem problemas. Quando o rito termina, encontram Simeão, que pede para levar a criança. Os pais aceitam o pedido do velho e ele chora de alegria, dizendo as palavras que conhecemos do Evangelho. Ao ouvir as palavras sobre a sua dor futura, Maria deixa de sorrir e segura o Menino junto ao seu coração, enquanto se aproxima de José. Ana de Fanuel vem consolá-la.

Em seguida, Jesus dá um ditado e dois ensinamentos. O primeiro é que a verdade não é revelada ao sacerdote que celebra o rito, que está espiritualmente ausente. A verdade é revelada a Simeão, que é um simples fiel, mas que se deixou mover pelo Espírito, tendo sempre boa vontade dentro de si. O segundo ensinamento diz respeito a Ana de Fanuel, que conforta Maria. Dirigiu-se aos contemporâneos de Maria e ao nosso tempo, para dizer que o Senhor também pode enviar o seu anjo para consolar o seu povo. Basta ter fé suficiente para o invocar, para receber a sua misericórdia e o seu perdão. O Salvador recorda também que Deus permaneceu fiel à sua promessa de não voltar a enviar o dilúvio, ao passo que o homem não cumpre as suas promessas. No entanto, Deus ajudar-nos-ia mais uma vez se a maioria de nós o invocasse com fé e amor.

Por fim, diz àqueles que tentam contrabalançar a severidade de Deus que não tenham medo, pois o Altíssimo enviar-nos-á o seu anjo para nos consolar. Devemos permanecer unidos à Cruz, pois ela sempre triunfou.

Conteúdo do capítulo: 32.1: Pelo campo. 32.2: E na cidade. 32.3: A purificação da mãe. 32.4: A apresentação do menino. 32.5: As profecias de Simeão. 32.6: A profetisa Ana de Fanuel. 32.7: A boa vontade não se manifesta nas práticas exteriores, mas na oração. 32.8 : Simeão teve essa boa vontade e perseverança. 32.9 : Deposita a tua angústia aos pés de Deus.