Ir para o conteúdo

Notas do tema

Personagens principais e secundárias

Página 31 de 175

Conforto de leitura

Aa

EMF 49.8

O Evangelho como me foi revelado

Citação

49.8 Mal saíram, Pedro diz:

– O que terá Ele querido dizer antes, quando falou que eu hei de pescar com outras redes e que farei outras pescas?

– Por que não lhe perguntaste? Querias dizer tantas coisas e, afinal, quase não falaste.

– Eu… estava com vergonha. Ele é tão diferente de todos os outros rabinos!

– Agora vai para Jerusalém… –João diz isso com muita saudade e desejo–. Eu queria perguntar-lhe se me deixava ir com Ele, mas… não tive coragem…

– Vai dizer-lhe isso, rapaz –diz Pedro–. Nós o deixamos assim… sem uma palavra de amor… Que pelo menos Ele saiba que nós o admiramos. Vai, vai, que eu falo com teu pai.

– Posso ir, Tiago?

– Vai.

João vai e volta correndo… e jubiloso.

– Eu disse a Ele: “Queres-me Contigo em Jerusalém?” Ele me respondeu: “Vem, amigo!” Amigo, Ele me disse! Amanhã a esta hora virei para cá. Ah! Em Jerusalém com Ele!…

… A visão termina.

Detalhe

Em EMV 48.6, Jesus diz a João e a Tiago: "Ele [Pedro] está a lançar a rede e está impaciente por ter de o fazer sozinho, porque não saíste no barco duplo numa noite em que a pesca era tão boa.... Ele não sabe que, em breve, estará a pescar com redes completamente diferentes para apanhar presas completamente diferentes."

EMF 49.9-11

O Evangelho como me foi revelado

Citação

49.9 Como motivo para esta visão, disse-me Jesus esta manhã (14 de outubro):

– Quero que tu e todos observeis o comportamento de João. É um lado seu que sempre passa desapercebido. Vós o admirais porque ele é puro, amoroso, fiel. Mas não notais que foi grande também sua humildade. Ele, artífice da vinda de Pedro a Mim, modestamente se cala neste particular.

O apóstolo de Pedro e, por isto, o primeiro dos meus apóstolos, foi João. O primeiro a reconhecer-me, o primeiro a dirigir-me a palavra, o primeiro a seguir-me, o primeiro a pregar sobre Mim. No entanto, estais vendo o que ele diz? Diz assim: “André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois, que tinham ouvido as palavras de João, e tinham seguido a Jesus. O primeiro, com quem se encontrou foi com o seu irmão, Simão, ao qual disse: ‘Encontramos o Messias’, e o levou a Jesus.”

Justo, além de bom, ele sabe que André se angustia por ter um caráter fechado e tímido, que gostaria de fazer muitas coisas mas não consegue, e João quer que o reconhecimento da sua boa vontade chegue a ele, na memória dos pósteros. João quer que André apareça como o primeiro apóstolo de Cristo junto a Simão, perto do irmão, não obstante a sua timidez e acanhamento lhe terem dado alguma derrota em seu apostolado.

49.10 Quem, entre aqueles que fazem alguma coisa por Mim, sabem imitar João, sem se autoproclamarem apóstolos insuperáveis, sem pensar que o seu êxito provém de um complexo de coisas, não somente santidade, mas também audácia humana, sorte e, ocasionalmente, encontram-se com outros menos audazes e felizardos, embora talvez mais santos?

Quando vós vos saís bem no que fazeis de bom, não vos glorieis, como se o mérito fosse todo vosso. Dai louvor a Deus, Senhor dos operários apostólicos, tende os olhos limpos e o coração sincero para ver e para dar a cada um o aplauso que lhe cabe. Olhos limpos para discernir os apóstolos que cumprem o holocausto, e que são as primeiras e verdadeiras alavancas no trabalho dos outros. Só Deus vê estes que, tímidos, parecem nada fazer, mas, ao contrário, são os raptores do fogo do céu, que ataca os audazes. Um coração sincero para saber dizer: “Eu trabalho. Mas este ama mais do que eu, prega melhor do que eu, se imola, como eu não sei fazer, e como Jesus disse: ‘… dentro do próprio quarto, com a porta fechada para rezar em segredo’. Eu, que vejo a sua humilde e santa virtude, quero torná-la conhecida, e dizer: ‘Eu sou instrumento ativo; este é força que me põe em movimento, porque, ligado a Deus como ele, que é para mim canal de força celeste’.”

A bênção do Pai, que desce para recompensar o humilde, que em silêncio se imola para dar força aos apóstolos, descerá também sobre o apóstolo que sinceramente reconhece a sobrenatural e silenciosa ajuda que lhe vem do humilde, e o seu mérito, que a superficialidade dos homens não nota.

Aprendei todos.

49.11 É o meu predileto? Sim. Mas não tem também esta semelhança Comigo? Puro, amoroso, obediente, mas também humilde. Eu me espelhava nele, via nele as minhas virtudes. Eu o amava por isso, como um segundo Eu. Via sobre ele o olhar do Pai que o reconhecia como um pequeno Cristo. E minha mãe me dizia: “Nele sinto ter um segundo filho. Parece-me estar vendo a Ti, reproduzido em um homem.”

Oh! a cheia de sabedoria como te conheceu, ó meu dileto! Os céus azuis de vossos corações de pureza se fundiram em um único velário para me dar proteção de amor, e tornarem-se assim um só amor, antes ainda que Eu desse minha mãe a João, e João à minha mãe. Eles se amaram, porque se reconheceram semelhantes: filhos­ e irmãos do Pai e do Filho.

Anotação

João 1:39-42:

André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois discípulos que ouviram a palavra de João e seguiram Jesus. Primeiro encontrou Simão, seu irmão, e disse-lhe: "Encontrámos o Messias" - que significa Cristo. André levou o seu irmão a Jesus. Jesus olhou para ele e disse: "Tu és Simão, filho de João; o teu nome será Kefas" - que significa Pedro.

EMF 50

O Evangelho como me foi revelado

Detalhe

Jesus saiu de Cafarnaum e foi para Betsaida. Pedro acolheu-o e ofereceu-se para o deixar ficar em sua casa. Cristo aceitou, e Simão de Jonas ficou muito contente. Jesus retirou-se para rezar e depois foi para fora. Aí encontra algumas crianças, entre as quais uma que não queria brincar à guerra. Jesus defende o seu ponto de vista, explicando que a guerra é um castigo de Deus. Quando as crianças dizem que o rapaz se recusa porque perde sempre, Jesus sorri e afirma que não devemos recusar uma coisa quando ela nos prejudica: isso é egoísmo. Devemos recusar uma coisa quando ela prejudica toda a gente, mesmo que tenhamos a certeza de que vamos ganhar. A conversa prossegue e Jesus fala-lhes por um momento do Juízo Final e da Redenção que se aproxima, inspirando-se no livro de Neemias. As crianças reconhecem que ele é o Messias e ele promete levá-las consigo, se forem boas e obedientes aos seus pais.

Filipe vem ter com ele e Jesus convida-o a segui-lo. O apóstolo aceita e Jesus diz-lhe que o siga. O apóstolo aceita e Jesus fala-lhe de Natanael. O velho foi buscar Bartolomeu e tudo correu conforme o Evangelho.

Jesus vai então a Betsaida para pregar. O Salvador vem recordar a lei do Decálogo, que era simples no princípio. Não é preciso mais nada, e o Messias exorta-nos sobretudo a amar. Encoraja-nos mesmo a amar os nossos inimigos.

No fim do sermão, Jesus diz que vai para Jerusalém. Pedro ficou dividido, mas decidiu seguir o Mestre. Tiago de Zebedeu, André, Filipe e Natanael acompanham-no. Jesus aceita-os e o grupo reza em conjunto. Depois, Cristo manda-os embora e explica que continuará a rezar durante este tempo. O Filho do Homem precisa de oração para continuar a ser o Redentor.

EMF 50.1-2

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Mais tarde (às 9:30 horas) preciso descrever isto.

João bate à porta da casa onde Jesus está hospedado. Aparece uma mulher, que ao vê-lo, vai chamar Jesus.

Saúdam-se com a saudação da paz. E depois:

– Vieste sem demora, João –diz Jesus.

– Eu vim para dizer-te que Simão Pedro te pede que passes por Betsaida. Ele falou de Ti a muitos. Esta noite não fomos pescar. Ficamos rezando, como sabemos, e renunciamos ao lucro porque… o sábado ainda não havia terminado. Esta manhã estivemos andando pelas ruas, falando de Ti. Há pessoas que gostariam de te ouvir. Irás então, Mestre?

– Vou. Mesmo se Eu deva ir a Nazaré, antes de Jerusalém.

– Pedro te levará de Betsaida a Tiberíades, com seu barco. Assim irás mais depressa.

–Então, vamos.

Jesus pega o manto e o alforje. Mas João lhe toma este último. Lá se vão os dois, depois de terem saudado a dona da casa.

50.2 A visão me mostra a saída do povoado e o começo da viagem para Betsaida. Mas não ouço discursos, ao contrário, a visão tem uma interrupção, mas continua, na entrada de Betsaida. Compreendo que é essa a cidade, porque vejo Pedro, André e Tiago, junto com algumas mulheres que estão esperando Jesus na entrada do povoado.

– A paz esteja convosco. Eis-me aqui.

– Obrigado, Mestre, por nós e pelos que Te estão esperando. Hoje não é sábado, mas, dirás tuas palavras aos que estão esperando para Te ouvir?

– Sim, Pedro. Eu o farei. Na tua casa.

Pedro está exultante:

– Então, vem. Esta é minha mulher, esta é a mãe do João, e estas são as amigas delas. Mas há outros também à tua espera: são parentes e amigos nossos.

– Avisa-os que partirei de tarde, mas que antes falarei a eles.

Deixei de dizer que, tendo eles partido de Cafarnaum ao pôr-do-sol, os vi chegar a Betsaida pela manhã.

EMF 50.2

O Evangelho como me foi revelado

Citação

50.2 A visão me mostra a saída do povoado e o começo da viagem para Betsaida. Mas não ouço discursos, ao contrário, a visão tem uma interrupção, mas continua, na entrada de Betsaida. Compreendo que é essa a cidade, porque vejo Pedro, André e Tiago, junto com algumas mulheres que estão esperando Jesus na entrada do povoado.

– A paz esteja convosco. Eis-me aqui.

– Obrigado, Mestre, por nós e pelos que Te estão esperando. Hoje não é sábado, mas, dirás tuas palavras aos que estão esperando para Te ouvir?

– Sim, Pedro. Eu o farei. Na tua casa.

Pedro está exultante:

– Então, vem. Esta é minha mulher, esta é a mãe do João, e estas são as amigas delas. Mas há outros também à tua espera: são parentes e amigos nossos.

– Avisa-os que partirei de tarde, mas que antes falarei a eles.

Deixei de dizer que, tendo eles partido de Cafarnaum ao pôr-do-sol, os vi chegar a Betsaida pela manhã.

Detalhe

Jesus deixa Cafarnaum e vai para Betsaida.

EMF 50.2

O Evangelho como me foi revelado

Citação

50.2 A visão me mostra a saída do povoado e o começo da viagem para Betsaida. Mas não ouço discursos, ao contrário, a visão tem uma interrupção, mas continua, na entrada de Betsaida. Compreendo que é essa a cidade, porque vejo Pedro, André e Tiago, junto com algumas mulheres que estão esperando Jesus na entrada do povoado.

– A paz esteja convosco. Eis-me aqui.

– Obrigado, Mestre, por nós e pelos que Te estão esperando. Hoje não é sábado, mas, dirás tuas palavras aos que estão esperando para Te ouvir?

– Sim, Pedro. Eu o farei. Na tua casa.

Pedro está exultante:

– Então, vem. Esta é minha mulher, esta é a mãe do João, e estas são as amigas delas. Mas há outros também à tua espera: são parentes e amigos nossos.

– Avisa-os que partirei de tarde, mas que antes falarei a eles.

Deixei de dizer que, tendo eles partido de Cafarnaum ao pôr-do-sol, os vi chegar a Betsaida pela manhã.

– Mestre, eu Te peço. Fica uma noite em minha casa. O caminho para Jerusalém é longo, mesmo que eu o encurte para Ti, com o barco até Tiberíades. Minha casa é pobre, mas honesta e amiga. Fica conosco esta noite.

Jesus olha para Pedro e para os outros, que estão todos esperando a resposta. Jesus os olha perscrutador. Depois, sorri e diz:

– Sim.

Nova alegria para Pedro.

Muitas pessoas estão olhando das portas, fazendo sinais com os olhos. Um homem chama Tiago pelo nome, fala-lhe baixo, indicando Jesus. Tiago anui, e o homem vai conversar com outros, que ficaram esperando numa encruzilhada.

Entram na casa de Pedro. Uma cozinha grande e enfumaçada. Em um canto há redes, cordas e cestas para a pesca. No meio, a lareira larga e baixa que, por enquanto, está apagada. Das duas portas opostas se vê a rua e o pequeno pomar com uma figueira e uma videira. Do outro lado da rua, vê-se o cérulo das ondas do lago. Além do pomar, está a parede escura de outra casa.

– Ofereço a Ti o que tenho, Mestre, e como sei…

– Melhor e mais não poderias, porque me ofereces com amor.

Dão a Jesus água para se refrescar e depois, pão e azeitonas. Jesus prova uns poucos bocados, mais para mostrar que aceita, depois recusa, agradecendo.

Do outro lado do pomar e da rua alguns meninos estão observando com curiosidade. Mas não sei se são filhos de Pedro. Só sei que, de vez em quando, ele lhes dá uns olhares ameaçadores, para barrar os pequenos invasores. Jesus sorri, e diz:

– Deixa-os à vontade.

– Mestre, queres descansar? Ali é o meu quarto, aquele é o de André. Escolhe. Não faremos barulho, enquanto descansas.

– Por acaso, não tens um terraço?

– Sim. A videira faz um pouco de sombra, mesmo que esteja ainda quase sem folhas.

– Leva-me, então, ao terraço. Prefiro descansar lá em cima. Lá, pensarei e rezarei.

– Como quiseres. Vem.

Do pequeno pomar, uma escadinha sobe para o teto, que é um ter­raço limitado por um baixo muro. Aqui também há redes e cordas. Mas quanta luz do céu e quanto azul do lago!

Jesus se assenta em um banco, com as costas apoiadas ao muro. Pedro lida com uma vela, que estende perto da videira para fazer uma proteção contra o sol. Há brisa e silêncio. Jesus está visivelmente gostando.

– Eu já me vou, Mestre.

– Vai. Tu e João, ide dizer que, ao pôr-do-sol, falarei aqui.

Jesus fica só e faz uma longa oração. Exceto dois casais de pombos, que vão e vêm dos ninhos, e um gorjeio de pássaros, não há barulho nem pessoas em torno de Jesus que reza. As horas passam calmas e serenas.

EMF 50.3-4

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Depois, Jesus se levanta, dá uns passos pelo terraço, olha o lago, sorri para uns meninos que estão brincando na rua e que lhe sorriem, olha a rua, na direção da pracinha, que fica a uns cem metros da casa. Depois desce. Vai até a cozinha:

– Mulher, vou passear à beira do lago.

Sai, e de fato vai para a beira do lago, junto dos meninos. E lhes pergunta:

– O que estais fazendo?

– Nós queríamos brincar de guerra. Mas ele não quer e, então, vamos brincar de pesca.

O “ele” que não quer é um homenzinho de corpo delgado, mas com um rosto que revela grande perspicácia. Talvez ele perceba que, delgado como é, ao fazer “a guerra”, poderia sair perdendo, e por isso, defende a paz.

Jesus aproveita o assunto para falar aos meninos:

– Ele tem razão. A guerra é um castigo de Deus para a punição dos homens, e sinal de que o homem não é mais verdadeiro filho de Deus. Quando o Altíssimo criou o mundo, fez todas as coisas: o sol, o mar, as estrelas, os rios, as plantas, os animais, mas não fez as armas. Criou o homem, e lhe deu olhos para que tivesse olhares de amor, boca para dizer palavras de amor, ouvido para ouvi-las, mãos para dar socorro e carícias, pés para correrem velozes até o irmão necessitado, e coração capaz de amar. Deu ao homem a inteligência, a palavra, os afetos, os gostos. Mas não deu o ódio. Por que? Porque o homem, criatura de Deus, devia ser amor, como Deus é Amor. Se o homem tivesse continuado a ser criatura de Deus, teria permanecido no amor, e a família humana não teria conhecido nem guerra nem morte.

– Mas ele não quer brincar de guerra, porque perde sempre (eu já tinha adivinhado isso).

Jesus sorri, e diz:

– Não é preciso não querer aquilo que nos prejudica, só porque nos prejudica. Mas é preciso não querer uma coisa, quando ela prejudica a todos. Se um, diz: “Eu não quero isto, porque vou perder”, ele é egoísta. Ao contrário, o bom filho de Deus diz: “Irmãos, eu sei que vou ganhar, mas eu vos digo: não vamos fazer isso, porque vós teríeis prejuízo.” Oh! Como esse compreendeu bem o mandamento principal! Quem sabe me dizer qual é?

Em coro, as onze bocas dizem:

– “Amarás o teu Deus com todo o teu ser e ao teu próximo como a ti mesmo.”

– Oh! Sois uns meninos muito inteligentes!

50.4 Ides todos à escola?

– Sim.

– Quem é o mais inteligente?

– Ele.

É o magrinho, que não quer brincar de guerra.

– Como te chamas?

– Joel.

– É um grande nome! Ele diz: “… o fraco diga: ‘sou forte’.” Mas forte no quê? Na lei do verdadeiro Deus, para estar entre aqueles que Ele vai julgar como santos seus, no vale da decisão final. Mas esse juízo já está perto. Não no vale da decisão, mas no monte da Redenção. Lá, entre o sol e a lua, escurecidos de horror, e as estrelas tremendo num pranto de piedade, serão julgados e separados os filhos da Luz, dos filhos das Trevas. Toda Israel saberá que o seu Deus veio. Felizes aqueles que o tiverem reconhecido. A eles mel, leite e águas claras lhes descerão aos corações, e os espinhos se tornarão rosas eternas. Quem de vós quer estar entre aqueles que vão ser julgados santos de Deus?

– Eu! Eu! Eu!

– Amareis, então, o Messias?

– Sim! Sim! A Ti! A Ti! Nós Te amamos! Nós sabemos quem és! Simão e Tiago nos disseram, e nossas mães também. Leva-nos Contigo!

– Na verdade, Eu vos levarei, se fordes bons. Nada mais de pala­vras feias, nem atitudes prepotentes, nem brigas, ou respostas más aos pais. Oração, estudo, trabalho, obediência. Eu vos amarei e virei estar convosco.

Os meninos estão todos em círculo em volta de Jesus. Parece uma corola de cores matizadas, apertada ao redor de um longo pistilo azul escuro.