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Jerusalém

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EMF 68.1

O Evangelho como me foi revelado

Citação

68.1 Vejo Jesus que, tendo Judas a seu lado, entra no recinto do Templo, e, depois de terem superado o primeiro terraço, ou escalão, se preferis chamá-lo assim, detém-se num ponto onde há uma série de pórticos, que rodeiam um amplo pátio, pavimentado com mármore de diversas cores. O lugar é muito bonito e cheio de gente.

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O Evangelho como me foi revelado

Citação

68.1 Vejo Jesus que, tendo Judas a seu lado, entra no recinto do Templo, e, depois de terem superado o primeiro terraço, ou escalão, se preferis chamá-lo assim, detém-se num ponto onde há uma série de pórticos, que rodeiam um amplo pátio, pavimentado com mármore de diversas cores. O lugar é muito bonito e cheio de gente.

Jesus olha ao redor de si e vê um lugar que lhe agrada. Mas, antes de dirigir-se para lá, diz a Judas:

– Chama-me o magistrado do lugar. Devo fazer-me reconhecer, para que não se diga que Eu falto com os costumes e o respeito.

– Mestre, Tu estás acima dos costumes e ninguém mais do que Tu tem o direito de falar na Casa de Deus. Tu, o seu Messias.

– Eu sei disso, tu o sabes, mas eles não sabem. Eu vim, não para escandalizar, nem para ensinar a violar não só a Lei, mas também os costumes. Pelo contrário, Eu vim justamente para ensinar o respeito, a humildade, a obediência e para acabar com os escândalos. Por isso Eu quero pedir para poder falar em nome de Deus, fazendo-me reconhecer pelo magistrado do lugar como digno de fazer isso.

– Mas na outra vez não fizeste assim.

– Na outra vez ardeu em Mim o zelo pela Casa de Deus, profanada por muitas coisas. Na outra vez era o Filho do Pai, o Herdeiro que, em nome do Pai e por amor à minha Casa, agia em sua majestade, à qual os magistrados e sacerdotes são inferiores. Agora Eu sou o Mestre de Israel e ensino a Israel também isso. Além disso, Judas, crês tu que o discípulo seja maior do que o Mestre?

– Não, Jesus.

– E tu, quem és? E quem sou Eu?

– Tu, o Mestre, eu, o discípulo.

– E então, se reconheces que assim são as coisas, porque queres ensinar o Mestre? Vai e obedece. Eu obedeço a meu Pai. Tu obedeces ao teu Mestre. Primeira condição do Filho de Deus: obedecer sem discutir, pensando que o Pai não pode dar senão ordens santas. Primeira condição do discípulo: obedecer ao Mestre, pensando que O Mestre sabe e não pode dar senão ordens justas.

– É verdade. Perdoa. Eu obedeço.

– Eu perdôo. Vai. E Judas, escuta ainda uma coisa: recorda-te disto. Recorda-te disto sempre, no futuro.

– De obedecer? Sim.

– Não. Lembra-te de que Eu fui respeitoso e humilde para com o Templo, ou seja, com as castas poderosas. Vai.

Judas olha para Jesus pensativamente, interrogativamente… mas não ousa perguntar mais nada. E vai-se pensativo.

68.2 … Ele volta com um personagem muito bem trajado.

– Eis, Mestre, o magistrado.

– A paz esteja contigo. Eu peço para poder ensinar, entre os rabinos de Israel, a Israel.

– És Tu rabi?

– Eu sou.

– Quem foi o teu mestre?

– O Espírito de Deus, que me fala com a sua sabedoria e me ilumina com sua luz sobre todas as palavras dos textos sagrados.

– És então, maior do que Hilel, Tu que, sem mestre, dizes saber toda a doutrina? Como pode alguém se formar, se não tem quem o forme?

– Como se formou Davi, o pastorzinho desconhecido, e que se tornou o rei poderoso e sábio pela vontade do Senhor.

– Qual o teu Nome?

– Jesus de José de Jacó, da estirpe de Davi, e de Maria de Joaquim, da estirpe de Davi, e de Ana de Arão, Maria, a Virgem desposada no Templo, porque era órfã, pelo Sumo Sacerdote, segundo a lei de Israel.

– Quem prova isso?

– Ainda devem estar aqui os levitas, que se recordam do fato e que foram contemporâneos de Zacarias, da classe de Abias, o meu parente. Interroga-os, se duvidas da minha sinceridade.

– Eu creio em Ti. Mas, quem me prova que sejas capaz de ensinar?

– Escuta-me e tu mesmo julgarás.

– Estás livre para fazeres isso… Mas… não és nazareno?

– Eu nasci em Belém de Judá, no tempo do recenseamento ordenado por César. Proscritos por ordens injustas, os filhos de Davi estão em toda a parte. Mas a estirpe é de Judá.

– Sabes… os fariseus… toda a Judéia… pela Galiléia…

– Eu sei. Mas podes ficar tranqüilo. Em Belém Eu vi a luz, em Belém Efrata, de onde vem a minha estirpe e se agora vivo na Galiléia, não é senão para que se cumpra o que foi determinado…

O magistrado se afasta alguns metros, indo atender a alguém que o chamou.

68.3 Judas pergunta:

– Por que não disseste que és o Messias?

– As minhas palavras o dirão.

– Qual era a profecia que se devia cumprir?

– A reunião de todo Israel sob o ensinamento da palavra de Cristo. Eu sou o Pastor de que falam os Profetas, e venho para reunir as ovelhas de todas as regiões, venho para curar as doentes e levar para uma pastagem boa as errantes. Para Mim não há Judéia ou Galiléia, Decápolis ou Iduméia. Só há uma coisa: o Amor, que olha com um só olhar e une em um único abraço para salvar…

Jesus está inspirado. Parece emitir raios de tão sorridente que está em seu sonho. Judas o olha admirado.

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Jesus sai do Templo com Judas. Judas quer ir com ele, mas Jesus diz-lhe que tem de rezar com o Pai. Afirma que o espírito deve sempre prevalecer sobre a carne e que a carne deve quase ser morta em favor da vida sobrenatural. Judas pergunta então como é que não se pode preocupar com a carne e evoca o mandamento "Não matarás". Jesus responde-lhe que é preciso comer com continência, sem se envenenar nem comer demais, porque isso agrada ao nosso paladar. Em seguida, volta ao tema do suicídio e fala longamente sobre ele. Cristo declara que quem se suicida peca por orgulho. Judas diz que as pessoas se suicidam por desespero, mas Jesus diz que o desespero não é outra coisa senão orgulho: porque acreditamos que não temos ajuda em lado nenhum, nem mesmo de Deus, que é Pai e que pode chegar até nós. Judas observa que todos aqueles que se suicidaram nas Escrituras antes da sua vinda tinham pecado, mas o Mestre declara que eles terão podido receber a Misericórdia de Deus, embora nunca seja permitido fazer violência a si próprio ou aos outros. Depois da vinda do Verbo, pelo contrário, o pecado do suicídio será sempre severamente condenado pela Justiça de Deus se o pecador se suicidar, declarando que ele está para sempre separado de Deus e não pode receber o seu perdão. Uma vez que a vida é um dom de Deus, devemos amá-la e utilizá-la para ganhar a eternidade.

Judas compreende o pensamento de Cristo, mas tem dificuldade em aplicá-lo. Falam da tentação de Cristo, e depois Jesus fala dos anjos (espíritos puros) e do homem, o rei da criação, que Jesus veio reabilitar.

Prestes a deixar Jesus, Judas pergunta-lhe se não o pode levar para outro lugar que não seja o olival, para o tornar "mais bem visto". Mas, embora Jesus lhe agradeça a sua consideração, gosta de ficar neste ambiente humilde. Virá para todos, para os pequenos e para os grandes, mas ficará sobretudo onde houver humildade. Por fim, os dois homens separam-se pouco depois.

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Jesus chega a casa de Jonas, no olival do Getsémani. Jonas diz-lhe que João chegou e Jesus vai imediatamente ao seu encontro. Reencontram-se e o jovem discípulo fica contente. Conta-lhe que tinha deixado Docco com Simão, que tinha ido procurar Lázaro em Betânia. João pensa que Simão é muito competente, mas o Mestre diz-lhe que ele também é muito bom no que faz.

Chegam a casa e tomam uma refeição com o seu anfitrião. Depois, saem para o olival, onde vêem Jerusalém e Jesus comenta o Templo, que já não é o lugar santo que devia ser. João sugere então que se vá ver Hanne, que é uma mulher de família. João sugere então que se vá ter com Hannes e Caifás e com um rico comerciante de peixe para falar de Jesus e para o cansar menos, mas o Senhor recusa o convite e fala de Judas, que lhe tinha feito uma proposta semelhante para "ser mais bem visto". João acredita que Judas será melhor do que eles porque é mais instruído, mas Jesus ensina-lhe que não é assim, que muitas vezes são os corações que não têm conhecimento que sabem amar mais. Dito isto, pede-lhe que seja amigo de Judas, que o ajude a tornar-se melhor.

Entretanto, João fala de Simão Pedro e da bolsa que recebe de um desconhecido (Mateus). Este dá-lhe o dinheiro e Jesus diz-lhe que vai distribuí-lo pelos pobres, para que Judas descubra os seus hábitos. João percebe de quem se trata e fica surpreendido, mas dá notícias de Tomé, que foi ter com Filipe e Bartolomeu. Jesus diz-lhe que quer que os Doze se amem uns aos outros sem preferências, como uma família santa.

Por fim, declara que vai rezar e João quer ficar com ele, mas depressa adormece, e Jesus continua a oração em silêncio, enquanto o seu apóstolo repousa no seu coração.

Para concluir, Jesus faz um ditado, comparando Judas e João. O primeiro conserva a sua maneira de pensar e de ver, o segundo despoja-se de tudo para ser "o discípulo". João é o modelo de todos os apóstolos, ao passo que Judas é o próprio tipo de todos os apóstolos falhados.

EMF 70.1

O Evangelho como me foi revelado

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Vejo Jesus que se dirige à baixa casinha branca, que fica no meio do olival. Um jovenzinho o saúda. Parece ser ele do lugar porque tem nas mãos as ferramentas de podar e de sachar.

– Deus esteja Contigo, Rabi. O teu discípulo João veio e agora partiu novamente para ir ao teu encontro.

– Faz muito tempo?

– Não. Ele apenas passou aquele caminho. Nós pensávamos que Tu virias do lado de Betânia…

Jesus, rápido, toma o caminho, contorna o outeiro, vê João que desce quase correndo em direção à cidade e o chama.

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O Evangelho como me foi revelado

Citação

70.2 Chegaram à casinha. Entram na cozinha baixa e fumacenta. O dono o saúda:

– A paz esteja Contigo.

Jesus responde:

– Paz a esta casa, a ti e a quem vive contigo. Tenho Comigo um discípulo.

– Teremos pão e óleo para ele também.

– Eu trouxe peixe seco que Tiago e Pedro me deram. E, passando por Nazaré, tua mãe me deu pão e mel para Ti. Caminhei sem parar, mas agora o pão já deve estar duro.

– Não tem importância, João. Ele terá sempre o sabor das mãos da minha mãe.

João vai tirando os seus tesouros do alforje que ele tinha posto em um canto. E vejo preparar o peixe seco de uma maneira estranha. Eles o molham por poucos instantes, em água quente, depois o untam e assam sobre as chamas.

Jesus abençoa a comida e, com o discípulo, assenta-se à mesa. Estão ali também o dono da casa, que ouço ser chamado Jonas, e seu filho. A mãe vai e vem, levando o peixe, azeitonas pretas, verduras cozidas e temperadas com óleo. Jesus também põe na mesa o mel. E o oferece à mãe, estendendo-o com o pão.

– É da minha colméia –diz–. Minha mãe é quem cuida das abelhas. Come dele. É bom. És tão boa para Comigo, Maria, que mereces este e mais outro–, diz Ele depois, ao ver que a mulher não queria privá-lo do doce mel.

O jantar chega logo ao fim entre breves conversações em que todos participam. Assim que termina, depois de ter agradecido pelo alimento, Jesus diz a João:

– Vem. Vamos sair um pouco até o olival. A noite está morna e clara. Será agradável estar um pouco lá fora.

O dono da casa diz:

– Mestre, eu te saúdo. Estou cansado e meu filho também está cansado. Nós vamos dormir. Eu deixo a porta encostada e a candeia sobre a mesa. Já sabes como fazer.

– Vai então, Jonas, e apaga a candeia. Há um luar tão claro, que nós enxergaremos até sem levar luz.

– Mas o teu discípulo, onde é que vai dormir?

– Comigo. Em minha esteira há lugar também para ele. Não é verdade, João?

João, à idéia de dormir ao lado de Jesus, fica extasiado.

Detalhe

Jesus está com João e vão para uma casa amiga, o olival de Getsémani, propriedade de Jonas e de Marcos, seu filho.

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O Evangelho como me foi revelado

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70.3 Saem para o olival. Mas antes, João pegou qualquer coisa no saco que está no canto. Caminham um pouco e chegam a um ponto de onde se vê toda Jerusalém.

– Sentemo-nos aqui, e vamos conversar –diz Jesus.

Mas João prefere ir sentar-se aos pés de Jesus, sobre a erva cortada; está com o braço pousado sobre os joelhos do Mestre, com a cabeça apoiada sobre o braço, olhando de vez em quando para o seu Jesus. Parece um menino perto da pessoa para ele mais querida.

– É bonito também aqui, Mestre. Olha como a cidade parece grande de noite. Maior do que de dia.

– É porque a luz da lua fez desaparecer os contornos. Vê, parece que os limites se alargam nesta luminosidade prateada. Olha a cúpula do Templo lá em cima. Não parece estar suspensa no ar?

– Parece que os anjos a estão transportando sobre suas asas de prata.

Jesus suspira.

– Por que suspiras, Mestre?

– Porque os anjos abandonaram o Templo. Seu aspecto de pureza e santidade está limitado às paredes. Aqueles que deviam dar-lhe a alma — porque cada lugar tem sua alma, ou seja, o espírito para o qual ele foi erguido, e o Templo tem, deveria ter, alma de oração e santidade — são os primeiros a tirar-lhe. Não se pode dar o que não se tem, João. E, se muitos são os sacerdotes e os levitas que lá vivem, deles não há nem um décimo que seja apto para dar vida ao Lugar Santo. Morte é o que dão. Comunicam a ele a morte que está no seu espírito, morto ao que é santo. Eles têm as fórmulas. Mas não têm a vida delas. São cadáveres que estão quentes só pela putrefação que os está inchando.

– Eles te fizeram mal, Mestre?

João está com muita pena.

– Não. Ao contrário, me deixaram falar, quando pedi para fazê-lo.

– Tu o pediste? Por que?

– Porque não quero ser Eu aquele que inicia a guerra. A guerra virá assim mesmo. Porque a alguns Eu farei um tolo medo humano, e para outros, eu serei uma censura. Mas isto deve estar no livro deles. Não no meu.

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Jesus está com João no olival do Getsémani. Vêem toda a cidade de Jerusalém.

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Jesus fala com Judas. Estão à espera de Simão, o Zelota, e de João de Zebedeu, que se vão juntar a ele. Jesus diz-lhe que João é o seu primeiro discípulo e Judas fica magoado, mas não diz nada ao Mestre. O Mestre, que conhece o coração, pergunta ao Iscariotes porque é que ele não lhe diz o que pensa. Depois pergunta-lhe se o seu pai o amava, e Judas fala do seu pai com emoção. O Senhor assegura-lhe então que, se o seu pai o criou como Judas lhe diz, era certamente um homem justo e que se alegrará por saber que ele é discípulo do Messias. Mas Judas deve ver em Jesus o pai que perdeu e não lhe esconder nada. Judas declara que se tornará bom se Cristo o amar assim tanto. Admite que ficou magoado por não ter sido o primeiro discípulo, mas Jesus garante-lhe que não faz diferença no seu coração entre o primeiro e o último.

Entretanto, chegam Simão e João. O antigo leproso saúda o seu Salvador com um grito de alegria, e Jesus abençoa-o pelo trabalho de evangelização que já realizou. Simão aproveita a ocasião para falar de Lázaro, e Jesus promete-lhe que irá vê-lo. Seguem-se as apresentações entre os discípulos. Jesus envia João com Judas e pede a Simão que seja indulgente com este homem, que Simão-Pedro e os outros não apreciarão. Simão concorda e, com estas palavras, vão evangelizar as pessoas no Templo.

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Jesus, João, Simão, o Zelota, e Judas estão juntos. O Mestre pede-lhes que o acompanhem à Judeia, a não ser que isso lhes seja muito penoso, sobretudo para Simão. Mas Simão diz que tem um novo vigor desde o milagre do Senhor e que as escamas do ódio caíram do seu coração. Afirma mesmo que este milagre do coração é maior do que o milagre físico e, resmungando, Judas pergunta porque é que Jesus não faz isto a toda a gente. João intervém e diz que o Mestre já os está a mudar: pelo menos, tem-no feito desde que o Messias o chamou para o seguir. O Amado fica então embaraçado por ter falado diante do Mestre, mas o irmão de Tiago não quer que Judas entristeça o Mestre. Depois, Jesus intervém e diz que chegará um momento em que eles receberão do Senhor a força, a graça e a sabedoria, e que julgarão com justiça. Diz mesmo que os vai enviar e que eles vão poder fazer milagres... Judas regozija-se com essa ideia, João não tanto, pois já não estarão com Jesus. No entanto, Simão, o Zelota, diz-lhes que, se Cristo age assim, é porque sabe o que está a fazer e que devem confiar nele, mantendo-se humildes mesmo quando fazem milagres. Judas declara que, se quer fazer milagres, é para ver o Mestre triunfar... E Simão fala-lhe habilmente dos pensamentos humanos que corrompem a imagem de Cristo anunciada nas Escrituras: dá o exemplo dos zelotes, que queriam um reino humano e que foram castigados por Deus e por Roma. No entanto, no seu castigo, Simão conheceu o Filho de Deus e reconheceu-o no momento certo.

A conversa acalma-se e Jesus revela que vão para Belém.