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Notas do tema

Factos e elementos bíblicos no Novo Testamento

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EMF 24.9

O Evangelho como me foi revelado

Citação

O grande mistério de Sexta-Feira Santa se aproxima. Nos templos tudo faz lembrar e celebra isto. Mas, é preciso recordá-lo e celebrá-lo nos vossos corações, e bater no peito, como aqueles que desciam do gólgota, dizendo: “Este é realmente o Filho de Deus, o Salvador” ou “Jesus, pelo teu Nome, salva-nos” ou “Ó Pai, perdoa-nos.” E dizer finalmente: “Senhor, eu não sou digno. Mas, se Tu me perdoas, vens a mim e minha alma ficará curada.Eu não quero mais pecar, para não ficar doente e com ódio de Ti.”

Rezai, meus filhos, com as palavras do meu Filho. Rezai assim ao Pai pelos vossos inimigos: “Pai, perdoa-lhes.” Chamai o Pai, que se retirou, desprezado pelos vossos erros: “Pai, por que me abandonaste? Eu sou pecador. Mas, se Tu me abandonas, perecerei. Volta, Pai Santo, para que eu me salve.” Confia no Único que pode conservar o vosso espírito, vosso eterno bem, ileso do demônio: “Pai, em vossas mãos entrego o meu espírito.” Oh! Se entregais o vosso espírito a Deus humilde e amorosamente, Ele vo-lo conduzirá como um pai conduz o seu filho pequenino, e não permitirá que nada vos faça mal.

Jesus, em suas agonias, rezou para ensinar-vos a rezar. Eu vos faço lembrar isso nestes dias da Paixão.

Detalhe

Quando Maria fez este ditado, aproximava-se a Sexta-Feira Santa.

EMF 24.9

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Rezai, meus filhos, com as palavras do meu Filho.

EMF 24.10

O Evangelho como me foi revelado

Citação

24.10 E tu, Maria, tu que estás vendo a minha alegria de mãe, e te extasias com ela, lembra-te que eu possuí Deus, através de uma dor sempre crescente. Esta dor desceu sobre mim com o embrião de Deus e, como uma árvore gigantesca, cresceu até tocar o céu com o vértice, e o inferno com as raízes, ao receber os despojos exânimes da carne da minha carne em meu regaço, podendo eu ver nela e contar as feridas, tocando em Seu coração rasgado, por consumar a dor até a última gota.

Detalhe

Maria vira-se para Maria e diz:

EMF 25.1-2

O Evangelho como me foi revelado

Citação

25.1 Na noite entre quarta e quinta-feira da Semana Santa, eis o que estou vendo.

De um carro cômodo ao qual está amarrado também o burrinho de Maria, vejo descer Zacarias, Isabel e Maria, que tem nos braços o pequeno João, e Samuel com um cordeiro e uma pomba numa cesta. Eles descem na frente da estalagem, da qual costumam servir-se, e que deve ser a etapa final para todos os peregrinos que vão ao Templo, pois é onde deixam os animais.

(...) [Ao Templo]

25.2 Zacarias é recebido com grandes honras pelos guardas, saudado e cumprimentado pelos outros sacerdotes. Zacarias está muito bonito hoje, em suas vestes sacerdotais e em sua alegria de pai feliz. Parece um patriarca. Penso que Abraão devia estar assim, quando se alegrou, ao oferecer Isaque ao Senhor.

Vejo a cerimônia da apresentação do novo israelita e a da purificação da mãe. Esta é ainda mais pomposa do que a de Maria, porque para o filho de um sacerdote, os sacerdotes fazem festa. Acorrem todos, e se entregam a uma grande atividade ao redor do grupo das mulheres e do recém-nascido.

Também o povo se aproximou com curiosidade, e estou podendo ouvir os comentários. Visto que Maria está com o menino nos braços, enquanto vão-se dirigindo para o lugar estabelecido, o povo está pensando ser ela a mãe.

Mas uma mulher diz:

– Não pode ser. Não estais vendo que ela está grávida? O menino tem apenas poucos dias de nascido, e ela já está grávida?!

– Contudo –diz um outro–. Ela não pode deixar de ser a mãe. Pois a outra já está velha. A outra, pode ser uma parenta. Mas, naquela idade, mãe é que ela não pode ser.

– Vamos atrás delas, e veremos quem tem razão.

E o espanto se torna geral, quando todos podem ver que quem está cumprindo o rito da purificação é Isabel, pois ela é que está oferecendo o cordeirinho berrador para o holocausto, e o pombo pelo pecado.

– A mãe é aquela? Viste?

– Não!

– Sim.

O povo está cochichando, ainda incrédulo. Mas está cochichando tão alto, que vem um “Psiu” imperioso do grupo sacerdotal, que está presente à cerimônia. As pessoas se calam por um momento, mas recomeçam a cochichar mais forte, quando Isabel, radiante de santo orgulho, pega o menino, e avança pelo Templo a dentro, para fazer a apresentação dele ao Senhor.

– É ela mesmo.

– É sempre a mãe que oferece.

– Mas, que milagre é este?

– Que menino será esse, concedido por Deus àquela mulher, numa idade tão tardia?

– Afinal, que sinal será este?

– Não sabeis? –diz alguém que chega todo ofegante–. É o filho do sacerdote Zacarias, da estirpe de Arão, aquele que ficou mudo, enquanto estava oferecendo o incenso no Santuário.

– Mistério! Mistério! Pois agora ele está falando de novo. O nascimento do filho soltou a língua dele!

– Que espírito lhe terá falado, tornado morta a sua língua, para fazê-lo acostumar-se ao silêncio sobre os segredos de Deus?

– Mistério! Qual verdade conhecerá Zacarias?

– Seria o Messias o filho dele, esperado por Israel?

– Ele nasceu na Judéia. Mas não em Belém, e não de uma virgem. O Messias ele não pode ser.

– Quem, então?

Mas a resposta a tantas perguntas continua a ficar no silêncio de Deus, enquanto o povo permanece na sua curiosidade.

O cerimonial terminou. Os sacerdotes festejam então a mãe e o menino. A única pouco observada, e até evitada com aversão, desde quando perceberam o seu estado, é Maria.

Detalhe

Lucas 1, 65-66: Abriu-se-lhe imediatamente a boca e soltou-se-lhe a língua, e ele [Zacarias] falou e bendisse a Deus.

O medo apoderou-se de todas as pessoas da vizinhança, e todos estes factos foram contados por toda a região montanhosa da Judeia. Todos os que os ouviam guardavam-nos no coração e diziam: "Que será então deste menino?" De facto, a mão do Senhor estava com ele.

EMF 25.4-5.6-7

O Evangelho como me foi revelado

Citação

25.4 (...) Uma grande batida na porta anuncia a chegada de José. O rosto de Maria se torna sereno de novo.

José a saúda, pois ela é a primeira a apresentar-se e a saudá-lo com reverência:

– A bênção de Deus sobre ti, Maria!

– E sobre ti, José. Graças a Deus, que vieste! Eis Zacarias e Isabel que estavam para partir, pois queriam chegar em casa antes da noite.

– O teu mensageiro chegou a Nazaré, enquanto eu estava em Caná, fazendo uns trabalhos. Anteontem à tarde, é que recebi a notícia. E, então, eu parti logo. Mas, mesmo caminhando sem parar, cheguei tarde, porque no caminho o burrinho perdeu uma ferradura. Perdoa-me.

– Perdoa-me, tu, por ter ficado tanto tempo afastada de Nazaré. Mas, estavam tão felizes de ter-me com eles, que eu quis contentá-los até agora.

– Fizeste bem, mulher. Onde está o menino?

Entram no quarto onde Isabel está dando de mamar a João, antes de partirem. José cumprimenta os pais pela robustez do menino que, tendo sido tirado do peito para ser mostrado a José, grita e esperneia, como se lhe estivessem tirando a pele. Todos riem, diante dos seus protestos. Também os parentes de Zebedeu, riem e se unem na conversação com os outros,pois eles tinham chegado trazendo frutas frescas, leite e pão para todos e um grande tabuleiro com peixes.

25.5 Maria fala muito pouco. Está quieta, silenciosa, sentada em seu cantinho com as mãos no colo e por debaixo do manto. E, mesmo quando ela toma uma taça de leite, ou ao comer um cacho de uvas com um pouco de pão, fala pouco e pouco se move. Olha para José, com um misto de pena e de curiosidade.

Ele também olha para ela. E, depois de algum tempo, inclinando-se sobre o ombro dela, lhe pergunta:

– Estás cansada ou sentindo alguma coisa? Estás pálida e triste.

– Estou triste por ter que separar-me do pequeno João. Gosto dele. Eu o tive sobre o meu coração, poucos momentos depois que nasceu…

José não pergunta mais nada.

Chegou a hora da partida de Zacarias. O carro pára à porta, e todos se dirigem para ele. As duas primas se abraçam com amor. Maria beija duas vezes o pequeno, antes de colocá-lo no colo da mãe, que já está sentada no carro. Depois, saúda Zacarias, e lhe pede a bênção. Ao ajoelhar-se diante do sacerdote, o manto se lhe desliza pelo ombro, e suas formas se tornam visíveis, à luz intensa daquela tarde de verão. Não sei se José notou alguma coisa naquele momento, atento como ele está em saudar Isabel. O carro parte.

(...) José está cochilando. Maria está rezando.

25.7 Chega a tarde. Os hospedeiros insistem com os dois para que comam, antes de se porem a caminho. José, então, come pão e peixe. Maria, só frutas e leite.

Depois, eles partem. Montam em seu burrinhos. José amarrou sobre o seu, como na vinda, o baú de Maria, e, antes que ela monte no burrinho, verifica se a sela está bem segura. Vejo que José fica observando Maria, quando ela monta. Mas ele não diz nada.

E a viagem se inicia, quando as primeiras estrelas começam a tremeluzir no céu. Eles se apressam para chegarem às portas, antes que sejam fechadas. Ao saírem de Jerusalém, tomam a estrada mestra, que vai para a Galiléia, quando as estrelas já enchem todo o céu sereno. Há um grande silêncio pelo campo. Ouve-se apenas o canto de algum rouxinol e o barulho dos cascos dos dois burrinhos, que vão batendo no solo duro da estrada, ressecada pelo calor do verão.

Detalhe

Maria está à espera de José em Jerusalém, depois da circuncisão de João Batista.

EMF 25.9-11

O Evangelho como me foi revelado

Citação

25.9 Também o meu José teve a sua Paixão. Ela começou em Jerusalém, quando ele percebeu o meu estado. Durou muitos dias, como aconteceu com Jesus e comigo. E não foi espiritualmente pouco dolorosa. Mas unicamente pela santidade de um justo, como era o meu esposo, é que ela ficou limitada a uma forma tão cheia de dignidade e de segredo, que ficou pouco conhecida, através dos séculos.

Oh! a nossa primeira paixão! Quem poderá falar da íntima e silenciosa intensidade dela? Quem saberá dizer qual a minha dor, ao ver que o céu ainda não me havia atendido em revelar o mistério a José?

Que ele ainda nada sabia, eu já tinha compreendido, ao vê-lo respeitoso comigo, como de costume. Se ele tivesse sabido que eu trazia em mim o Verbo de Deus, ele teria adorado o Verbo encerrado em meu ventre, com os atos de veneração que são devidos a Deus, e que ele não teria deixado de praticar, como eu também não me teria recusado a receber, não por causa de mim, mas por Aquele que estava em mim, que eu em mim trazia, assim como a Arca da aliança conti­nha­ o código escrito na pedra e os vasos de maná.

Quem pode dizer qual foi a minha luta contra o desânimo, que queria me vencer, para me persuadir de que eu havia esperado em vão no Senhor? Oh! Eu creio, que isso vinha da raiva de satanás! Eu senti a dúvida que crescia em meus ombros, e que espichava suas gar­ras geladas para aprisionar minha alma e fazê-la deixar de orar. A dúvida, que é tão perigosa e letal para o espírito. Letal, porque ela é o primeiro agente da doença mortal chamada “desespero”, e contra a qual é preciso reagir com toda a força para não perecer na alma e perder Deus.

Quem pode dizer com toda a verdade qual a dor de José, quais os seus pensamentos, qual a perturbação que ele sentiu em seus afetos? Como um pequeno barco apanhado por uma grande tempestade, ele se achava num encontro entre idéias opostas, como em uma dança ao redor de reflexões, cada uma mais pungente e mais capaz de fazer sofrer do que a outra. Ele era um homem que, pelas aparências, só podia ter sido traído por sua mulher. Por isso, ele via desmoronar, ao mesmo tempo, o seu bom nome e a estima em que ele era tido naquele lugar. Por causa disso, ele se sentia apontado a dedo e alvo de compaixão pelos habitantes da cidade, via morrerem o afeto e a estima de que até então eu vinha gozando, diante da evidência de um fato.

25.10 É aqui que a santidade dele resplende ainda mais brilhante do que a minha. Eu dou testemunho disso com todo o meu afeto de esposa, porque quero que ameis o meu José, este homem sábio e prudente, este homem paciente e bom, que não está separado do mistério da Redenção, mas muito unido a ele, pois, por essa dor que o consumou, ele salvou para vós o Salvador, às custas de seu sacrifício e de sua santidade.

Tivesse ele sido menos santo, teria agido como os homens: me teria denunciado como adúltera, para que eu fosse apedrejada, e o filho do meu pecado morresse comigo. Tivesse ele sido menos santo, Deus não lhe teria concedido a sua luz em tão grande provação. Mas José era santo. Seu espírito puro vivia em Deus. A caridade nele era acesa e forte. Foi pela caridade que ele salvou para vós o Salvador, tanto quanto ele não quis me acusar diante dos anciãos, como também quando, deixando tudo, com uma pronta obediência, salvou Jesus, levando-o consigo para o Egito.

25.11 Breves em número, mas grandes em intensidade, foram aqueles três dias do sofrimento de José. E deste meu primeiro sofrimento. Porque eu compreendia o sofrimento dele, mas não podia aliviá-lo de modo algum, por causa da obediência ao decreto de Deus, que me havia dito: “Cala-te!”

Quando, tendo chegado a Nazaré, eu o vi sair, depois de uma curta saudação, todo curvo e como se tivesse envelhecido em pouco tempo, e não voltar mais a mim, como era de costume, vos digo, filhos, que o meu coração chorou com uma dor grande e aguda. Fechada em mi­nha casa, só, naquela casa em que tudo me fazia recordar a Anunciação e a Encarnação, e onde tudo me falava de José, desposado por mim em uma virgindade imaculada, eu tive que resistir ao desconforto, às insinuações de satanás, e ficar esperando. Orando, perdoar a suspeita de José, e ao seu gesto de justo desdém para comigo.

Filhos, é preciso esperar, rezar, perdoar, para se obter que Deus intervenha em nosso favor. Vivei, vós também, o vosso sofrimento. Ele é devido às vossas culpas. Eu vos ensino como superá-lo e transformá-lo em alegria. Esperar, além de toda medida. Rezar sem desconfiança, perdoar, para serdes perdoados. O perdão de Deus será a paz que desejais, meus filhos.

EMF 25.9.11

O Evangelho como me foi revelado

Citação

25.9 Também o meu José teve a sua Paixão. Ela começou em Jerusalém, quando ele percebeu o meu estado. Durou muitos dias, como aconteceu com Jesus e comigo. E não foi espiritualmente pouco dolorosa. Mas unicamente pela santidade de um justo, como era o meu esposo, é que ela ficou limitada a uma forma tão cheia de dignidade e de segredo, que ficou pouco conhecida, através dos séculos.

Oh! a nossa primeira paixão! Quem poderá falar da íntima e silenciosa intensidade dela? Quem saberá dizer qual a minha dor, ao ver que o céu ainda não me havia atendido em revelar o mistério a José?

Que ele ainda nada sabia, eu já tinha compreendido, ao vê-lo respeitoso comigo, como de costume. Se ele tivesse sabido que eu trazia em mim o Verbo de Deus, ele teria adorado o Verbo encerrado em meu ventre, com os atos de veneração que são devidos a Deus, e que ele não teria deixado de praticar, como eu também não me teria recusado a receber, não por causa de mim, mas por Aquele que estava em mim, que eu em mim trazia, assim como a Arca da aliança conti­nha­ o código escrito na pedra e os vasos de maná.

Quem pode dizer qual foi a minha luta contra o desânimo, que queria me vencer, para me persuadir de que eu havia esperado em vão no Senhor? Oh! Eu creio, que isso vinha da raiva de satanás! Eu senti a dúvida que crescia em meus ombros, e que espichava suas gar­ras geladas para aprisionar minha alma e fazê-la deixar de orar. A dúvida, que é tão perigosa e letal para o espírito. Letal, porque ela é o primeiro agente da doença mortal chamada “desespero”, e contra a qual é preciso reagir com toda a força para não perecer na alma e perder Deus.

(...) 25.11 Breves em número, mas grandes em intensidade, foram aqueles três dias do sofrimento de José. E deste meu primeiro sofrimento. Porque eu compreendia o sofrimento dele, mas não podia aliviá-lo de modo algum, por causa da obediência ao decreto de Deus, que me havia dito: “Cala-te!”

Quando, tendo chegado a Nazaré, eu o vi sair, depois de uma curta saudação, todo curvo e como se tivesse envelhecido em pouco tempo, e não voltar mais a mim, como era de costume, vos digo, filhos, que o meu coração chorou com uma dor grande e aguda. Fechada em mi­nha casa, só, naquela casa em que tudo me fazia recordar a Anunciação e a Encarnação, e onde tudo me falava de José, desposado por mim em uma virgindade imaculada, eu tive que resistir ao desconforto, às insinuações de satanás, e ficar esperando. Orando, perdoar a suspeita de José, e ao seu gesto de justo desdém para comigo.

Filhos, é preciso esperar, rezar, perdoar, para se obter que Deus intervenha em nosso favor. Vivei, vós também, o vosso sofrimento. Ele é devido às vossas culpas. Eu vos ensino como superá-lo e transformá-lo em alegria. Esperar, além de toda medida. Rezar sem desconfiança, perdoar, para serdes perdoados. O perdão de Deus será a paz que desejais, meus filhos.

EMF 25.10

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Quero que ameis o meu José, este homem sábio e prudente, este homem paciente e bom, que não está separado do mistério da Redenção, mas muito unido a ele, pois, por essa dor que o consumou, ele salvou para vós o Salvador, às custas de seu sacrifício e de sua santidade.

Detalhe

diz Marie:

EMF 25.10

O Evangelho como me foi revelado

Citação

José era santo. Seu espírito puro vivia em Deus. A caridade nele era acesa e forte. Foi pela caridade que ele salvou para vós o Salvador, tanto quanto ele não quis me acusar diante dos anciãos, como também quando, deixando tudo, com uma pronta obediência, salvou Jesus, levando-o consigo para o Egito.