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Notas do tema

A Igreja Católica

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EMF 17.15

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Maria, é preciso saber sempre ser degrau, para que os outros subam para Deus. Se nos pisam, não faz mal. Contanto que consigam chegar à Cruz. É a nova árvore que tem o fruto do conhecimento do Bem e do Mal, pois diz ao homem o que é um e outro, a fim de que ele saiba escolher e viver. Esta árvore também tornar-se-a licor que cura os intoxicados do mal que quiseram saborear. O nosso coração esteja sob os pés dos homens, contanto que o número dos redimidos cresça, e que o Sangue do meu Jesus não seja derramado sem fruto. Eis a sorte das servas do Senhor. Depois mereceremos receber no ventre a Hóstia santa e, aos pés da Cruz, impregnada pelo Seu Sangue e pelo nosso pranto, dizer: “Eis aqui, ó Pai, a Hóstia imaculada, que te oferecemos pela salvação do mundo. Olha para nós, ó Pai, unidas com ela e pelos seus merecimentos infinitos, dá-nos a tua bênção.”

EMF 17.16-19

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Eu chamei antes de “árvore metafórica.” Agora vou chamar de “árvore simbólica.” Talvez compreendais melhor. O símbolo é claro: assim como os dois filhos de Deus procederam a respeito desta árvore, se entende como estava neles a tendência para o Bem ou para o Mal. Como a água régia prova o ouro, a balança do ourives pesa os quilates de ouro, aquela árvore tinha assumido uma “missão” pela ordem de Deus a seu respeito, dando a medida de pureza do metal que era Adão e Eva.

17.17 Estou já ouvindo a vossa objeção: “Não foi rigorosa demais a condenação, e pueril o meio usado para condená-los?”

Não foi. Uma vossa desobediência hoje, que sois os herdeiros de Adão e Eva, é menos grave do que a deles. Vós fostes redimidos por Mim. Mas o veneno de satanás continua sempre pronto a se reerguer, como certas doenças que nunca saem totalmente do sangue. Os dois progenitores eram possuidores da graça, sem nunca terem sido nem tocados pela desgraça. Por isso eram mais fortes, mais amparados pela graça, que gerava neles inocência e amor. O dom que Deus lhes havia dado era infinito. A queda deles, portanto, foi bem mais grave, não obstante aquele dom.

17.18 O fruto oferecido e comido também é simbólico. Era o fruto de uma experiência que se quis fazer contra a ordem de Deus, por instigação satânica. Eu não havia proibido o amor aos homens. Queria unicamente que se amassem sem malícia; como Eu os amava com a minha santidade. Eles deviam amar-se na santidade de afetos, sem sujarem-se com a luxúria.

17.19 Não se há de esquecer que a graça é luz e quem a possui conhece o que é útil e bom. Aquela que é cheia de graça conheceu tudo, porque a Sabedoria a instruía. A sabedoria é graça, e ela soube guiar-se santamente. Eva conhecia o que lhe era bom conhecer. Não mais do que isso, porque é inútil conhecer o que não é bom. Não teve fé nas palavras de Deus e não foi fiel à sua promessa de obediência. Acreditou em satanás, infringiu a promessa, quis saber o que não é bom e o amou sem remorso, fazendo com que o amor, que Eu lhe tinha dado como algo santo, se corrompesse, se aviltasse. Anjo decaído, rolou na lama e no esterco, enquanto poderia cor­rer feliz entre as flores do Paraíso terrestre, vendo florescer a prole ao redor de si, assim como uma árvore que se cobre de flores, sem precisar curvar sua copa sobre o brejo.

Detalhe

Jesus dá o ditado e diz:

EMF 17.17

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Estou já ouvindo a vossa objeção: “Não foi rigorosa demais a condenação, e pueril o meio usado para condená-los?”

Não foi. Uma vossa desobediência hoje, que sois os herdeiros de Adão e Eva, é menos grave do que a deles. Vós fostes redimidos por Mim. Mas o veneno de satanás continua sempre pronto a se reerguer, como certas doenças que nunca saem totalmente do sangue. Os dois progenitores eram possuidores da graça, sem nunca terem sido nem tocados pela desgraça. Por isso eram mais fortes, mais amparados pela graça, que gerava neles inocência e amor. O dom que Deus lhes havia dado era infinito. A queda deles, portanto, foi bem mais grave, não obstante aquele dom.

Detalhe

Jesus fala de Adão e Eva e da Queda.

EMF 17.18

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Eu não havia proibido o amor aos homens. Queria unicamente que se amassem sem malícia; como Eu os amava com a minha santidade. Eles deviam amar-se na santidade de afetos, sem sujarem-se com a luxúria.

EMF 17.19

O Evangelho como me foi revelado

Citação

17.19 Não se há de esquecer que a graça é luz e quem a possui conhece o que é útil e bom. Aquela que é cheia de graça conheceu tudo, porque a Sabedoria a instruía. A sabedoria é graça, e ela soube guiar-se santamente. Eva conhecia o que lhe era bom conhecer. Não mais do que isso, porque é inútil conhecer o que não é bom. Não teve fé nas palavras de Deus e não foi fiel à sua promessa de obediência. Acreditou em satanás, infringiu a promessa, quis saber o que não é bom e o amou sem remorso, fazendo com que o amor, que Eu lhe tinha dado como algo santo, se corrompesse, se aviltasse. Anjo decaído, rolou na lama e no esterco, enquanto poderia cor­rer feliz entre as flores do Paraíso terrestre, vendo florescer a prole ao redor de si, assim como uma árvore que se cobre de flores, sem precisar curvar sua copa sobre o brejo.

EMF 18

O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo: Maria anuncia a José a maternidade de Isabel e confia a Deus a tarefa de justificar a sua.

Data da visão e do ditado: Sábado, 25 de março de 1944 (festa da Anunciação).

Calendário: Quarta-feira 21 de fevereiro AD -5

Local (mapa): Nazaré

Ciclo: Nascimento e infância de Jesus

Resumo: Maria está sozinha em sua casa, em Nazaré. É provavelmente a noite da Anunciação. Ela reza e depois come com muita simplicidade. José chega depois de ela ter terminado e a sua mulher acolhe-o. Traz-lhe uvas e ovos que ela quer comer. Traz-lhe uvas e ovos, que quer dar a Maria. A Plenitude da Graça apercebe-se de que ele não comeu e traz-lhe o que precisa: ele recusa apenas os ovos, que são para Maria, e só para ela. O patriarca da Sagrada Família come e conversa com ele. José conta o seu dia e, depois, quando se faz silêncio, Maria intervém para lhe dizer que a sua prima foi mãe. José fica surpreendido e pergunta-lhe como é que ela soube. Depois, quando Maria responde, pede-lhe autorização para ir ter com Isabel. José responde afirmativamente, mas pede-lhe que espere alguns dias, pois tem de ir a Jerusalém. Assim, viajaram juntos para lá. Depois, José regressou a casa, mas seria mais fácil para ele se a acompanhasse à Cidade Santa. Maria agradeceu-lhe e, pouco depois, o futuro pai de Jesus partiu. Maria deixa-o partir, depois suspira e reza, sem dúvida por causa da dor de não poder contar-lhe o seu segredo.

Maria faz então um ditado a Maria e conta-lhe que, depois de ter voltado a si, durante o êxtase da Anunciação, o seu primeiro pensamento foi José. Já não sentia medo na presença do marido, mas como podia contar-lhe que era mãe? Foi o Espírito Santo que a mandou calar, e o Todo-Santo levou à perfeição a sua confiança de criatura. Ela abandona-se a Deus e experimenta a sua primeira dor de co-redentora. Ela recomenda-nos que deixemos que Deus defenda a nossa reputação...

Conteúdo do capítulo: 18.1: Maria prepara-se para a refeição da noite. 18.2: José chega. 18.3: Ela faz-lhe comer. 18.4: Conversam sobre tudo e sobre nada. 18.5: Maria vai ajudar Isabel quando ela está grávida. 18.6: O casal separa-se. 18.7: O que devo dizer a José? 18.8: Deixa que eu te justifique. 18.9: A minha primeira dor de Coredemptrix. 18.10: Confia a Deus o cuidado da tua reputação.

EMF 18.1

O Evangelho como me foi revelado

Citação

18.1 Aparece-me agora a casinha de Nazaré, onde está Maria. Muito jovem, como quando o Anjo de Deus lhe apareceu, sua imagem faz minha alma encher-se do perfume virginal daquela morada e do perfume angélico, que ainda permanece no ambiente ventilado pelas asas douradas do anjo. É o perfume divino, que se concentrou em Maria, para lhe fazer mãe, e que agora exala de sua pessoa.

Começa a entardecer, porque as sombras invadem o ambiente de onde viera tanta luz do Paraíso.

Maria, de joelhos junto de sua pequena cama, está rezando com os braços cruzados sobre o peito, e com o rosto muito inclinado sobre a terra. Está ainda vestida, como estava no momento da Anunciação. Tudo está como naquele dia. O ramo florido ainda está no vaso, e os móveis na mesma ordem. Somente a roca e o fuso estão encostados em um canto, a roca com sua estriga de linho, e o fuso com seu alvo fio enrolado.

Maria termina sua oração, e se levanta, com o rosto abrasado, como que em chamas. Sua boca sorri, mas o pranto deixa os seus olhos molhados.

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É provavelmente a noite da Anunciação.

EMF 18.1

O Evangelho como me foi revelado

Citação

18.1 Aparece-me agora a casinha de Nazaré, onde está Maria. Muito jovem, como quando o Anjo de Deus lhe apareceu, sua imagem faz minha alma encher-se do perfume virginal daquela morada e do perfume angélico, que ainda permanece no ambiente ventilado pelas asas douradas do anjo. É o perfume divino, que se concentrou em Maria, para lhe fazer mãe, e que agora exala de sua pessoa.

Começa a entardecer, porque as sombras invadem o ambiente de onde viera tanta luz do Paraíso.

Maria, de joelhos junto de sua pequena cama, está rezando com os braços cruzados sobre o peito, e com o rosto muito inclinado sobre a terra. Está ainda vestida, como estava no momento da Anunciação. Tudo está como naquele dia. O ramo florido ainda está no vaso, e os móveis na mesma ordem. Somente a roca e o fuso estão encostados em um canto, a roca com sua estriga de linho, e o fuso com seu alvo fio enrolado.

Maria termina sua oração, e se levanta, com o rosto abrasado, como que em chamas. Sua boca sorri, mas o pranto deixa os seus olhos molhados. Ela pega a candeia e a acende, com a pederneira. Olha se tudo está em ordem em seu pequeno aposento. Acerta a coberta da cama, que tinha saído do lugar. Põe mais água no vaso do ramo florido, e o leva para fora, a fim de que tome o frescor da noite. Depois torna a entrar. Toma o bordado que está dobrado sobre um móvel da prateleira com o candeeiro e sai, fechando a porta.

Dá alguns passos pelo jardim e pelos lados da casa, depois entra no pequeno aposento, onde vi Jesus se despedindo dela. Reconheço bem o lugar, ainda que estejam faltando agora alguns móveis que haverá naquele tempo. Maria desaparece, levando consigo o candeeiro para um outro pequeno quarto, e eu fico ali com a única companhia do trabalho que ela deixou sobre um canto da mesa. Ouço os passos ligeiros de Maria, que vai e vem, ouço o barulho de água, como o de quem está lavando alguma coisa, depois o barulho de quem está quebrando uns pequenos galhos, e compreendo que ela está acendendo fogo com uns gravetos.

Depois, volta. Sai de novo para o pequeno jardim. Torna a entrar com algumas maçãs e verduras. Põe as maçãs sobre a mesa em uma bandeja de metal que parece ser cobre burilado. Volta para a cozinha (certamente deve ser a cozinha). Agora a luz da lareira está projetando-se alegre pela porta aberta, chegando até aqui dentro, e está produzindo uma dança de sombras nas paredes.

Algum tempo depois, Maria volta, com um pãozinho escuro e uma tigela de leite quente. Ela se assenta, e vai molhando fatias de pão no leite, e come devagar. Depois, deixando a metade da tigela com leite, entra de novo na cozinha, voltando com as verduras sobre as quais derrama azeite, e as come com pão. Depois bebe o leite. Em seguida, apanha uma maçã e come. É uma ceia de menina.

Maria vai comendo e pensando, e tem algum pensamento que a está fazendo sorrir. Levanta-se, corre o olhar pelas paredes, parecendo querer comunicar a elas um segredo. Mas, de vez em quando, fica séria, quase triste. Contudo, logo em seguida volta o seu sorriso.

EMF 18.2-4

O Evangelho como me foi revelado

Citação

18.2 Ouve-se bater à porta. Maria se levanta e abre. José entra. Saúdam-se. José se assenta sobre um banco, em frente a Maria, do outro lado da mesa.

José é um belo homem, na plenitude dos seus trinta e cinco anos, quando muito. Seus cabelos castanho-escuros, e também sua barba da mesma cor, emolduram o seu rosto bastante regular, com dois doces olhos de um castanho quase preto. Ele tem a fronte espaçosa e lisa, nariz fino levemente aquilino, faces um tanto arredondadas, de cor morena não oliváceas, mas um pouco rosadas no centro. Ele não é muito alto. Mas é robusto e bem feito de corpo.

Antes de sentar-se, tirou o manto que é uma peça inteira (é o primeiro que vejo feito assim), presa à altura da garganta por um alfinete, ou coisa semelhante, e tem um capuz. É de cor marrom clara, e parece ser de tecido impermeável, lã não trabalhada. Parece um daqueles mantos dos montanheses, próprio para chuva.

18.3 Mas, antes mesmo de sentar-se, ele oferece a Maria dois ovos e um cacho de uvas, um pouco murchas, mas ainda bem conservadas. Ele sorri, dizendo:

– Trouxeram-me estas uvas de Caná. O centurião me deu os ovos, por um trabalho que eu fiz em seu car­ro. O carro estava com uma roda quebrada, e o carpinteiro dele está doente. Os ovos são frescos. Foram apanhados no ninho. Toma-os. Eles te farão bem.

– Amanhã os tomarei, José. Acabei de comer agora mesmo.

– Mas a uva podes chupar. É boa. Doce como mel. Eu a trouxe com cuidado para não estragá-la. Chupa-as. Eu ainda tenho mais. Eu as trarei amanhã em um cestinho. Esta tarde eu não podia, porque estou vindo diretamente da casa do centurião.

– Então, não ceaste ainda?

– Não, mas não tem importância.

Maria se levanta logo, e vai para a cozinha, e volta com leite, azeitonas e queijo.

– Não tenho outra coisa –ela diz–. Toma um ovo.

José não quer. Os ovos são para ela. Ele come com gosto o seu pão com queijo e bebe o leite, que ainda está morno. Depois aceita uma maçã. E termina a ceia.

Maria pega o seu bordado, depois de ter tirado as louças da mesa, e José a ajuda na cozinha, mesmo quando ela torna a sair. Estou ouvindo como ele se move, indo colocar cada coisa em seu lugar. Depois, atiça de novo o fogo, porque a noite vai ser fria. Quando volta, Maria lhe agradece.

18.4 Conversam um com o outro. José conta como passou aquele dia. Fala de seus pequenos sobrinhos. Interessa-se pelos trabalhos de Maria e por suas flores. Promete trazer-lhe umas flores muito bonitas que o centurião lhe prometeu.

– São flores que nós não temos por aqui. Trouxeram-lhe de Roma. Ele me prometeu mudas. E, quando a lua for boa, eu as plantarei para ti. Elas têm belas cores e um cheiro muito agradável. Eu as vi no verão passado, pois florescem no verão. Vão te perfumar toda a casa. Depois, quando a lua for boa, podarei as plantas. Logo é tempo para isso.

Maria sorri, e agradece. Ficam os dois em silêncio. José olha para a cabeça loira de Maria, que está inclinada para o bordado. É um olhar­ de amor angelical. Pois, certamente, se um anjo amasse uma mulher com amor de esposo, seria assim que a olharia.

EMF 18.5-6

O Evangelho como me foi revelado

Citação

18.5 Maria, como alguém que toma uma decisão, põe sobre os joelhos o bordado, e diz:

– José, eu também tenho uma coisa para te dizer: Nunca tenho nada, pois sabes como vivo retirada. Mas hoje tenho para ti uma notícia. Tive notícia de que nossa parenta Isabel, mulher de Zacarias, está para ter um filho…

José arregala os olhos, e diz:

– Naquela idade?

– Naquela idade –responde Maria, sorrindo–. O Senhor tudo pode. E agora quis dar esta alegria à nossa parenta.

– Como ficaste sabendo disso? É notícia certa?

– Veio até aqui um mensageiro. É um que não pode mentir. Eu gostaria de ir à casa de Isabel para ajudá-la e dizer-lhe que me congratulo com ela. Se me deres licença…

– Maria, tu és a minha esposa, e eu sou o teu servo. Tudo o que fazes é bem feito. Quando gostarias de ir?

– Quanto antes. Mas ficarei fora alguns meses.

– E eu ficarei contando os dias, à tua espera. Vai tranqüila. Cuidarei da casa e do pomar. Encontrarás na volta as tuas flores tão bonitas, como se tivesses cuidado delas. Só uma coisa… espera. Eu preciso ir, antes da Páscoa, a Jerusalém, comprar alguns objetos para o meu trabalho. Se esperares um ou dois dias, te acompanharei na viagem. Não mais, porque eu preciso voltar logo. Mas, daqui até lá, podemos ir juntos. Eu fico mais tranqüilo, quando sei que não estás sozinha pelas estradas. Para a tua volta, me mandarás notícia, e irei te buscar.

– És tão bom, José. O Senhor te recompense com as suas bênçãos, e mantenha a dor longe de ti. Peço isso sempre a Ele.

18.6 Os dois castos esposos sorriem angelicalmente um para o outro. Faz-se silêncio por algum tempo.

Depois, José se levanta. Torna a colocar o manto, puxa o capuz sobre a cabeça. Saúda Maria, que também se levanta, e sai.

Maria o fica olhando, enquanto ele caminha, e dá com um suspiro, como de pena. Depois, eleva os olhos para o céu. Certamente, está rezando. Fecha a porta com cuidado. Dobra o bordado. Vai à cozinha. Apaga, ou cobre o fogo. Olha se tudo está em seu lugar. Toma o candeeiro, e sai, fechando a porta. Com a mão faz um anteparo de proteção para a chama do candeeiro, que está tremendo pelo vento frio da noite. Entra no aposento, e vai rezar ainda.

A visão termina assim.

Detalhe

Maria anuncia a José a maternidade de Isabel.