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Notas da palavra-chave

Locais - Templo de Jerusalém

Tema: Cidade de Jerusalém · Página 3 de 4

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EMF 68.1

O Evangelho como me foi revelado

Citação

68.1 Vejo Jesus que, tendo Judas a seu lado, entra no recinto do Templo, e, depois de terem superado o primeiro terraço, ou escalão, se preferis chamá-lo assim, detém-se num ponto onde há uma série de pórticos, que rodeiam um amplo pátio, pavimentado com mármore de diversas cores. O lugar é muito bonito e cheio de gente.

EMF 71

O Evangelho como me foi revelado

Detalhe

Jesus fala com Judas. Estão à espera de Simão, o Zelota, e de João de Zebedeu, que se vão juntar a ele. Jesus diz-lhe que João é o seu primeiro discípulo e Judas fica magoado, mas não diz nada ao Mestre. O Mestre, que conhece o coração, pergunta ao Iscariotes porque é que ele não lhe diz o que pensa. Depois pergunta-lhe se o seu pai o amava, e Judas fala do seu pai com emoção. O Senhor assegura-lhe então que, se o seu pai o criou como Judas lhe diz, era certamente um homem justo e que se alegrará por saber que ele é discípulo do Messias. Mas Judas deve ver em Jesus o pai que perdeu e não lhe esconder nada. Judas declara que se tornará bom se Cristo o amar assim tanto. Admite que ficou magoado por não ter sido o primeiro discípulo, mas Jesus garante-lhe que não faz diferença no seu coração entre o primeiro e o último.

Entretanto, chegam Simão e João. O antigo leproso saúda o seu Salvador com um grito de alegria, e Jesus abençoa-o pelo trabalho de evangelização que já realizou. Simão aproveita a ocasião para falar de Lázaro, e Jesus promete-lhe que irá vê-lo. Seguem-se as apresentações entre os discípulos. Jesus envia João com Judas e pede a Simão que seja indulgente com este homem, que Simão-Pedro e os outros não apreciarão. Simão concorda e, com estas palavras, vão evangelizar as pessoas no Templo.

EMF 85

O Evangelho como me foi revelado

Detalhe

Jesus subiu ao Templo de Jerusalém com Simão, o Zelota, para rezar ao Pai. Não tinha qualquer intenção de lá pregar. Ligeira referência aos pastores de Belém. Jesus planeia o que vão fazer: ir ver Jonas, ir a Nazaré e depois a Cafarnaum. Vão também encontrar-se com os outros discípulos. Falam da alma, depois da bela Galileia, de Nazaré e de Maria. Judas prega aos homens no Templo. Simão arrepende-se de ter pensado mal dele em EMV 83. Os dois homens vão então encontrar-se com João no Olival, no Getsémani. Aí ele encontra a mãe de Anália, Elisa, e encoraja-a a vir ver Jesus, porque a sua filha estava muito doente.

EMF 115

O Evangelho como me foi revelado

Detalhe

Jesus está no Templo de Jerusalém. Está a rezar. Mas aparece Alexandre, o soldado romano que ele tinha conhecido antes. O seu cavalo feriu uma criança, que está a agonizar, e ele vem procurar o Mestre, porque tem a certeza de que o Mestre pode salvar essa criança inocente. A sua chegada provoca um escândalo, porque um pagão no Templo é muito grave aos olhos dos fariseus. Então Jesus foi ter com ele e curou o rapaz. Os doutores da Lei censuram-no então por toda a agitação que estava a causar no lugar santo...

EMF 194.2 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Eis uma nova subida muito íngreme, porque a comitiva, deixando a estrada mestra, poeirenta e cheia de gente, preferiu entrar por um atalho, que vai pelo meio do mato. E, tendo chegado ao alto, vêem brilhar, lá ao longe, mas bem visível, um mar que resplende, suspenso sobre um aglomerado branco, que talvez sejam casas alvejadas pela cal.

– Jabé –chama-o Jesus–, vem cá. Estás vendo aquele ponto de ouro? É a Casa do Senhor. Lá tu vais jurar obediência à Lei.

EMF 195.3-4 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

O aparecimento da Cidade, já bem perto, visível agora em toda a sua beleza de colinas, de oliveiras, de casas, e especialmente pelo Templo, esta vista que deve ter sido sempre causa de emoção e de orgulho para os israelitas, acaba por distraí-lo completamente. O sol já bem quente de abril da Judeia, bem depressa enxugou as pedras da rua consular. Agora, as poças d’água precisam ser procuradas. Os apóstolos estão se arrumando, à beira da rua, descendo as vestes que tinham sungado, lavando em um córrego de águas claras, os pés cheios de barro, pondo em ordem os cabelos e vestindo suas capas. O mesmo faz Jesus. E vejo que todos estão fazendo assim.

195.4

A entrada em Jerusalém devia ser uma coisa importante. Apresentar-se diante dos muros, nestes dias de festa, era como apresentar-se diante de um soberano. A Cidade Santa era a “Verdadeira” rainha dos israelitas. Eu o compreendo bem neste ano em que posso notar, nesta rua consular, as turbas e o seu comportamento. Aqui os cortejos das diferentes famílias se põem em ordem, as mulheres todas juntas, os homens em outro grupo, os meninos em um dos grupos ou no outro, mas todos sérios e, ao mesmo tempo, serenos. Alguns tornam a dobrar a capa mais usada e tiram dos sacos de viagem uma outra nova, ou trocam de sandálias. Depois disso, até seu modo de andar muda e se torna mais solene e até mesmo religioso. Em cada um dos grupos há um solista, que dá o tom, e os hinos são entoados, os antigos e gloriosos hinos de Davi. As pessoas agora se olham com olhares melhores, como que abrandadas por terem visto a Casa de Deus, e olham para esta Casa Santa, este enorme cubo de mármore, encimado pelas cúpulas douradas e colocado como uma pérola no centro do recinto do Templo.

Aqui — na comitiva apostólica que assim está formada: na frente, Jesus e Pedro, tendo entre eles o menino; atrás vem Simão, Iscariotes e João; depois André, que obrigou João de Endor a ficar entre ele e Tiago de Zebedeu; na quarta fila, os dois primos do Senhor, com Mateus; por último, Tomé com Filipe e Bartolomeu — aqui é Jesus quem entoa, com sua poderosa e belíssima voz, de um ligeiro tom barítono, misto — para torná-lo mais belo — a vibração de tenor, e Judas Iscariotes responde. Ele é um tenor puro. João, com sua voz límpida de quem é ainda muito jovem. As duas vozes dos barítonos, que são os primos de Jesus, e a de quase baixo de Tomé, que é de um barítono tão grave, que quase não é mais tal. Os outros, dotados de vozes menos belas, acompanham em surdina o coral cheio, formado por aqueles que são os virtuoses do grupo. (Os salmos são aqueles conhecidos, chamados graduais[3]).

O pequeno Jabé, com uma vozinha de anjo, por entre as vozes robustas dos homens, canta muito bem, talvez porque conheça melhor do que os outros, o salmo 121:

– Alegrei-me por aquilo que me foi dito: ‘Iremos à Casa do Senhor’.

Verdadeiramente tudo está iluminado pela alegria no rostinho que, há bem poucos dias, estava muito triste.

Eis que os muros já estão perto. Aqui está a Porta dos Peixes. Aí estão as ruas apinhadas de gente.

Logo irão eles para o Templo para uma primeira oração. Depois é a paz, paz do Getsêmani, depois a ceia e o descanso.

A viagem a Jerusalém terminou.

Detalhe

Pedro distrai-se com o aparecimento da Cidade Santa.

Anotação

Os salmos são os conhecidos salmos, chamados graduais. Estes são os Salmos 120 a 134, também conhecidos como "cânticos de subida", segundo a nova numeração. O Sal 121, citado abaixo, passou a ser o Sal 122.

Nota adicional de maria-valtorta.org :

OS 15 GRADUAIS: são os Salmos 119 (hebraico 120) a 133 (hebraico 134), também conhecidos como CÂNTICOS DAS MONTANHAS. Eram cantados nas três festas de peregrinação, por peregrinos ou sacerdotes, nos quinze degraus que levavam ao Templo de Jerusalém.

O pequeno Yabeç, com a sua voz de anjo no meio das vozes robustas dos homens, canta muito bem o Salmo 121 - talvez porque o conheça melhor do que os outros: "Alegrei-me porque me disseram: 'Iremos à casa do Senhor. Salmo 121 (hebraico 122): "Como me alegrei quando me disseram: "Iremos à casa do Senhor!" ...

Esta é a Porta de Peixes. Ao norte de Jerusalém, mesmo ao lado do Templo.