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Notas do tema

A oração

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EMF 44.14

O Evangelho como me foi revelado

Citação

44.14 Maria reza junto a Jesus. É Jesus quem vos justifica, meus filhos­! Sou Eu que torno aceitáveis e frutuosas as vossas orações junto ao Pai. Eu já vos disse: “Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vos concederá”, e a Igreja valoriza as suas orações, dizendo: “Por Jesus Cristo nosso Senhor.”

Quando rezardes, uni-vos sempre, sempre, sempre a Mim. Eu rezarei em alta voz por vós, cobrindo a vossa voz de homens com a minha de Homem-Deus. Eu colocarei sobre as minhas mãos traspassadas a vossa oração, e a elevarei até o Pai. Ela se tornará uma hóstia de preço infinito. A minha voz, misturada com a vossa, subirá como um beijo filial ao Pai, e a púrpura das minhas feridas tornará precioso o vosso rezar. Permanecei em Mim, se quereis que o Pai permaneça em vós, convosco, por vós.

EMF 45.1-5

O Evangelho como me foi revelado

Citação

45.1 Vejo uma planície despovoada, sem cidades e sem vegetação. Não há campos cultivados, e bem poucos e raros são os arbustos reunidos aqui e ali em moitas, como uma das famílias vegetais, nos lugares em que o solo, nas camadas mais profundas está menos árido do que nos outros pontos em geral. Faça de conta que este terreno chamuscado e inculto esteja à minha direita, tendo eu o norte às minhas costas, e que ele se prolongue para o lado sul, em relação a mim.

À esquerda, ao contrário, vejo um rio de margens muito baixas, que corre lentamente, também ele de norte a sul. Pelo movimento vagaroso da água, compreendo que não devem existir desníveis em seu leito e que este rio corre por uma planície de tal maneira plana, que forma uma depressão. Ali há um movimento apenas suficiente para que a água não fique estagnada em um pântano. (A água é pouco profunda, tanto que se pode ver o fundo. Acho que não tem mais do que um metro, no máximo, um metro e meio. Tem uma largura como a do rio Arno, à altura de S. Miniato-Empoli, eu diria, de uns vinte metros. Mas eu não tenho olho bom para calcular distâncias). Também é um rio de águas azuis levemente esverdeadas nas margens, onde pela umidade do solo há uma vegetação densa e agradável à vista, que já ficou cansada de olhar a esqualidez das pedras e da areia que se estende diante dela.

Aquela voz interior, que eu lhe expliquei que ouço, e que me indica o que é que devo anotar e saber, me avisa que o que estou vendo é o vale do Jordão. Eu o chamo de vale, porque é costume falar assim, quando queremos indicar o lugar por onde corre um rio, mas no caso do Jordão, é impróprio chamá-lo assim, porque um vale pressupõe montes, e eu aqui não vejo montes próximos. Mas, em suma, estou junto ao Jordão, e o espaço desolado, que observo à minha direita é o deserto de Judá. Se falamos em deserto para querermos dizer um lugar onde não há casas nem traba­lhos feitos pelo homem, está certo, mas não o é segundo o conceito que nós temos do deserto. Aqui não há areias onduladas do deserto como nós o concebemos, mas somente terra nua, com pedras e detritos espalhados, como são os terrenos aluviais depois de uma cheia. Lá, ao longe, vêem-se algumas colinas.

Também, junto ao Jordão, reina uma grande paz, alguma coisa de especial e de superior ao comum, igual ao que se sente nas margens do lago Trasimeno. É um lugar que parece querer fazer-nos pensar em vôos de anjos e em vozes celestes. Não sei dizer bem o que estou sentindo. Mas me sinto num lugar que nos fala ao espírito.

45.2 Enquanto observo estas coisas, vejo que o cenário vai-se enchendo de gente, ao longo da margem direita (em relação a mim) do Jordão. Há muitos homens, vestidos de maneiras diversas. Alguns parecem homens do povo, outros são ricos e não faltam alguns que parecem ser fariseus, pelas vestes adornadas com franjas e galões.

No meio deles, em pé sobre um penhasco, está um homem que, ainda que seja esta primeira vez que o vejo, reconheço logo que é o Batista. Ele fala à multidão, e eu lhe asseguro que não é uma pregação doce. Jesus chamou Tiago e João de “os filhos do trovão”. Como chamar, então, este veemente orador? João Batista merece o nome de raio, avalanche, terremoto, pois o seu modo de falar e gesticular é muito impetuoso e severo.

Ele fala, anunciando o Messias e exortando o povo a preparar os corações para a sua vinda, arrancando-lhes os embaraços, endireitando-lhes os pensamentos. Mas é um falar vorticoso e rude. O Precursor não tem a mão leve de Jesus, sobre as chagas dos corações. É um médico que tudo descobre, examina, e corta, sem piedade.

45.3 Enquanto o escuto — e não repito as palavras porque são aquelas referidas pelos evangelistas, mas amplificadas em sua impetuosidade — vejo que, ao longo de uma estradinha, pela beira da faixa verde que acompanha o Jordão, vem se aproximando o meu Jesus. Este cami­nho rústico, que é mais um atalho do que um caminho, parece ter-se formado com a passagem das caravanas e das pessoas que, durante anos e séculos, o têm percorrido para alcançar um ponto mais raso do rio e fácil de ser atravessado a vau. O atalho continua do outro lado do rio, e se perde entre o verde dos ribeirinhos.

Jesus está sozinho. Caminha lentamente, avançando em direção às costas de João. Aproxima-se sem fazer barulho e escuta, entretanto, a voz trovejante do Penitente do deserto, como se Jesus fosse um dos muitos que iam a João para serem batizados, a fim de se prepararem para estarem limpos, na chegada do Messias. Nada distingue Jesus dos outros. Nas vestes, Ele parece um dos homens do povo, um senhor no trato e na beleza, mas nenhum sinal divino o diferencia da multidão.

Dir-se-ia, porém, que João está sentindo a emanação de uma espiritualidade especial. Ele se vira e, de imediato, reconhece qual é a fonte daquela emanação. Ele desce impetuosamente do penhasco, que lhe servia de púlpito, e, rapidamente, vai até Jesus, que estava parado a alguns metros do grupo, apoiando-se ao tronco de uma árvore.

45.4 Jesus e João se olham por um momento. Jesus com aquele seu olhar­ azul tão doce. João com seus olhos severos, pretos, cheios de uma luz intensa. Vistos de perto, eles são a antítese um do outro. Os dois são altos (é a única semelhança, em tudo o mais são diferentes). Jesus é loiro, de cabelos compridos e penteados, com um rosto de um branco marfim, de olhos azuis, de roupa simples, mas majestosa. João tem cabelos pretos, que caem lisos sobre as costas, desiguais em comprimento, com uma barba preta e rala, que lhe cobre quase todo o rosto, sem impedir que se possam notar suas faces escavadas pelo jejum, seus olhos pretos e febris, sua pele escura, bronzeada pelo sol e pelas intempéries, A pelugem farta que lhe cobre o corpo seminu, com sua veste de pêlo de camelo, presa à cintura por uma correia de pele, cobrindo o torso, descendo um pouco abaixo dos flancos magros, deixando descobertas as costelas à direita, por onde se vê a pele curtida pelo ar. Os dois, vistos juntos, parecem um anjo e um selvagem.

João, depois de tê-lo perscrutado com seus olhos penetrantes, exclama:

– Eis o Cordeiro de Deus! Como é que o meu Senhor vem a mim?

Jesus lhe responde tranqüilamente:

– É para cumprir o rito da penitência.

– Nunca, meu Senhor. Eu é que devo ir a Ti para ser santificado, e Tu vens a mim?

Jesus, pondo-lhe a mão sobre a cabeça, pois João estava curvado à sua frente, lhe responde:

– Deixa que se faça como Eu quero, para que se cumpra toda a justiça, para que o teu rito se torne o início de um mais alto mistério, e para que seja anunciado aos homens que a Vítima já está no mundo.

45.5 João olha para Ele com uns olhos, que uma lágrima enternece, e o precede em direção à beira do rio, onde Jesus tira o manto e a túnica, ficando com uma espécie de calções curtos, para, depois, descer na água, onde já está João, que o batiza, vertendo-lhe sobre a cabeça a água do rio, apanhada com uma espécie de taça que o Batista traz pendurada na cintura, e que me parece uma concha, ou a metade de uma cabaça seca, da qual foi tirado o miolo.

Jesus é realmente o Cordeiro. Cordeiro na candura da carne, na modéstia do trato, na mansidão do olhar.

Enquanto Jesus torna a subir à beira do rio, depois de se vestir, se recolhe em oração, João o aponta à multidão, dando o testemunho de tê-lo conhecido pelo sinal que o Espírito de Deus lhe tinha dado, sinal infalível do Redentor.

Mas eu me sinto tão atraída por Jesus, ao vê-lo rezando, que não vejo nada, a não ser esta figura de luz, contra o verde da margem.

Anotação

Mateus 3:1-17

Naqueles dias, apareceu João Batista e proclamou no deserto da Judeia: "Arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus. É a João que se referem as palavras do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. Ele, João, usava uma veste de pelo de camelo e um cinto de couro à cintura; a sua comida eram gafanhotos e mel silvestre. Então Jerusalém, toda a Judeia e toda a região do Jordão vinham ter com ele, e eram baptizados por ele no Jordão, reconhecendo os seus pecados.

Quando viu que muitos fariseus e saduceus vinham ao seu batismo, disse-lhes: "Raça de víboras! Quem vos ensinou a fugir da ira que há-de vir? Produzi frutos dignos de conversão. Não digais a vós mesmos: "Temos Abraão por pai", porque eu vos digo que Deus pode suscitar filhos a Abraão a partir destas pedras. O machado já está na raiz das árvores: toda a árvore que não der bom fruto será cortada e lançada ao fogo. Eu batizo-vos com água para a conversão. Mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu, e eu não sou digno de lhe tirar as sandálias. Ele batizar-vos-á com o Espírito Santo e com o fogo. Ele tem na mão a pá de joeirar, limpará a sua eira e recolherá o seu trigo no celeiro; quanto à palha, queimá-la-á em fogo inextinguível".

Foi então que Jesus apareceu. Ele tinha vindo da Galileia para o Jordão, para ser batizado por João. João queria impedi-lo, dizendo: "Eu é que preciso de ser batizado por ti, e tu é que vens ter comigo! Mas Jesus respondeu: "Deixa estar por agora, pois convém que cumpramos toda a justiça desta maneira". Então João deixou-o fazer isso. Logo que Jesus foi batizado, saiu da água e eis que os céus se abriram e ele viu o Espírito de Deus descer numa pomba e vir sobre ele. E uma voz do céu dizia: "Este é o meu Filho muito amado, em quem me comprazo.

Marcos 1, 9-11

Naqueles dias, Jesus veio de Nazaré, na Galileia, e foi batizado por João no Jordão. E logo que saiu da água, viu os céus abertos e o Espírito descer sobre ele como uma pomba. E ouviu-se uma voz do céu: "Tu és o meu Filho muito amado; em ti me comprazo.

Lucas 3, 1-22

No décimo quinto ano do reinado do imperador Tibério, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes governava na Galileia, seu irmão Filipe na terra de Itureia e Traconite, Lisânias em Abilene, e os chefes dos sacerdotes eram Hanão e Caifás, veio a palavra de Deus a João, filho de Zacarias, no deserto. Ele percorreu toda a região do Jordão, proclamando um batismo de conversão para o perdão dos pecados, como está escrito no livro dos oráculos do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. Todas as ravinas se encherão, todos os montes e colinas se abaixarão; os caminhos tortuosos se endireitarão, as veredas rochosas se aplanarão; e todo o ser vivo verá a salvação de Deus. João dizia às multidões que chegavam para serem baptizadas por ele: "Raça de víboras! Quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Produzi frutos que exprimam a vossa conversão. Não comeceis a dizer para vós mesmos: "Temos Abraão por pai", porque eu vos digo que Deus pode suscitar filhos a Abraão a partir destas pedras. O machado já está na raiz das árvores: toda a árvore que não der bom fruto será cortada e lançada ao fogo.

As multidões perguntaram-lhe: "Então, que devemos fazer? João respondeu-lhes: "Quem tiver duas roupas, reparta com quem não tem nenhuma; e quem tiver comida, faça o mesmo. Alguns cobradores de impostos vieram também para serem baptizados e perguntaram-lhe: "Mestre, que havemos de fazer? Ele respondeu: "Não peçais mais do que aquilo que vos está prescrito. Alguns soldados também lhe perguntaram: "E nós, que devemos fazer? Ele respondeu: "Não façais mal a ninguém, não acuseis ninguém falsamente e contentai-vos com o vosso soldo."

As pessoas estavam à espera e interrogavam-se todas se João não seria o Cristo. Então João disse a todos: "Eu batizo-vos com água, mas vem aí aquele que é mais forte do que eu. Não sou digno de lhe desatar a correia das sandálias. Ele vai batizar-vos com o Espírito Santo e com fogo. Ele tem na mão a pá de joeirar para limpar a sua eira, e recolherá o trigo no seu celeiro; quanto à palha, queimá-la-á em fogo inextinguível."

Com muitas outras exortações, anunciou a Boa Nova ao povo. Herodes, que detinha o poder na Galileia, tinha sido repreendido por João por causa da mulher do seu irmão, Herodíades, e por todas as maldades que tinha cometido. A tudo isto acrescentou o seguinte: mandou encerrar João na prisão.

Enquanto toda a gente estava a ser baptizada, e Jesus estava a rezar depois de ter sido batizado, o céu abriu-se. O Espírito Santo, em forma corpórea, como uma pomba, desceu sobre Jesus, e uma voz veio do céu: "Tu és o meu Filho muito amado; em ti me comprazo.

João 1, 29-34

No dia seguinte, João viu Jesus a aproximar-se dele e disse: "Este é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo; dele eu disse: 'O homem que vem depois de mim foi antes de mim, porque antes de mim ele existia'. Eu não o conhecia, mas vim batizar em água para que ele seja revelado a Israel. Então João deu este testemunho: "Vi o Espírito descer do céu como uma pomba e permanecer sobre ele. E eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar em água disse-me: "Aquele sobre quem vires descer e permanecer o Espírito, esse é que baptiza no Espírito Santo". Eu vi e dou testemunho de que este é o Filho de Deus.

EMF 45.6

O Evangelho como me foi revelado

Citação

(...) João, o meu primo João, tinha sido purificado da culpa, quando a cheia de graça se curvou amorosamente para abraçar a que tinha sido estéril, sendo agora, a fecunda Isabel. O pequenino, no seu ventre, tinha saltado de alegria, sentindo sair de sua alma o vestígio da culpa, assim como uma crosta cai da ferida que ficou curada. O Espírito Santo, que fez de Maria a mãe do Salvador, Ele iniciou a Sua obra de salvação, através de Maria, cibório vivo da salvação encarnada, por meio deste nascituro, que estava destinado a estar unido a Mim, não tanto pelo sangue, mas também pela missão que fez de ambos, lábios que formam a palavra. João era os lábios, Eu era a Palavra. Ele, o Precursor no Evangelho e em seu destino de mártir. Eu, Aquele que aperfeiçoa, com a minha divina perfeição, o Evangelho iniciado por João, e o seu martírio, pela defesa da Lei de Deus.

EMF 45.6-7

O Evangelho como me foi revelado

Citação

João não precisava de nenhum sinal. Mas o sinal era necessário para a obtusidade dos outros. Sobre o que teria João baseado a sua afirmação senão sobre uma prova inegável que até os olhos dos lentos e os ouvidos dos aborrecidos tivessem podido perceber?

45.7 Eu também não precisava de batismo. Mas a sabedoria do Senhor tinha julgado ser aquele o momento e o modo de nos encontrarmos. Tirando João da sua caverna, e a Mim da minha casa, Ele nos uniu naquela hora para abrir sobre Mim os Céus, descendo a Pomba divina sobre Aquele que teria de batizar os homens com esta Pomba, e descendo também o anúncio, ainda mais poderoso do que o do anjo, porque era de meu Pai: “Eis o meu Filho dileto, com o qual Eu me comprazo.” Para que os homens não tivessem desculpas ou dúvidas se deveriam seguir-me ou em não.

EMF 46.13-14

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Os dois caminhos mais comuns, tomados por Satanás para chegar às almas, são a sensualidade e a gula. Ele começa sempre pela matéria. Desmantelada e dominada esta, aí ele ataca a parte superior. Primeiro, o moral: o pensamento com suas soberbas e cobiças; depois, o espírito, tirando dele não só o amor — este já nem existe mais, quando o homem substituiu o amor divino por outros amores humanos — mas também o temor de Deus. É então que o homem se abandona de corpo e alma a Satanás, contanto que chegue a gozar do que quer, e a gozar sempre mais.

46.14 Como Eu me comportei, tu o viste. Silêncio e oração. Silêncio.

Porque, se Satanás faz seu trabalho de sedutor e vem ao redor de nós, é preciso suportá-lo sem tolas impaciências e temores inúteis. Mas reagir com altivez à sua presença e com oração à sua sedução.

É inútil discutir com satanás. Ele venceria, porque é forte em sua dialética. Só Deus o vence. Por isso é preciso recorrer a Deus, que fale por nós, através de nós. Mostrar a satanás aquele nome e aquele sinal, não tanto escritos em papel ou gravados em madeira, quanto escritos e gravados no coração. O meu Nome, o meu Sinal. Rebater a satanás, somente quando insinua que ele é como Deus, usando a palavra de Deus. Ele não suporta esta palavra.

Palavras-chave

EMF 46.15

O Evangelho como me foi revelado

Citação

É preciso ter a vontade de vencer a satanás e fé em Deus e em sua ajuda. Fé no poder da oração e na bondade do Senhor. Então, satanás não pode fazer nenhum mal.

EMF 49.6

O Evangelho como me foi revelado

Citação

“Irmão, eis aqui um pão e um dinheiro. Aceita-o. De coração para coração, e que a minha ajuda não te humilhe, como também para mim não cause soberba.”

EMF 49.6

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Muitos de vós murmuram: “Aqui está o Templo!” Não basta termos o Templo, indo rezar a Deus nele. O primeiro templo, está no coração de cada homem, onde a oração santa deve ser feita. Mas, ela não pode ser santa, se antes o coração não se emenda, como também os costumes, os afetos, as normas de justiça para com os pobres, para com os servos, para com os parentes, para com Deus.

EMF 49.10

O Evangelho como me foi revelado

Citação

“Eu trabalho. Mas este ama mais do que eu, prega melhor do que eu, se imola, como eu não sei fazer, e como Jesus disse[5]: ‘… dentro do próprio quarto, com a porta fechada para rezar em segredo’. Eu, que vejo a sua humilde e santa virtude, quero torná-la conhecida, e dizer: ‘Eu sou instrumento ativo; este é força que me põe em movimento, porque, ligado a Deus como ele, que é para mim canal de força celeste’.”

Detalhe

Jesus disse de antemão na Obra: Quando conseguires fazer algo bem feito, não te vanglories como se o mérito fosse só teu. Louva a Deus, patrono dos trabalhadores apostólicos. Ter olhos claros e coração sincero para reparar e dar o louvor que lhe é devido. Olhos claros para discernir os apóstolos que se oferecem em sacrifício e são as primeiras alavancas reais do trabalho dos outros. Só Deus pode vê-los, os tímidos que parecem não fazer nada e que são, pelo contrário, os que roubam ao Céu o fogo que impulsiona os audazes. Um coração sincero deve dizer: