EMF 203
O Evangelho como me foi revelado
Detalhe
Mateus, Tomé, Filipe e Simão, o Zelote, não dizem nada neste capítulo, mas estão presentes.
Notas do tema
Conforto de leitura
EMF 203
Mateus, Tomé, Filipe e Simão, o Zelote, não dizem nada neste capítulo, mas estão presentes.
EMF 203.1 · Volume 3
Jesus sai com os seus de uma casa perto dos muros, e creio que sempre no bairro de Bezeta, a fim de sair para fora dos muros, devendo passar primeiro diante da casa de José, que está próxima da Porta, que eu ouvi ser chamada Porta de Herodes. A cidade está semi-deserta, nesta noite plácida e enluarada. Compreendo que já foi consumada a Páscoa em uma das casas de Lázaro que, contudo, não é, de modo algum, a casa do Cenáculo. Esta é realmente como uma antípoda daquela. Uma está ao norte, a outra ao sul de Jerusalém.
Na porta da casa, Jesus se despede, com garbo gentil, de João de Endor, que Ele deixa como proteção para as mulheres, e a quem agradece por essa proteção. Beija Margziam, que também veio até à porta, e depois põe-se a caminho para fora da Porta chamada Porta de Herodes.
Para sair das muralhas, é preciso ainda passar em frente da casa de José, que fica perto da porta que ouvi chamar Porta de Herodes. José de Arimateia, que os tinha convidado na noite anterior.
EMF 203.4 · Volume 3
– Há uma outra razão, Simão…
– Dize qual é, Mestre. Eu ficarei contente se puder mudar de opinião a respeito do companheiro.
– Judas é ciumento. É inquieto por ciúme.
– Ciumento? De quem? Não tem mulher e, mesmo que a tivesse, e ainda que fosse com as mulheres, eu creio que nenhum de nós teria desprezo para com o condiscípulo…
– É ciumento de Mim. Considera: Judas se alterou depois de Endor e depois de Esdrelon. Ou seja, quando viu que Eu me ocupei com João e Jabé. Mas agora João, principalmente João, vai-se afastar, passando de Mim para Isaac e verás que ele voltará a ficar alegre e bom.
– É… Está bem. Mas, não me quererás dizer que ele não está tomado por algum demoniozinho… E, sobretudo… Não, o digo! E mais que tudo, não me quererás dizer que ele melhorou nos últimos meses. Ciumento eu também era no ano passado… Eu não teria querido ninguém mais além de nós seis, — os primeiros seis, — Te recordas? Agora… Agora… deixa-me invocar a Deus somente uma vez, como testemunha do meu pensamento. Agora digo que me sinto feliz, quanto mais aumentam os discípulos ao redor de Ti. Oh! eu quereria ter todos os homens para trazê-los a Ti, e todos os meios para poder acudir a quem tem necessidade de Ti, a fim de que não seja a miséria que crie obstáculos a quem quiser vir a Ti. Deus está vendo se eu estou dizendo a verdade. Mas, por que sou assim agora? Porque eu me deixei mudar por Ti. Ele… não mudou. Pelo contrário… olha lá, Mestre… Um demoniozinho tomou conta dele…
– Não o digas. Não o penses. Reza para que ele sare. O ciúme é uma doença…
– Doença que, a teu lado se cura, se o quisermos. Ah! Eu vou suportá-lo, por causa de Ti… Mas, que fadiga!…
– Por ela te dei como prêmio o menino. E agora vou te ensinar a rezar…
– Oh! Sim, meu irmão. Vamos falar disso… e o meu homônimo seja lembrado só como alguém que tem necessidade disso. Parece-me que ele já está recebendo o seu castigo: Neste momento ele não está conosco! –diz Judas Tadeu.
Pedro ficou surpreendido com a atitude de Judas e Jesus explicou que ele tinha ciúmes. Simão de Jonas disse então que também ele tinha tido ciúmes no ano passado, mas que agora tinha mudado.
EMF 203.13 · Volume 3
«Levantai-vos e vamos. Entraremos de novo na cidade, ao amanhecer. Em tempo: amanhã, tu, Simão e tu, meu irmão (indica Judas) ireis buscar as mulheres e o menino. Tu, Simão de Jonas, e vós outros, ficareis comigo, até que estes voltem. Depois, iremos juntos para Betânia.»
E descem até o Getsêmani, em cuja casa entram para descansar.
EMF 204.1 · Volume 3
Na paz do sábado, Jesus está descansando perto de um campo de linho todo em flor, pertencente a Lázaro. Ele está mais do que perto, eu diria que Ele está submerso no meio do linho e, sentado à beira de um sulco, absorto em seus pensamentos. Junto dele só se vê alguma silenciosa borboleta, ou alguma lagartixa rastejando e que olha para Ele com seus olhinhos de azeviche, levantando a cabecinha triangular para cima da garganta clara e palpitante. E nada mais. Nesta hora já adiantada do meio-dia, cala-se até o menor sopro de vento por entre as altas hastes.
De longe, talvez lá do jardim de Lázaro, está fazendo-se ouvir o canto de uma mulher e, junto com ele, os gritos festivos de um menino, que está brincando com algum outro. Depois, uma, duas, três vozes exclamam: “Mestre!” “Jesus!”
Jesus volta a si e se levanta. E, por mais que o linho, em seu completo crescimento, já esteja bem alto, Jesus emerge bem por cima deste mar verde e azul.
– Lá está Ele, João –grita Zelotes.
E João, por sua vez, chama:
– Mãe, o Mestre está aqui, no meio do linho.
E, enquanto Jesus vai-se aproximando do caminho que vai para as casas, eis que Maria chega perto dele.
Jesus repousa junto a um campo de linho em plena floração: o linho é cultivado na maior parte dos países temperados e quentes. As suas flores são azuis, o que levou Aragão a escrever: "Um grande campo de linho azul que reflecte o céu". As plantas crescem 10 mm por dia e podem atingir 80 cm a 1 m de altura.
EMF 204.10 · Volume 3
– Que achas, Mestre? –pergunta Lázaro.
– Acho que há muitos infelizes neste mundo.
– Eu sou um deles.
– Por que, meu amigo?
– Porque todos vem a Ti e Maria não. A ruína dela será maior?
Jesus olha para ele, e sorri.
– Tu estás sorrindo? Não tens pena de que Maria ainda continue inconvertível? Não tens dó de mim, que estou sofrendo? Marta não faz outra coisa, senão chorar, desde a tarde de segunda-feira. Quem era aquela mulher? Não sabes que, durante um dia inteiro, ficamos esperando que fosse ela?
– Eu estou sorrindo, porque tu és uma criança impaciente… E sorrio porque acho que estais desperdiçando vossas forças e vossas lágrimas. Se tivesse sido ela, Eu teria ido correndo para vos dizer.
– E, então, não era ela mesmo?
Jesus exclama:
– Oh! Lázaro!…
– Tens razão. Paciência. Paciência ainda!… Eis aíi, Mestre, as jóias que me deste para vender. Transformaram-se em dinheiro para os pobres. Eram muito belas. De mulher.
– Eram daquela mulher.
– Eu imaginava. Ah! Se tivessem sido de Maria… Mas ela, mas ela!… Eu perco a esperança, meu Senhor!…
Jesus o abraça, e fica um pouco sem dizer nada. Depois, Ele diz:
– Eu te peço que não fales destas jóias, seja com quem for. Ela deve desaparecer das admirações e dos apetites, como uma nuvem que o vento leva para outro lugar, sem deixar delas nenhum traço no azul.
– Fica tranquilo, Mestre… e, em compensação, trazei-me Maria, a nossa infeliz Maria…
– A paz esteja contigo, Lázaro. O que Eu prometi, o farei.
EMF 205.1-2 · Volume 3
– João de Endor, vem aqui comigo. Eu preciso falar-te –diz Jesus, aparecendo à porta de saída.
O homem vai logo, deixando o menino, ao qual estava ensinando alguma coisa:
– Que queres dizer-me, Mestre? –pergunta ele.
– Vem aqui para cima comigo.
Sobem para o terraço, vão sentar-se do lado mais abrigado pois, mesmo que esteja ainda de manhã, o sol já está bem forte. Jesus corre o olhar pela campina cultivada, cujos grãos cada dia mais vão se tornando dourados e cujas árvores já ostentam seus frutos. Ele parece estar querendo ir buscar um pensamento naquela metamorfose vegetal.
– Escuta, João. Hoje Eu acho que virá Isaac, para trazer-me os camponeses de Jocanã, antes da partida deles. Eu disse a Lázaro que empreste a Isaac um carro, para que possam apressar sua volta, sem ficarem com temor de chegar com algum atraso, pois isso poderia provocar contra eles algum castigo. E Lázaro vai fazê-lo. Pois Lázaro faz tudo o que Eu lhe digo. Mas de ti Eu quero uma outra coisa. Eu tenho aqui uma importância, que me foi dada por uma criatura para os pobres do Senhor. Geralmente é um dos meus apóstolos que é encarregado de tomar conta das moedas e de dar esmolas. Quase sempre é Judas de Keriot e, vez por outra, os outros. Judas está ausente. Os outros, não quero que fiquem sabendo o que quero fazer. Desta vez, nem Judas o saberia. E tu o irás fazer em meu nome…
– Eu, Senhor? Eu? Oh! Não sou digno disso!…
– Tu precisas acostumar-te a trabalhar em meu nome. Não vieste para isto?
– Sim. Mas eu pensava que devia trabalhar para reconstruir a minha pobre alma.
– E Eu te estou oferecendo o meio para isso. Em que foi que pecaste? Contra a Misericórdia e o Amor. Com o ódio, destruíste a tua alma. Com o amor e a misericórdia, tu a reconstruirás. Para isso, Eu estou te dando o material. Eu te aproveitarei particularmente nas obras de misericórdia e de amor. Tu também és capaz de curar, tu és capaz de falar. Por isso, estás apto para teres cuidado das infelicidades físicas e morais, e tens capacidade para fazê-lo. Começarás com esta obra. Toma a bolsa. Tu a darás a Miqueias e aos seus amigos. Faze dela partes iguais. Mas, fazei-as do modo que Eu te estou dizendo. Divide-a em dez partes. Depois, delas darás quatro partes a Miqueias, uma para ele, uma para Saulo, uma para Joel e uma para Isaías. E as outras seis as entregarás a Miqueias para que as dê ao velho pai de Jabé, para ele e para os seus companheiros. Eles poderão ter assim algum conforto..
– Está bem. Mas, que explicações hei de dar a eles?
– Dirás assim: “Isto é para que vos recordeis de orar por uma alma que está se redimindo!”
– Mas, poderão pensar que seja eu! Não é justo!
– Por quê? Não queres te redimir?
– Não é justo que eles pensem que o doador seja eu.
– Deixa, e faze como Eu estou dizendo.
– Obedeço…mas, pelo menos, permite-me pôr, eu também alguma coisa.. Tanto… agora não preciso de mais nada. Livros, eu não compro mais, frangos para criar, não tenho mais. Para mim basta tão pouca coisa… Toma, Mestre. Eu vou guardar somente um mínimo para as despesas com as sandálias…
Ele tira de uma bolsa, que trazia na cintura, muitas moedas e as ajunta com as moedas de Jesus.
– Deus te abençoe pela tua misericórdia…
205.2
João, daqui a pouco nos separaremos, porque tu irás ficar com Isaac.
– Sinto muito por isso, Mestre. Mas obedeço.
– Eu também sinto por te afastares. Mas Eu tenho muita necessidade de discípulos peregrinantes. Eu já não basto. Dentro em pouco, enviarei os apóstolos depois mandarei os discípulos. E tu farás um grande bem. Eu te reservarei para missões especiais. Enquanto isso, irás te formando com Isaac. Ele é muito bom e o espírito de Deus verdadeiramente o instruiu, durante sua longa enfermidade. Ele é um homem que sempre perdoou tudo… Afinal, deixar-nos não quer dizer não vermo-nos mais. Nós nos encontraremos frequentemente e todas as vezes que nos reencontrarmos, falarei especialmente para ti lembra-te disso…
João se inclina sobre si mesmo, esconde o rosto com as mãos e, com um áspero ataque de choro, geme, dizendo:
– Oh! então, dizei-me logo alguma coisa que me persuada de que estou perdoado… de que posso servir a Deus… Se tu soubesses, agora que caiu a fumaça do ódio, como estou vendo a minha alma… e como… e como penso em Deus…
– Eu sei disso, não chores. Permanece na humildade, mas não te aviltes. O aviltamento ainda é soberba. Procura ter somente, somente a humildade. Eia! Não chores.
João de Endor se acalma, pouco a pouco.
Depois de ter ficado calmo, Jesus lhe diz:
– Vem, vamos para debaixo da ramagem espessa daquelas macieiras, e vamos reunir-nos com os companheiros e as mulheres. Eu falarei a todos, e te direi como é que Deus te ama.
Descem, e vão ajuntando-se os outros, à medida que se aproximam, e vão se sentando em círculos, à sombra do pomar. Também Lázaro, que estava falando com Zelotes, aproxima-se do grupo. São vinte pessoas ao todo.
Pedi a Lázaro que emprestasse uma carruagem a Isaac para que pudessem regressar mais depressa a casa. Não devem ter medo de um atraso que possa levar a um castigo. Yokhanan (Giocana) deu-lhes apenas seis dias para irem e voltarem para a Páscoa. Cf. EMV 190.
Tenho aqui uma quantia que me foi dada para os pobres do Senhor. Aglaia. Cf. EMV 200.
EMF 205.1 · Volume 3
– João de Endor, vem aqui comigo. Eu preciso falar-te –diz Jesus, aparecendo à porta de saída.
O homem vai logo, deixando o menino, ao qual estava ensinando alguma coisa:
– Que queres dizer-me, Mestre? –pergunta ele.
– Vem aqui para cima comigo.
Sobem para o terraço, vão sentar-se do lado mais abrigado pois, mesmo que esteja ainda de manhã, o sol já está bem forte. Jesus corre o olhar pela campina cultivada, cujos grãos cada dia mais vão se tornando dourados e cujas árvores já ostentam seus frutos. Ele parece estar querendo ir buscar um pensamento naquela metamorfose vegetal.
– Escuta, João. Hoje Eu acho que virá Isaac, para trazer-me os camponeses de Jocanã, antes da partida deles. Eu disse a Lázaro que empreste a Isaac um carro, para que possam apressar sua volta, sem ficarem com temor de chegar com algum atraso, pois isso poderia provocar contra eles algum castigo. E Lázaro vai fazê-lo. Pois Lázaro faz tudo o que Eu lhe digo. Mas de ti Eu quero uma outra coisa. Eu tenho aqui uma importância, que me foi dada por uma criatura para os pobres do Senhor. Geralmente é um dos meus apóstolos que é encarregado de tomar conta das moedas e de dar esmolas. Quase sempre é Judas de Keriot e, vez por outra, os outros. Judas está ausente. Os outros, não quero que fiquem sabendo o que quero fazer. Desta vez, nem Judas o saberia. E tu o irás fazer em meu nome…
– Eu, Senhor? Eu? Oh! Não sou digno disso!…
– Tu precisas acostumar-te a trabalhar em meu nome. Não vieste para isto?
– Sim. Mas eu pensava que devia trabalhar para reconstruir a minha pobre alma.
– E Eu te estou oferecendo o meio para isso. Em que foi que pecaste? Contra a Misericórdia e o Amor. Com o ódio, destruíste a tua alma. Com o amor e a misericórdia, tu a reconstruirás. Para isso, Eu estou te dando o material. Eu te aproveitarei particularmente nas obras de misericórdia e de amor. Tu também és capaz de curar, tu és capaz de falar. Por isso, estás apto para teres cuidado das infelicidades físicas e morais, e tens capacidade para fazê-lo. Começarás com esta obra. Toma a bolsa. Tu a darás a Miqueias e aos seus amigos. Faze dela partes iguais. Mas, fazei-as do modo que Eu te estou dizendo. Divide-a em dez partes. Depois, delas darás quatro partes a Miqueias, uma para ele, uma para Saulo, uma para Joel e uma para Isaías. E as outras seis as entregarás a Miqueias para que as dê ao velho pai de Jabé, para ele e para os seus companheiros. Eles poderão ter assim algum conforto..
– Está bem. Mas, que explicações hei de dar a eles?
– Dirás assim: “Isto é para que vos recordeis de orar por uma alma que está se redimindo!”
– Mas, poderão pensar que seja eu! Não é justo!
– Por quê? Não queres te redimir?
– Não é justo que eles pensem que o doador seja eu.
– Deixa, e faze como Eu estou dizendo.
– Obedeço…mas, pelo menos, permite-me pôr, eu também alguma coisa.. Tanto… agora não preciso de mais nada. Livros, eu não compro mais, frangos para criar, não tenho mais. Para mim basta tão pouca coisa… Toma, Mestre. Eu vou guardar somente um mínimo para as despesas com as sandálias…
Ele tira de uma bolsa, que trazia na cintura, muitas moedas e as ajunta com as moedas de Jesus.
– Deus te abençoe pela tua misericórdia…
Pedi a Lázaro que emprestasse uma carruagem a Isaac para que pudessem regressar mais depressa a casa. Não devem ter medo de um atraso que possa levar a um castigo. Yokhanan (Giocana) deu-lhes apenas seis dias para irem e voltarem para a Páscoa. Cf. EMV 190.
Tenho aqui uma quantia que me foi dada para os pobres do Senhor. Aglaia. Cf. EMV 200.
EMF 205.2 · Volume 3
Descem, e vão ajuntando-se os outros, à medida que se aproximam, e vão se sentando em círculos, à sombra do pomar. Também Lázaro, que estava falando com Zelotes, aproxima-se do grupo. São vinte pessoas ao todo.
É difícil determinar exatamente quem são as vinte pessoas. Com Jesus e os apóstolos, são doze, excluindo Judas. Podemos acrescentar Maria Salomé e Maria de Alfeu, uma vez que fizeram a viagem em MVA 198 e Maria menciona a sua presença nos capítulos anteriores. A Virgem, Marziam, Lázaro e João de Endor também estão presentes. Marta e Maximino têm finalmente todos os motivos para assistir à lição de Jesus.
Em todo o caso, o grupo presente ouvirá a parábola do filho pródigo.
EMF 205.7 · Volume 3
– (...) Eu já falei. Fica aqui, João de Endor, e tu, Lázaro. Os outros vão preparar as mesas. Nós iremos logo.
Todos se retiram. Quando Jesus, Lázaro e João ficam sozinhos, Jesus diz a Lázaro e João:
– Assim se fará com a alma querida que tu esperas, Lázaro, e assim está sendo feito com a tua, João. A bondade de Deus está acima de qualquer medida…
Jesus acaba de nos dar a parábola do filho pródigo.