Ir para o conteúdo

Notas do tema

Família e amigos

Página 2 de 19

Conforto de leitura

Aa

EMF 10.4

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Eu, ainda que obedecendo à Lei, obedeço uma Voz que diz: “Eu te quero”, mas como poderei fazer isso se sou e serei virgem? Esta tão doce e invisível Presença, que está comigo me ajudará, porque Ela é que quer assim. Eu não temo. Não tenho mais pai nem mãe… só o Eterno sabe como nesta dor se purificou tudo o que eu tinha de humano. Foi uma purificação por meio de uma dor atroz. Agora não tenho ninguém, além de Deus. A Ele obedeço, portanto, cegamente. Já teria obedecido até contra meu pai e minha mãe, porque a Voz me instrui que quem quer acompanhá-la deve ir além dos pais, que são amorosos guardiães, rondam os muros do coração filial, querendo conduzi-lo à alegria, mas, segundo o modo de ver deles… Não sabem que há outros modos que conduzem a uma alegria infinita… Eu lhes teria deixado as vestes e o manto, para acompanhar a Voz, que me diz: “Vem, ó minha querida, ó minha esposa!” Eu lhes teria deixado tudo. As pérolas das lágrimas, que choraria por dever desobedecer, e os rubis do meu sangue, dado que até a morte eu teria desafiado para acompanhar a Voz que me chama, lhes diriam que há algo maior e mais doce do que o amor paterno e materno. É a Voz de Deus.

Detalhe

Maria falou com Ana de Fanuel e disse-lhe:

EMF 27.5

O Evangelho como me foi revelado

Citação

(...) Quero chamar a atenção das mulheres para um ponto. Muitas uniões se transformam em desuniões por culpa das mulheres, que não têm aquele amor que é tudo: gentileza, piedade, atenção para com o marido. Sobre o homem não pesam os sofrimentos físicos que pesam sobre a mulher. Mas sobre ele pesam todas as preocupações morais: necessidade de trabalho, as decisões a serem tomadas, a responsabilidade diante dos poderes constituídos e da própria família… Oh! quantas coisas pesam sobre o homem! E quanto precisa também ele de conforto! Pois bem, o egoísmo chega a tal ponto que ao marido cansado, desanimado, humilhado e preocupado, a mulher ainda lhe acrescenta o peso de suas lamentações inúteis e, às vezes, até injustas! Tudo isso, porque ela é egoísta, não ama.

Amar não é satisfazer-nos a nós mesmos, buscando a sensualidade e outras vantagens. Amar é contentar a quem amamos, acima daquelas coisas dos sentidos, que gostaríamos de ter e usar, dando ao espírito da pessoa que amamos aquela ajuda de que ela tem necessidade, a fim de que sempre possa ter as suas asas abertas, para voar pelos céus da esperança e da paz.

EMF 29.9

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Uma mãe não renuncia nunca ao seu filho, a não ser que seja forçada. Se essa renúncia for solicitada ao seu coração pela Pátria, pelo amor de uma esposa, ou até pelo próprio Deus, ela sente o desejo de insurgir-se contra a separação. É natural. O filho cresce em nosso ventre, e nunca é completamente cortada a ligação que sua pessoa tem com a nossa. Mesmo depois de cortado o canal vital que é o cordão umbilical, sempre fica um elo espiritual, que nasce no coração da mãe, mais vivo e sensível do que um elo físico, o qual se introduz no coração do filho, esticando até à dor, se o amor de Deus, de uma criatura, da Pátria afasta o filho da própria mãe. Este elo se despedaça, dilacerando o coração, se a morte arrebata o filho de sua mãe.

Palavras-chave

EMF 31.6

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Já o fizeram protetor das famílias cristãs e dos trabalhadores, e de muitas outras categorias. Mas, não somente dos agonizantes, dos esposos, dos operários; deveria-se fazê-lo protetor, também dos consagrados. Qual entre os consagrados da terra, a serviço de Deus, seja ele qual for, se terá consagrado assim a serviço do seu Deus, aceitando tudo, renunciando a tudo, suportando tudo, cumprindo tudo prontamente, com espírito alegre, com um humor constante, como ele fez? Não, não há.

Detalhe

Maria fala de José, seu marido, e diz

EMF 32.8

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Escuta, Maria; escutai, meus filhos: Simeão esperou durante toda uma longa vida para “ver a Luz”para saber que a promessa de Deus estava cumprida. Mas ele nunca duvidou. Nunca disse a si mesmo: “É inútil que eu persevere em esperança e em oração.” Ele perseverou. E alcançou a graça de “ver” o que nem o sacerdote, nem os sinedritas, cheios de soberba e opacidade, viram: o Filho de Deus, o Messias, o Salvador naquele corpo infantil, que lhe dava calor e sorrisos. Ele recebeu portanto o sorriso de Deus, como primeiro prêmio de sua vida honesta e piedosa, através dos meus lábios de Menino.

Detalhe

Jesus fala da Apresentação no Templo e, em particular, de Simeão.

EMF 35.10-12

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Mateus nunca diz: “Levanta e pega tua mulher”; ele diz: “Pega a mãe Dele.” Antes diz: “Virgem desposada a José”, “José, seu esposo”.

35.11 Não me venham dizer que isso era um modo de falar dos hebreus, como se dizer a palavra “mulher” já fosse uma infâmia. Não, negadores da Pureza. Desde as primeiras palavras do Livro, se lê: “… e se unirá à sua mulher”. Ela é chamada “companheira”, até o momento da consumação sexual do casamento; mas depois é chamada “mulher”, em diversas passagens e em diversos capítulos. E assim acontece com as esposas dos filhos de Adão. É assim que Sara é chamada “mulher” de Abraão: “Sara, tua mulher”; e: “Toma tua mulher e as tuas duas filhas” foi dito a Ló. E no livro de Rute está escrito: “A moabita, mulher de Maalon.” E no primeiro livro dos Reis está dito: “Elcana teve duas mulheres”; e, ainda mais: “depois, Elcana conheceu sua mulher Ana”; e ainda: “Eli abençoou Elcana e a mulher dele.” E sempre no livro dos Reis foi dito: “Bate-Seba, mulher de Urias, o heteu, tornou-se mulher de Davi, e lhe deu um filho.” O que se lê no livro azul de Tobias, aquilo que a Igreja canta para vós nas vossas núpcias, para aconselhar-vos a serem santos no matrimônio? Lê-se: “Ora, quando Tobias chegou, com a mulher e com o filho…”; e ainda: “Tobias conseguiu fugir com o filho e com a sua mulher.”

Nos Evangelhos, isto é, nos tempos de Cristo, nos quais se escrevia relativamente àqueles tempos antigos em linguagem moderna, não havendo, portanto necessidade de se pensar em erros de transcrições, foi dito pelo próprio Mateus no cap. 22: “… o primeiro, tendo-a tomado por mulher, morreu e deixou a mulher ao irmão.” Marcos, no cap. 10: “Quem repudia a mulher…” Lucas chama Isabel de mulher­ de Zacarias, quatro vezes em seguida, e no oitavo capítulo diz: “Joana, mulher de Cusa.”

Como estais vendo, não era este nome um vocábulo proscrito para quem estava nos caminhos do Senhor, um vocábulo imundo que não era digno de ser proferido e, muito menos, escrito onde se trata de Deus e das suas admiráveis obras. O anjo, dizendo: “o Menino e a mãe Dele”, vos demonstra que Maria foi mãe verdadeira, mas não foi mulher de José. Ela permaneceu sempre: a virgem desposada a José.

Este é o último ensinamento destas visões. É uma auréola que resplende sobre a cabeça de Maria e de José. A virgem imaculada. O homem justo e casto. Os dois lírios entre os quais eu cresci, ouvindo só fragrâncias de pureza.

35.12 A ti, pequeno João, eu poderia falar sobre a dor de Maria por seu duplo afastamento de sua casa e de sua pátria. Mas não há necessidade de palavras. Compreendo que seja isso, e disso desfaleces. Dá-me a tua dor. Só quero isto. É mais do que qualquer outra coisa que me possas dar. Hoje é sexta-feira, Maria. Pensa na minha dor e na de Maria sobre o Gólgota, para que possas suportar a tua cruz.

A paz e o nosso amor fiquem contigo.

Detalhe

Jesus fala da virgindade de sua Mãe. Depois de afirmar isto e de dizer que Mateus tinha tirado as suas fontes diretamente de Maria, Cristo declara

EMF 36.7-10

O Evangelho como me foi revelado

Citação

36.7 Jesus diz:

– A lição para ti e para os outros é dada pelas coisas que estás vendo. É lição de humildade, de resignação e de boa harmonia. Posta como exemplo a todas as famílias cristãs, e especialmente às famílias cristãs deste especial e doloroso momento.

36.8 Tu viste uma casa pobre. O que é mais doloroso, uma casa pobre em país estrangeiro.

Muitos, só porque são dos fiéis “passáveis”, que rezam e Me recebem na Eucaristia, rezam e comungam pelas “suas” necessidades, não pelas necessidades das almas e pela glória de Deus, porque é raro alguém rezar sem ser egoísta, muitos pretenderiam ter uma vida material fácil, bem protegida de qualquer menor sofrimento, próspera e feliz.

José e Maria tinham a Mim, Deus verdadeiro, como seu Filho e, no entanto, não tiveram nem o pobre bem de serem pobres na própria pátria, no lugar onde eram conhecidos, onde ao menos tinham a “própria” casinha, e um alojamento não era uma preocupação constante entre tantas outras, naquele lugar onde, por serem conhecidos, era mais fácil encontrar trabalho e prover-se do necessário para a vida. Eles são dois fugitivos, e justamente porque Me têm consigo. O clima é diferente, o lugar é diferente, tão triste em comparação com os doces campos da Galiléia, língua e costumes diferentes, em meio a uma população que não os conhece, e que tem a habitual desconfiança para com desconhecidos.

Privados daqueles móveis cômodos e estimados da “sua” casinha, de tantas coisas humildes mas necessárias que lá havia, e que não pareciam tão necessárias, enquanto que aqui, neste nada que os rodeia, parecem tão belas, como aquelas coisas supérfluas, que tornam as casas dos ricos deliciosas. Com saudade da cidade e da casa, com o pensamento naquelas pobres coisas lá deixadas, do pomar, do qual talvez ninguém esteja cuidando, da videira e da figueira e de outras muitas árvores úteis. Com a necessidade de prover ao alimento de cada dia, às roupas, ao fogo, dia após dia, às Minhas necessidades de criança, à qual não se pode dar o alimento dos grandes. Com tanto desgosto no coração. Pelas saudades, pelo amanhã, que ainda é desconhecido, pela desconfiança de um povo que se esquiva, principalmente nos primeiros tempos, a aceitar as ofertas de trabalho de dois desconhecidos.

Contudo, tu viste a casa. Naquela morada paira a serenidade, o sorriso, a concórdia, e se procura torná-la mais bela de comum acordo; também a pobre hortinha, para que fique parecida com a que foi deixada, e mais confortável. Nesta casa só há um pensamento: que esta terra se torne menos hostil, menos miserável para Mim, Santo, que venho de Deus. O amor destas pessoas de fé, que são os meus pais, amor que se manifesta em mil cuidados, desde a cabrita que compraram a preço de muitas horas extras de trabalho, até aos brinquedos entalhados em sobras de madeira, às frutas apanhadas só para Mim, sem que delas eles nem provassem.

Meu querido pai da terra, como foste amado por Deus, por Deus Pai no alto dos Céus, por Deus Filho, que se fez Salvador sobre a terra­!

Naquela casa não houve nervosismos, mau humor, caras fechadas, nem reprovações recíprocas, nem, muito menos, se falou contra Deus, que não os cumulou com o bem-estar material. José não censura Maria por ser causa de suas dificuldades, nem Maria censura José por ele não saber-lhe dar um maior bem-estar. Eles se amam santamente, eis a explicação. Portanto, a preocupação não é com o próprio bem-estar, mas cada um se preocupa com o outro. O verdadeiro amor não conhece egoísmo. O verdadeiro amor é sempre casto, mesmo sem castidade perfeita dos dois esposos virgens. A castidade unida à caridade leva consigo todo um acompanhamento de outras virtudes, fazendo de dois que se amam castamente, duas perfeições de cônjuges.

O amor de minha mãe e de José era perfeito. Por isso ele era um incentivo para todas as outras virtudes e especialmente para a da caridade para com Deus, bendito em todo tempo, não obstante sua santa vontade fosse penosa para a carne e o coração, bendito porque, acima da carne e do coração, o espírito estava mais vivo e senhor nos dois santos. Este espírito, com reconhecimento, exaltava o Senhor, por tê-los escolhido para serem guardas do seu eterno Filho.

36.9 Naquela casa se rezava. Agora reza-se pouco nas casas. Nasce o dia e chega a noite, começam-se os trabalhos, e sentai-vos à mesa sem um pensamento dirigido ao Senhor, que vos permitiu ver um novo dia, podendo chegar a uma nova noite, que abençoou as vossas fadigas, concedendo que essa fadigas se tornassem o meio de conquistar aquele alimento que o fogo cozinhou, as vestes que vestis, aquele teto, todo o necessário à vossa natureza humana. Sempre é “bom” o que vem do bom Deus. Ainda quando pobre e escasso, o amor lhes dá sabor e substância, esse amor que vos faz ver o Pai que vos ama no eterno Criador.

Naquela casa há frugalidade. Haveria, mesmo que o dinheiro não faltasse. Eles se nutrem para viver, e não para agradar à gula, com a voracidade dos insaciáveis, com os caprichos dos gulosos, que se vão enchendo até não poderem mais, e esbanjam seus haveres em alimentos caros, sem um pensamento aquem tem pouco ou é privado de alimento, sem refletirem que, se tivessem moderação, muitos poderiam ser aliviados do tormento da fome.

Naquela casa se ama o trabalho. Ele seria amado, mesmo se o dinheiro fosse abundante, porque no trabalho o homem obedece ao mandamento de Deus e se livra do vício que, como hera firme, aperta e sufoca os ociosos, como blocos imóveis de pedra. Bom é o alimento, sereno é o repouso, contente está o coração, quando se traba­lhou bem e se goza o tempo de pausa entre um trabalho e outro. Aquele vício que tem múltiplas faces, não se arraiga na casa e na mente de quem ama o trabalho. Não se arraigando, então aí prospera o afeto, a estima, o respeito recíproco, e os pequenos pimpolhos crescem numa atmosfera pura, e dão origem a futuras famílias santas.

Naquela casa reina a humildade. Esta é uma lição de humildade para vós, soberbos! Maria teria tido, humanamente, mil e uma razões para se ensoberbecer fazendo-se adorar por seu cônjuge. Tantas mulheres assim fazem, somente por serem um pouco mais cultas, ou de nascimento mais nobre, ou mais ricas que o marido. Maria é Esposa e mãe de Deus, e, no entanto, serve o seu cônjuge, não se fazendo servir por ele, é toda amor para com ele. José é o chefe de casa, julgado por Deus tão digno de ser um chefe de família, a ponto de receber de Deus a guarda do Verbo feito carne e da Esposa do eterno Espírito. Contudo, é sempre solícito em poupar Maria de fadigas e trabalhos, fazendo até os mais humildes trabalhos de casa, para que Maria não se canse. Mas não só, pois procura proporcionar a Ela alguma recreação o quanto pode, esforçando-se para tornar-lhe a casa cômoda, e a pequena horta com flores viçosas.

Naquela casa a ordem é respeitada. Sobrenatural, moral e material. Deus é o Chefe supremo e a Ele é prestado culto e amor: ordem sobrenatural. José é o chefe da família e a ele é dado afeto, respeito e obediência: ordem moral. A casa é um dom de Deus, como as vestes e os móveis. Em todas as coisas é a Providência de Deus que se mostra, daquele Deus que provê a lã às ovelhas, as penas aos pássaros, as ervas aos prados, o feno aos animais, as sementes e as árvores frondosas às aves, tecendo a veste para o lírio do vale. A casa, as vestes, os móveis são recebidos com gratidão, bendizendo a mão divina, tratando-os com respeito como dons do Senhor, sem olhar com descontentamento porque são pobres, sem estragar os dons, abusando da Providência: ordem material.

36.10 Não entendeste as palavras trocadas no dialeto de Nazaré, nem as palavras de oração. Mas as coisas vistas deram uma grande lição. Meditai-as, ó vós todos, que agora tanto estais sofrendo por terdes falhado para com Deus, também aquelas coisas em que não falharam nunca os santos Esposos, que foram mãe e pai para Mim.

E tu, deleita-te com a recordação do pequeno Jesus, sorri, pensando em seus passinhos de criança. Dentro em pouco, o verás, cami­nhan­do debaixo de uma cruz. E será uma visão de pranto.

Detalhe

Maria acaba de ter uma visão da Sagrada Família no Egito.

EMF 36.9

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Naquela casa se ama o trabalho. Ele seria amado, mesmo se o dinheiro fosse abundante, porque no trabalho o homem obedece ao mandamento de Deus e se livra do vício que, como hera firme, aperta e sufoca os ociosos, como blocos imóveis de pedra. Bom é o alimento, sereno é o repouso, contente está o coração, quando se traba­lhou bem e se goza o tempo de pausa entre um trabalho e outro. Aquele vício que tem múltiplas faces, não se arraiga na casa e na mente de quem ama o trabalho. Não se arraigando, então aí prospera o afeto, a estima, o respeito recíproco, e os pequenos pimpolhos crescem numa atmosfera pura, e dão origem a futuras famílias santas.

Detalhe

Maria acaba de ter uma visão da Sagrada Família no Egito.

EMF 36.9

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Naquela casa reina a humildade. Esta é uma lição de humildade para vós, soberbos! Maria teria tido, humanamente, mil e uma razões para se ensoberbecer fazendo-se adorar por seu cônjuge. Tantas mulheres assim fazem, somente por serem um pouco mais cultas, ou de nascimento mais nobre, ou mais ricas que o marido. Maria é Esposa e mãe de Deus, e, no entanto, serve o seu cônjuge, não se fazendo servir por ele, é toda amor para com ele. José é o chefe de casa, julgado por Deus tão digno de ser um chefe de família, a ponto de receber de Deus a guarda do Verbo feito carne e da Esposa do eterno Espírito. Contudo, é sempre solícito em poupar Maria de fadigas e trabalhos, fazendo até os mais humildes trabalhos de casa, para que Maria não se canse. Mas não só, pois procura proporcionar a Ela alguma recreação o quanto pode, esforçando-se para tornar-lhe a casa cômoda, e a pequena horta com flores viçosas.

Detalhe

Maria acaba de ter uma visão da Sagrada Família no Egito.

EMF 36.9

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Naquela casa a ordem é respeitada. Sobrenatural, moral e material. Deus é o Chefe supremo e a Ele é prestado culto e amor: ordem sobrenatural. José é o chefe da família e a ele é dado afeto, respeito e obediência: ordem moral. A casa é um dom de Deus, como as vestes e os móveis. Em todas as coisas é a Providência de Deus que se mostra, daquele Deus que provê a lã às ovelhas, as penas aos pássaros, as ervas aos prados, o feno aos animais, as sementes e as árvores frondosas às aves, tecendo a veste para o lírio do vale. A casa, as vestes, os móveis são recebidos com gratidão, bendizendo a mão divina, tratando-os com respeito como dons do Senhor, sem olhar com descontentamento porque são pobres, sem estragar os dons, abusando da Providência: ordem material.

Detalhe

Maria acaba de ter uma visão da Sagrada Família no Egito.