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Notas do tema

O mistério do sofrimento

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EMF 197.5 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

A manhã inicia o dia. E é bom que o homem bendiga ao Senhor, para ser abençoado durante o dia, em todos os seus trabalhos. Mas a tarde é ainda mais solene. A luz diminui, cessa o trabalho, a noite vem chegando. A luz que diminui faz lembrar a queda no mal e de fato as ações pecaminosas realizam-se quase sempre de noite. E porque? Porque o homem, não estando mais ocupado com o trabalho, mais facilmente se deixa rodear pelo Maligno com seus chamarizes e pesadelos. Por isso, é bom, depois de termos dado graças a Deus, por ter-nos protegido durante o dia, que lhe supliquemos para que se afastem de nós os fantasmas da noite e as tentações. A noite, o sono… símbolo da morte. Mas, felizes daqueles que, tendo vivido com a bênção do Senhor, adormecem, não nas trevas, mas em uma luminosa aurora.

EMF 198.1-4 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Através da sombreada estrada, que liga o Monte das Oliveiras a Betânia, — e eu poderia dizer que o monte chega com suas ramificações verdes até às campinas de Betânia — Jesus com os seus vai caminhando solícito, para a cidade de Lázaro. Ele ainda não entrou, mas já está sendo reconhecido, e os estafetas voluntários vão correndo por todos os lados, a fim de darem notícia de sua chegada. Por causa deles, eis que, por um lado, vão-se pondo em movimento Lázaro com Maximino, Isaac com Timoneo e José do outro; em terceiro lugar vem vindo Marta com Marcela e esta levanta seu véu para curvar-se e beijar a veste de Jesus e logo depois vão chegando Maria de Alfeu com Maria Salomé, que prestam sua veneração ao Mestre e depois abraçam seus filhos e, enquanto o pobre Jabé sempre levado pela mão de Jesus, agitado por todos estes que chegam de todos os lados, observa espantado e João de Endor, sentindo-se um estranho, vai para trás do grupo e fica separado, eis que vem se aproximando pelo caminho que conduz à casa de Simão, a mãe.

Jesus abandona a mão de Jabé e, delicadamente, vai deixando para trás os amigos, apressando-se em ir ao encontro dela. As conhecidas palavras rasgam os ares, e ressoam, como um solo de amor, pelo meio do murmúrio da multidão: “Filho!”; “Mamãe!” E se beijam, mas no beijo de Maria vê-se a ânsia de quem ficou temendo por muito tempo e agora — desfazendo-se o terror que a infernizou —, sente o cansaço pelo esforço feito, mede em toda a sua extensão o perigo em que incorreu…

Jesus a acaricia, Ele que compreende e diz:

– Além do meu anjo, Eu tinha o teu, mãe, a velar sobre Mim. Assim, nada de mal me podia acontecer.

– Louvores sejam dados ao Senhor. Mas Eu sofri tanto!

– Eu queria vir mais depressa, mas tive que fazer outro caminho, para obedecer a ti. E foi bom, porque a tua ordem, minha mãe, como sempre, floresceu para produzir o bem.

– Foi a tua obediência, Filho!

– Foi a tua ordem sábia, minha mãe…

E sorriem como dois enamorados.

Mas, será possível que esta mulher seja a mãe deste Homem? Onde estão os dezesseis anos de diferença? O frescor e a graça do rosto e do corpo virginal fazem de Maria a irmã do seu Filho, que está na plenitude de sua belíssima virilidade.

– E não me perguntas por que é que tudo floresceu para produzir um bem? –pergunta-lhe Jesus, sempre sorrindo.

– Eu sei que meu Jesus não esconde nada de mim.

– Mamãe querida!

E a beija de novo…

As pessoas se conservaram longe, à distancia de alguns metros, e fazem como se não estivessem observando aquela cena. Mas eu tenho certeza que nenhum desses olhos, que parecem estar olhando para outro lado, deixe de estar olhando, de soslaio para uma cena de tão grande suavidade.

198.2

Quem está olhando, mais que todos é Jabé, que Jesus deixou, quando foi abraçar sua mãe, e que ficou sozinho porque, desde que começaram a atropelar-se com perguntas e respostas, não prestaram mais atenção no pobre menino… Ele fica olhando, olhando, depois inclina a cabeça, luta contra o choro… mas, enfim, não aguenta mais e explode em um choro, gemendo: “Mamãe! Mamãe!”

Todos, então, e, em primeiro lugar, Jesus e Maria, e todos os outros, procuram remediar o caso e saber quem é o menino. Maria de Alfeu chega e também Pedro — eles estavam juntos — e ambos dizem:

– Por que estás chorando?

Mas antes que, em seu forte pranto, Jabé possa achar fôlego para falar, Maria já correu e o tomou nos braços, dizendo:

– Sim, meu filhinho, é a mamãe! Não chores mais… desculpa, se eu não te vi antes. Aqui está, meus amigos, o meu filhinho…

Compreende-se que Jesus, naqueles poucos metros que andou até o menino, deve ter dito a Maria: “É um pobre orfãozinho que Eu tomei comigo.” E todo o resto Maria compreendeu logo.

O menino ainda está chorando, mas agora menos inconsolável e, visto que Maria o tem nos braços e o beija, acaba até por sorrir, com o seu rostinho banhado pelo pranto.

– Vem cá, que eu te enxugo todas estas lágrimas. Não deves chorar mais. Dá-me um beijo…

Jabé… não desejava senão aquilo, e, depois de receber tantas carícias até de homens barbudos, ele se aconchega agora no calor do afeto, beijando a face lisa de Maria.

198.3

Mas Jesus saiu procurando e já avistou João de Endor, e vai buscá-lo lá em seu cantinho afastado. E, enquanto todos os outros apóstolos saúdam Maria, Jesus chega até perto dela, segurando pela mão João de Endor, e diz:

– Eis, mãe, o outro discípulo. Estes dois filhos, foi a tua ordem que os conseguiu.

– A tua obediência, meu Filho –repete Maria, e depois cumprimenta o homem, dizendo–: A paz esteja contigo.

Põem-se todos a caminho da casa de Simão. Maria, com Jabé nos braços, Jesus, segurando pela mão João de Endor, e depois, ao redor e atrás ,estão Lázaro e Marta, os apóstolos com Maximino, Isaac, José e Timoneu.

O homem, o rústico e inquieto homem de Endor, que já mudou tanto, desde aquela manhã em que um capricho de Iscariotes levou Jesus até Endor, acaba agora de despojar-se do seu passado, enquanto se inclina para Maria. Eu acho que é assim, de tal forma o rosto que se levanta, depois daquela profunda inclinação, aparece sereno, verdadeiramente “pacificado.”

EMF 199.4 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Eles gritam:

– Jesus, Salvador nosso, tem piedade de nós! –e estendem suas mãos deformadas ou cheias de feridas–. Jesus, Filho de Davi, tem piedade!

– Que quereis que Eu vos faça? –diz Jesus, levantando o rosto para aquelas misérias.

– Que Tu nos salves do pecado e da doença.

– Do pecado salva a vontade e o arrependimento…

– Mas se Tu queres, podes cancelar os nossos pecados. Pelo menos, cancela os nossos pecados, se não queres curar os nossos corpos.

– Se Eu vos disser: “Escolhei uma das duas coisas”, qual delas quereis?

– O perdão de Deus, Senhor. Para ficarmos menos desolados.

Jesus faz um sinal de aprovação, com um luminoso sorriso, depois levanta os braços, e grita:

– Que sejais atendidos. Assim quero.

Atendidos! Pode ser quanto ao pecado, ou quanto à doença, ou quanto às duas coisas, e os cinco infelizes ficam sem saber. Mas, quem não ficou assim foram os apóstolos, que não podem fazer outra coisa, senão gritar hosanas, ao verem a lepra ir desaparecendo rapidamente, assim como desaparece um floco de neve, quando cai no fogo. E então, os cinco compreendem que foram completamente atendidos. E seu grito ressoa como uma exclamação de vitória. Abraçam-se uns aos outros e jogam beijos a Jesus, já que ainda não podem ir precipitar-se a seus pés. E depois se dirigem aos companheiros, dizendo:

– Vós ainda não quereis crer? Mas que espécie de infelizes sois?

– Bons! Sede bons. Os pobres irmãos precisam pensar. Não lhes digais nada. A fé não se impõe, mas se prega com a paz, a doçura, a paciência, a constância. É isso que fareis, depois de vossa purificação, como Simão fez convosco. Aliás o milagre, por si só já é uma pregação.. Vós, curados, ireis quanto antes mostrar-vos ao sacerdote. Vós, doentes, aguardai-nos pela tarde. Iremos trazer-vos comida. A paz esteja convosco.

Detalhe

Jesus foi ver uns leprosos.

EMF 200.3 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Aglaé se separa da sacola que trazia nas costas e, em seguida se ajoelha aos pés de Jesus, em meio a uma grande explosão de choro. Ela se estende no chão, chorando, com a cabeça apoiada nos braços cruzados sobre a terra.

– Não chores assim. Já não é mais tempo disso. Tu devias chorar, quando estavas com ódio de Deus. Mas não agora que o amas e por Ele és amada.

Mas Aglaé continua a chorar…

– Não acreditas que é assim?

Sua voz está procurando um caminho, por entre os soluços:

– Eu o amo, é verdade, como sei e como posso. Mas, por mais que eu saiba e creia que Deus é Bondade, não ouso esperar de obter o seu amor. Eu pequei demais… Talvez eu o terei um dia… Mas preciso chorar muito ainda… Por enquanto, estou sozinha no meu amor. Estou sozinha… mas já não é a solidão desesperada dos anos passados. É uma solidão cheia do desejo de Deus e, por isso nem é mais desesperada… mas é tão triste, tão triste…

– Aglaé, como tu ainda conheces mal o Senhor! Este desejo dele te serve de prova de que Deus corresponde ao teu amor, de que Ele é teu amigo, que te chama e te convida, que te quer. Deus é incapaz de permanecer inerte, diante do desejo de uma criatura sua, porque aquele desejo foi inspirado àquele coração por Ele, o Criador e Senhor de toda criatura. Ele o inspirou, porque amou com um amor privilegiado a alma que agora o deseja. O desejo de Deus vem sempre antes do desejo da criatura, porque Ele é Perfeitíssimo e, por isso, o seu amor é bem mais habilidoso e abrasado do que o amor da criatura.

– Mas, como Deus pode amar-me, se eu sou lama?

– Não fiques procurando entender isso com a tua inteligência. É um abismo de misericórdia, incompreensível para a mente humana. Mas onde a inteligência do homem não pode compreender, compreende a inteligência do amor, o amor do espírito. Este compreende e penetra firmemente no mistério que é Deus e no mistério dos relacionamentos da alma com Deus. Entra, Eu te digo. Entra, porque Deus o quer.

– Oh! não, Senhor! Tudo o que me disseste[1] em Hebron se realizou.

Tu me salvaste, como o teu Nome diz. Tu procuraste a mim pobre alma perdida. Tu deste a vida a esta alma que eu trazia morta em mim. Tu me disseste que, se eu tivesse te procurado teria te encontrado. E foi verdade. Tu me disseste que estás por toda parte, onde o homem está precisando de médico e de remédio. E é verdade tudo, tudo o que disseste à pobre Aglaé, desde aquelas palavras daquela manhã de junho, até as outras ditas em Águas Belas…

– Então, deves crer também nestas.

– Sim, eu creio, eu creio. Mas, Tu me dirás: “Eu te perdôo!”

– Eu te perdôo em nome de Deus e de Jesus.

– Obrigada…

Detalhe

Aglaia, uma antiga pecadora, encontra-se com o Senhor e chora diante dele. Jesus toma a palavra e diz-lhe que não chore.

Anotação

Tudo o que me disseste em Hebron tornou-se realidade. Em EMV 77.

EMF 200.4 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

– E, quem me falará ainda de Deus?

– A tua alma ressuscitada, por enquanto.

– Não te verei nunca mais?

– Sobre a terra, nunca mais. Mas, daqui a pouco, terei te redimido completamente e, então, virei ao teu espírito a fim de preparar-te para subires a Deus.

– Como vai acontecer a minha completa redenção, se eu não vou te ver mais? Como a darás?

– Morrendo por todos os pecadores.

– Oh! Não! Tu, morreres!

– Para dar-vos a vida, devo dar-me a morte. É para isso que Eu vim em forma humana. Não chores… Tu te encontrarás comigo logo, onde Eu estiver, depois do meu sacrifício e do teu.

– Meu Senhor! Também eu haverei de morrer por Ti?

– Sim. Mas de outro modo. Tua carne irá morrendo, hora por hora, e pelo desejo da tua vontade. Há quase uma ano que ela já vem morrendo. Quando estiver completamente morta, eu te chamarei.

Detalhe

Jesus fala a Aglaia, uma antiga pecadora convertida, que se vai isolar de tudo.

EMF 201.4 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Entram na sala em que Jesus, quando chegou a sua vez, também entrou. Um jovem, que estava escrevendo a um canto, levanta-se num salto ao ver José e se dobra até o chão.

– Deus esteja contigo, Zacarias. Vai depressa chamar Asrael e Jacó.

O jovem sai para voltar quase em seguida, com dois rabinos, sinagogos ou escribas, eu não sei. São dois personagens carrancudos, que depõem essa máscara só diante de José. Atrás deles, entram outros oito, menos imponentes. Eles se assentam, deixando de pé os postulantes, inclusive o de Arimateia.

– Que queres José? –pergunta o mais velho.

– Apresentar à vossa sagacidade este filho de Abraão, que completou o tempo prescrito para entrar na Lei e reger-se sozinho por ela.

– É teu parente? –e olham todos, admirados.

– Em Deus somos todos parentes. Mas o menino é órfão, e este homem, de cuja honestidade eu me faço fiador, tomou-o para si, a fim de que o seu tálamo não fique privado de descendência.

– Quem é esse homem? Que ele responda por si mesmo.

– Simão de Jonas, de Betsaida na Galileia, casado sem filhos, pescador pelo mundo, filho da Lei pelo Altíssimo.

– E tu, galileu, queres assumir essa paternidade, por quê?

– Está dito[1] na Lei que devemos amar ao órfão e à viúva. Eu o faço.

– Por acaso, poderá esse aí conhecer a Lei, a ponto de merecer que… Mas tu, menino, responde. Quem és?

– Jabé Margziam de João, das campinas de Emaús, nascido há doze anos.

– Portanto, és judeu. É permitido que um galileu cuide dele? Vamos ver o que dizem as leis.

– Mas, que é que eu sou? Um leproso, ou um amaldiçoado?

O Sangue de Pedro começa a ferver.

– Cala-te, Simão. Eu falo por ele. Eu vos disse que me faço fiador deste homem. Eu o conheço, como se fosse de minha família. O Ancião José não proporia nunca uma coisa contrária à Lei, nem às leis. Procurai examinar o menino, com justiça e presteza. O pátio está cheio de meninos, que estão esperando o exame. Não sejais lentos, pelo amor de todos.

– Mas, quem prova que este menino tem doze anos e que foi resgatado do Templo?

– Tu o podes provar com as escrituras. E uma busca se pode fazer. Menino, disseste que és o primogênito?

– Sim, Senhor. Podes vê-lo, porque fui consagrado ao Senhor e resgatado com os devidos dízimos.

– Vamos procurar esses apontamentos… –diz José.

– Não adianta! –respondem secamente os dois caviladores–.

Detalhe

Marziam passa no exame de maioridade.

Anotação

A Lei diz para termos amor ao órfão e à viúva. A Lei diz: Êxodo 22,21-23 | Deuteronómio 14,28-29 | Deuteronómio 16,11 | Deuteronómio 24,17-21 | Deuteronómio 26,12-13 | Deuteronómio 27,19 | Isaías 1,17.

O dever de amar e ajudar as viúvas e os órfãos é recordado várias vezes na obra de Maria Valtorta, por exemplo em EMV 229.3 e EMV 557.6.

A prescrição do Êxodo é citada textualmente em EMV 335.14.

Livro do Êxodo 22, 21-23

Ex 22, 21-23: Não afligirás a viúva nem o órfão. Se os afligirdes, eles clamarão a mim, e eu ouvirei o seu clamor; a minha cólera acender-se-á, e eu destruir-vos-ei à espada, e as vossas mulheres ficarão viúvas e os vossos filhos órfãos.

Livro do Deuteronómio 14, 28-29

Dt 14,28-29: No fim de cada terceiro ano, separarás todos os dízimos do teu produto desse ano e depositá-los-ás dentro das tuas portas. Então o levita, que não tem parte nem herança convosco, o estrangeiro, o órfão e a viúva entrarão nas vossas portas, comerão e ficarão satisfeitos, para que o Senhor vosso Deus vos abençoe em todas as obras que fizerdes com as vossas mãos.

Livro do Deuteronómio 16, 11

Dt 16, 11 : Regozijar-te-ás diante de Javé teu Deus, no lugar que Javé teu Deus escolheu para aí fazer habitar o seu nome, tu, o teu filho e a tua filha, o teu servo e a tua serva, o levita que está dentro das tuas portas, o estrangeiro, o órfão e a viúva que estão no meio de ti.

Livro do Deuteronómio 26, 12-13

Dt 26,12-13: Quando acabares de dar o dízimo de todos os dízimos da tua produção ▼ no terceiro ano, o ano do dízimo, e o deres ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para comerem dentro das tuas portas e ficarem satisfeitos, dirás diante de Javé teu Deus: "Tirei as coisas santas da minha casa e dei-as ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, segundo todos os teus preceitos que me deste; não transgredi nem me esqueci de nenhum dos teus preceitos.

Livro do Deuteronómio 27, 19

Dt 27, 19: Maldito o homem que violar os direitos do estrangeiro, do órfão e da viúva! - E todo o povo dirá: Amém!

Livro de Isaías, 1, 17

Is 1, 17: Aprendeia fazer o bem; procurai a justiça, corrigi o opressor, amparai o órfão, defendei a viúva.

EMF 203.1 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Vede: Eu vivo entre contínuos atritos e desilusões. Desilusões para vós. Para Mim, persuadi-vos disso, Eu não tenho nenhuma desilusão, pois não me foi concedido o dom de ignorar… Também por isso, Eu vos aconselho a deixar-vos guiar por Mim. Se Eu permito isto ou aquilo, não crieis obstáculos. Se Eu não intervenho para pôr fim a uma coisa, não penseis em fazê-lo vós. Cada coisa a seu tempo. Tende confiança, sobretudo em Mim.

Detalhe

Jesus fala das provações por que o grupo apostólico está a passar e exorta os apóstolos a confiarem em Deus.

EMF 203.8 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

“Venha o teu Reino assim na terra como no Céu.” Desejai com todas as vossas forças este advento. Seria a alegria sobre toda a terra, se ele viesse. O Reino de Deus nos corações, nas famílias, entre os cidadãos, entre as nações. Sofrei, fatigai-vos, sacrificai-vos por este Reino. Seja a terra um espelho que reflita em cada um a vida dos Céus.

EMF 204.6 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

O pecado é quando alguém, conscientemente, se rebela contra a ordem dada por Deus e diz: “Sei que o que faço é mal. Mas eu quero fazê-lo assim mesmo.” Deus é justo. Ele não pode punir a quem faz o mal, pensando que está fazendo o bem. Ele castiga a quem, tendo tido modo de conhecer o Bem e o Mal, escolhe este último, e nele persiste.