EMF 22.8
O Evangelho como me foi revelado
Citação
Para mim é uma grande provação. Mas, com a ajuda do Eterno, será superada.
Notas do tema
Conforto de leitura
EMF 22.8
Para mim é uma grande provação. Mas, com a ajuda do Eterno, será superada.
EMF 23.3
Até da morte eu não tenho de que me queixar com o Senhor, porque Ele — seja por isso bendito — me cumulou de graças com a sua benignidade.
EMF 23.9
Contudo, acredita em mim, minha filha, que nunca houve, nem haverá dor de parto semelhante à minha dor de mártir, de uma maternidade espiritual, que se realizou sobre o mais duro leito: o leito da minha cruz, aos pés do patíbulo de meu Filho, que estava morrendo. Qual a mãe que foi constrangida a dar à luz desse modo? Qual a mãe que teve de misturar o tormento sofrido em suas entranhas dilaceradas pelos estertores de seu Filho moribundo, com o das entranhas que se retorcem, por terem que superar o horror de ter que dizer: “Eu vos amo. Vinde a mim, que sou vossa mãe”? Qual a mãe que teve que dizer isso aos assassinos de seu Filho, o Filho nascido do mais sublime amor que o céu nunca tinha visto antes, do amor de um Deus por uma virgem, do beijo de Fogo e do abraço de Luz, que se fizeram carne, tornando o ventre de uma mulher, o Tabernáculo de Deus?
“Quanta dor para ser mãe!” diz Isabel. Uma grande dor, sem dúvida, mas quase nada, em comparação com a minha dor.
EMF 23.9
Maria diz:
– Se a minha presença santificou o Batista, não tirou a Isabel a condenação que deriva de Eva: “Tu darás à luz os filhos com dor”, havia dito o Eterno.
Somente eu, sem mancha, e que não tinha tido união com homem, é que fui isenta de dar à luz com dor. A tristeza e a dor são frutos da culpa. Eu, que era a inculpável, tive que conhecer também a dor e a tristeza, porque eu era a co-redentora. Mas não conheci a dor, ao dar à luz. Eu não senti essa dor.
EMF 23.10
23.10 “Deixa-me pôr as mãos sobre o teu ventre.” Oh! se em vossos sofrimentos me pedísseis sempre isto!
Eu sou a eterna portadora de Jesus. Ele está no meu ventre, conforme tu viste no ano passado, que Ele é como uma Hóstia consagrada no ostensório. Quem vem a mim, O encontra. Quem em mim se apoia, põe-se em contato com Ele. Quem se dirige a mim, fala com Ele. Eu sou a sua veste. Ele é a minha alma. Agora Ele está mais unido a mim, do que nos nove meses em que crescia no meu ventre. O meu Filho está unido à sua mãe. Acalmam-se todas as dores, florescem todas as esperanças, fluem todas as graças de quem vem a mim, e pousa sua cabeça sobre o meu ventre.
Eu rezo por vós. Recordai-vos disso. A felicidade de estar no céu, de viver no raio da luz de Deus, não me deixam esquecer meus filhos sofredores na terra. Rezo. Todo o céu está rezando. Porque o céu ama. O céu é caridade viva. A caridade tem piedade de vós. Ainda que fossem só as minhas orações, já seriam suficientes para as necessidades de quem espera em Deus. Porque eu não cesso de rezar por todos vós: pelos santos e pelos maus, para alcançar a alegria para os santos, e o arrependimento que salva para os malvados.
Vinde, ó filhos de minha dor. Eu vos espero aos pés da cruz para dar-vos a graça.
EMF 23.10
23.10 “Deixa-me pôr as mãos sobre o teu ventre.” Oh! se em vossos sofrimentos me pedísseis sempre isto!
Eu sou a eterna portadora de Jesus. Ele está no meu ventre, conforme tu viste no ano passado, que Ele é como uma Hóstia consagrada no ostensório. Quem vem a mim, O encontra. Quem em mim se apoia, põe-se em contato com Ele. Quem se dirige a mim, fala com Ele. Eu sou a sua veste. Ele é a minha alma. Agora Ele está mais unido a mim, do que nos nove meses em que crescia no meu ventre. O meu Filho está unido à sua mãe. Acalmam-se todas as dores, florescem todas as esperanças, fluem todas as graças de quem vem a mim, e pousa sua cabeça sobre o meu ventre.
Eu rezo por vós. Recordai-vos disso. A felicidade de estar no céu, de viver no raio da luz de Deus, não me deixam esquecer meus filhos sofredores na terra. Rezo. Todo o céu está rezando. Porque o céu ama. O céu é caridade viva. A caridade tem piedade de vós. Ainda que fossem só as minhas orações, já seriam suficientes para as necessidades de quem espera em Deus. Porque eu não cesso de rezar por todos vós: pelos santos e pelos maus, para alcançar a alegria para os santos, e o arrependimento que salva para os malvados.
Vinde, ó filhos de minha dor. Eu vos espero aos pés da cruz para dar-vos a graça.
EMF 24.5
E tu, agora que podes orar diante do Santo, reza por esta serva do Altíssimo. Porque ser mãe do Filho de Deus é uma feliz sorte. Ser mãe do Redentor deve ser partilhar de uma dor atroz. Reza por mim que, a cada hora que passa, sinto crescer o peso da minha dor. Durante toda a minha vida, deverei levar comigo esse peso. Ainda que eu não veja os pormenores deste peso, sinto que será bem maior, do que se fosse posto o mundo sobre estes meus pobres ombros de mulher, e eu tivesse que oferecê-lo ao céu. Eu, sozinha, pobre mulher! O meu Menino! O meu Filho! Ah! Agora o teu não está chorando, porque o estou ninando. Mas, poderei eu ninar o meu para acalmar sua dor?… Reza por mim, sacerdote de Deus. O meu coração está tremendo como uma flor exposta à ventania. Eu olho para os homens, e os amo. Mas vejo, atrás dos seus rostos aparecer o inimigo, fazendo deles inimigos de Deus e de Jesus, o meu Filho…
Maria fala com Zacarias, que acaba de descobrir que está grávida de Cristo.
EMF 24.6
24.6 Maria diz:
– Deus perdoa a quem reconhece a sua culpa, se arrependendo e se acusando dela com humildade e coração sincero. E, não somente perdoa, mas ainda dá uma compensação. Oh! Como o meu Senhor é bom para com quem é humilde e sincero, com quem Nele crê e confia.
EMF 24.7
Oh, amizade com Deus, felicidade dos seus fiéis, riqueza que nenhuma outra coisa iguala, quem te possui, nunca mais estará sozinho, nem sentirá o amargor do desespero. Não eliminas a dor, ó santa amizade, porque esta foi a sorte do Deus encarnado, e pode também ser a sorte do homem. Mas fazes com que esta dor fique doce, apesar de amarga, e misturas a ela uma luz e uma carícia que aliviam o peso da cruz, com um toque celeste.
EMF 24.7
24.7 Desembaraçai o vosso espírito de tudo quanto o entulha e torna preguiçoso. Tornai-o bem disposto para acolher a Luz; Ela é como um farol nas trevas, um guia e conforto santo.
Oh, amizade com Deus, felicidade dos seus fiéis, riqueza que nenhuma outra coisa iguala, quem te possui, nunca mais estará sozinho, nem sentirá o amargor do desespero. Não eliminas a dor, ó santa amizade, porque esta foi a sorte do Deus encarnado, e pode também ser a sorte do homem. Mas fazes com que esta dor fique doce, apesar de amarga, e misturas a ela uma luz e uma carícia que aliviam o peso da cruz, com um toque celeste.