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Notas do tema

Sacerdócio e vida consagrada

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EMF 31.6

O Evangelho como me foi revelado

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Já o fizeram protetor das famílias cristãs e dos trabalhadores, e de muitas outras categorias. Mas, não somente dos agonizantes, dos esposos, dos operários; deveria-se fazê-lo protetor, também dos consagrados. Qual entre os consagrados da terra, a serviço de Deus, seja ele qual for, se terá consagrado assim a serviço do seu Deus, aceitando tudo, renunciando a tudo, suportando tudo, cumprindo tudo prontamente, com espírito alegre, com um humor constante, como ele fez? Não, não há.

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Maria fala de José, seu marido, e diz

EMF 31.8

O Evangelho como me foi revelado

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31.8 O sacerdote é, geralmente, sempre iluminado por Deus. Disse “geralmente” porque ele deve ser um verdadeiro sacerdote. Não é a veste que consagra, é a alma. Para se julgar se alguém é verdadeiro sacerdote, é necessário julgar o que sai de sua alma. Como disse o meu Jesus, é da alma que saem as coisas que santificam ou contaminam, aquelas coisas que informam todo o modo de agir de um indivíduo. Pois bem, quando alguém é um verdadeiro sacerdote, é geralmente inspirado por Deus. Quanto aos outros, é preciso que se tenha uma caridade sobrenatural, e que se reze por eles.

Mas meu Filho te colocou a serviço desta redenção, e não digo mais nada. Sê alegre, ao sofrer, para que aumentem os verdadeiros sacerdotes.

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EMF 31.10

O Evangelho como me foi revelado

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31.10 O respeito ao sacerdote é sempre sinal de formação cristã. Ai! — foi Jesus que o disse — ai dos sacerdotes que perdem sua chama apostólica! Mas ai também de quem acha que lhe é lícito desprezá-los! Porque são eles que consagram e distribuem o Pão verdadeiro que desce do Céu. Aquele contato os torna santos como um cálice consagrado, mesmo se não são santos. Eles terão que responder a Deus por isso. Vós, considerai-os como tais, e não vos preocupeis com outras coisas. Não sejais mais intransigentes do que o vosso Senhor Jesus, o qual, por ordem deles deixa o Céu, e desce para ser elevado por suas mãos. Aprendei com Ele. Se eles são cegos, se são surdos, se têm a alma paralítica e o pensamento doente, se são leprosos por muitas culpas em contraste com a sua missão, se são Lázaros em seu sepulcro, chamai a Jesus para que os cure e ressuscite.

Chamai-o com a vossa oração e com o vosso sofrimento, ó almas vítimas. Salvar uma alma é predestinar a própria alma ao Céu. Mas, salvar uma alma sacerdotal é salvar um grande número de almas, porque todo sacerdote santo é uma rede que arrasta almas para Deus. Salvar um sacerdote, ou seja, santificar, santificar de novo, é criar essa mística rede. Tudo o que cair nessa rede é uma luz que se acrescenta à vossa eterna coroa.

EMF 41.12

O Evangelho como me foi revelado

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Não se pergunta os “porquês” a Quem sabe os “porquês” de seu modo de agir. Aos chamados não se pergunta “porque”, deixam tudo para seguir a voz de Deus. Eu era a Sabedoria e sabia. Eu fui “chamado” para uma missão, e a estava cumprindo. Acima do pai e da mãe desta terra, está Deus, o Pai divino. Os seus interesses superam os nossos, e seus afetos são superiores a qualquer outro.

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Excerto de um ditado sobre a recuperação no Templo

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EMF 44.12

O Evangelho como me foi revelado

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O meu Sangue e o pranto de minha mãe são a mistura que fortalece os marcados da sorte heróica, anulando-lhes as imperfeições, ou as faltas cometidas por fraqueza, dando depois do martírio sofrido, a paz de Deus e, se sofrido por Deus, a glória do Céu.

Os missionários experimentam as lágrimas como uma chama que os aquece nas regiões onde a neve impera, como um orvalho lá onde o sol arde. São brotadas da caridade de Maria e jorram dum coração de lírio. Suas lágrimas têm o fogo da caridade virginal unida ao Amor e o perfumado frescor da virginal pureza, semelhante ao da água que se recolhe no cálice de um lírio, depois de uma noite orvalhosa.

Os consagrados as encontram[3] naquele deserto que é a vida monástica bem entendida. É deserto porque não vive senão da união com Deus, e qualquer outro afeto desaparece tornando-se unicamente caridade sobrenatural, para com os parentes, os amigos, os superiores e os inferiores.

São encontradas pelos consagrados a Deus no mundo, no mundo que não os entende e não os ama. É deserto também para eles, pois vivem como se estivessem sozinhos, por serem tão incompreendidos e escarnecidos, por amor de Mim.

As minhas queridas “vítimas” experimentam as lágrimas, porque Maria é a primeira das vítimas que por amor de Jesus dá as suas lágrimas que restauram e inebriam um maior sacrifício, às suas imitadoras, com a mão de mãe e de Médica.

Santo pranto o de minha mãe!

EMF 47.5

O Evangelho como me foi revelado

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Há uma virgindade desejada, ou seja, aquela dos que se consagram ao Senhor, num impulso de vontade. Bela virgindade! Sacrifício agradável a Deus! Mas nem todos sabem permanecer naquele candor do lírio que está firme em seu pedúnculo, estendido ao céu, sem conhecer a lama do chão, aberto somente ao beijo do sol de Deus e de seus orvalhos.

Muitos permanecem fiéis, materialmente, ao voto feito. Mas infiéis em seu pensamento, que lamenta e deseja aquilo que eles sacrificaram. Estes são virgens só pela metade. Se a carne está intacta, o coração não está. Seu coração fermenta, ferve, exala fumaças de uma sensualidade, tanto mais refinada e reprovada, quanto mais ela foi sendo criada por um pensamento que acaricia, alimenta e aumenta continuamente imagens de satisfações ilícitas, até para quem está livre, e quanto mais para quem está consagrado por votos a Deus.

Aparece então, a hipocrisia do voto. Em aparência, ele existe, mas de fato, em substância, não. E, em verdade, eu vos digo que, entre quem vem a Mim com o seu lírio despedaçado pela imposição de um tirano e quem vem com o seu lírio não materialmente despedaçado, mas coberto pela baba, pelo transbordamento de uma sensualidade acariciada e cultivada, para poder encher com ela as horas de solidão, Eu chamo de “virgem” ao primeiro, e de “não virgem” ao segundo. Ao primeiro, dou coroa de virgem e uma dupla coroa de martírio: uma, pela carne ferida; e outra, pelo coração ferido por uma mutilação não desejada.

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Jesus fala da virgindade, daquelas que são verdadeiramente virgens e daquelas que são hipócritas e têm paixões no seu coração, nomeadamente através dos seus pensamentos e da sua imaginação desenfreada.

EMF 48.7

O Evangelho como me foi revelado

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“Tu nos estás chamando, Mestre. Mas nós somos todos pobres. Que é que te devemos trazer?” Ele nos respondeu com um sorriso, que nos fez sentir o gosto do Paraíso: “Um grande tesouro quero de vós.” Nós Lhe dissemos: “Mas … nada temos?” E Ele respondeu: “É um tesouro de sete nomes, que até o mais pobre pode ter, mas o rei mais rico não pode possuir; vós o tendes, e Eu o quero. Ouvi os nomes deste tesouro: caridade, fé, boa vontade, reta intenção, continência, sinceridade e espírito de sacrifício. Isto Eu quero de quem me segue, só isto, e vós o tendes. Está dormindo como uma semente, sob um solo invernal, mas o sol da minha primavera o fará nascer em setêmplice espiga.”

EMF 53.6

O Evangelho como me foi revelado

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Como pode o povo respeitar o Senhor, se vê que não o respeitam aqueles que mais deviam fazê-lo?

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